Escrito em 23 de abr de 2014

Coração em campo

Categorias: Sua Saúde    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

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Até para praticar esportes é preciso ter a saúde em dia. Particularmente para os atletas, é indispensável cuidar do coração e ter certeza de que o órgão está preparado para, muitas vezes, superar os limites do corpo.

O futebol, por exemplo, requer força, explosão e velocidade dos esportistas, colocando o coração em prova. O Dr. Ricardo Nahas, um dos coordenadores do Centro de Medicina do Exercício e do Esporte (CMEE) do Hospital 9 de Julho (H9J), lembra: “Para jogar futebol, é fundamental ter pleno conhecimento do corpo. O rigoroso acompanhamento médico dos atletas permite diagnosticar precocemente doenças e evitar alguma repercussão mais grave para a saúde, como o risco de um infarto, por exemplo, após um esforço durante um jogo”.

Normalmente, atletas realizam um eletrocardiograma de repouso e o teste de esforço (ergométrico). A partir disso, o médico do esporte responsável pela avaliação pode conferir não só como o coração se comporta sob o efeito do esforço, mas prescrever o treinamento mais adequado à capacidade física. Com os exames normais, os esportistas são liberados para o treino, que terá como base explorar ao máximo do seu desempenho.

Algumas doenças podem contraindicar esta modalidade esportiva. A miorcardiopatia hipertrófica, uma doença congênita (de nascimento), por exemplo, é a principal causa de morte súbita em jovens. O problema é identificado na avaliação médica. “É fundamental a avaliação do especialista para que o esforço do esporte não leve a problemas graves e evitáveis como esta e outras doenças”, alerta o Dr. Ricardo Nahas.

Debate

No dia 27 de maio, o H9J realizará uma reunião científica com o tema O Coração e o Futebol. No evento, serão discutidas doenças que inviabilizam ou não a prática esportiva, aspectos preventivos e como fazer a avaliação do indivíduo (para médicos e educadores físicos). Os médicos participantes apresentarão casos reais e a discussão do tema será aberta à plateia.

 
Escrito em 14 de abr de 2014

O que significa posturologia?

Categorias: Sua Saúde    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

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Desde a escola, aprendemos que “logia” no fim da frase significa que a palavra refere-se ao estudo de alguma coisa. Não é diferente com “posturologia”, um termo pouco utilizado, mas que envolve uma questão muito atual: o estudo da nossa postura e suas implicações na saúde.

Hoje passamos boa parte do tempo sentados à frente de um computador. Há também aqueles que carregam bolsas e mochilas pesadas ou que não se preocupam muito com a postura enquanto realizam atividades repetitivas como dirigir ou mesmo andar. Há ainda as pessoas que, às vezes inconscientemente, ficam com a postura curvada, por serem muito altos em relação a outras e ao mobiliário, por exemplo.

Um, dois dias agindo desta maneira não faz diferença. Agora, multiplica essa má postura e sobrecarga pela vida inteira – ou, pelo menos, pelos 30 anos de vida profissional! É muita coisa para o corpo.

Na “posturologia”, médicos do esporte, ortopedistas, fisiatras, fisioterapeutas, entre outros, avaliam a postura do paciente e indicam o tratamento mais adequado para reverter ou neutralizar o quadro. “Algumas pessoas estão tão acostumadas à má postura que nem percebem mais o problema, ou se dão conta quando as dores aparecem”, lembra o Dr. Ricardo Nahas, um dos coordenadores do Centro de Medicina do Exercício e do Esporte (CMEE) do Hospital 9 de Julho (H9J) com especialização nesta área e em ortopedista.

Posturologia na corrida

Imaginou o que pode acontecer se você praticar uma atividade física antes de corrigir a postura errada? Alguns tipos de lesões nos músculos, articulações e até nervos podem ocorrer. Se você curte correr e integra a assessoria esportiva da Run&Fun, visite a tenda da marca durante a corrida Track&Field no dia 4/5 no Shopping Villa Lobos. Os corredores que comparecem ao evento poderão fazer uma auto-avaliação nos equipamentos fornecidos pelo H9J.

 
Escrito em 03 de abr de 2014

O joelho e o cruzamento cheio de gingado

Categorias: Sua Saúde    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

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A maior das articulações do nosso corpo, o joelho tem versatilidade de movimentos – para cima, baixo e para os lados até um certo limite, claro. Dentro dele há o que os médicos chamam de ligamentos cruzados com papel fundamental na estabilidade destes movimentos, mas que sofre nos traumas e na prática regular de esportes.

O futebol é um dos esportes que mais causam lesões dos ligamentos cruzados, até pela natureza da modalidade, que envolve corridas, dribles, chutes (na bola, não na canela alheia).

Em ano de Copa em terras tupiniquins, um tema tão importante quanto esse não poderia ficar de fora das reuniões científicas promovidas pelo Centro de Medicina do Exercício e do Esporte do Hospital 9 de Julho, que acontecem toda a última terça-feira do mês, no auditório da instituição. A próxima será no dia 29 de abril e tem vagas limitadas.

“Tanto para o atleta, quanto para o peladeiro de fim de semana que sofreram lesões neste ligamento, a recomendação é a análise minuciosa do caso para determinar se há necessidade de cirurgia corretiva, fisioterapia e qual o tempo estimado de recuperação e retorno às atividades cotidianas”, explica o Dr. Ricardo Nahas, um dos coordenadores do Centro.

As torções são os traumas que mais levam ao rompimento dos ligamentos cruzados, lesão grave e que pode exigir correção cirúrgica. Nestes casos, a recuperação exige acompanhamento multiprofissional e alguns meses de molho. “O fortalecimento do joelho e as visitas periódicas ao médico para avaliação da saúde global são fundamentais, especialmente se a pessoa só joga futebol com os amigos no final de semana. Esses são os mais desprotegidos em relação a lesões, pois acreditam que nunca que vai acontecer nada com eles”, alerta o especialista.

Se você gosta da dupla churrasco e futebol com a galera, procure o seu médico e mantenha o seu corpo livre de lesões.

 
Escrito em 28 de mar de 2014

Existe especialista em doenças urinárias femininas?

Categorias: Sua Saúde    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

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Sim, é o uroginecologista, um profissional que tem formação em ginecologia, mas seu foco de atuação é o tratamento de doenças do trato urinário e da região pélvica. Este é o caso das incontinências urinária e fecal, flacidez vaginal, útero ou bexiga “baixos” (caídos), entre outras.

Exames de análises clínicas e de imagem, além de um bom histórico clínico auxiliam este profissional a fazer o melhor diagnóstico, sugerindo o tratamento ideal. “Quando não há resposta ao tratamento medicamentoso ou à fisioterapia do assoalho pélvico, uma cirurgia para correção desses problemas pode ser indicada. Hoje as técnicas cirúrgicas já permitem bons resultados”, afirma a Dra. Bárbara Murayama, ginecologista da Clínica da Mulher do Hospital 9 de Julho (H9J).

Entre as técnicas estão o uso de telas implantadas cirurgicamente para fortalecer o assoalho pélvico – conjunto de músculos e ligamentos que dão sustentação à vagina, bexiga e ânus. Quando a região fica enfraquecida pela idade, menopausa ou cirurgias vaginais anteriores, podem ocorrer as incontinências.

Uroginecologistas estão entre os profissionais da Clínica da Mulher do H9J. O grupo possui ainda especialistas em Endometriose, Histeroscopia (espécie de endoscopia para diagnóstico e tratamentos via canal vaginal), Oncoginecologia, Planejamento Familiar, Menopausa, Coloscopia/HPV, Mastologia e Sexualidade.

 
Escrito em 20 de mar de 2014

Existe fisioterapia para melhora da perda urinária e relação sexual?

Categorias: Sua Saúde    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

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Pouca gente sabe, mas existem fisioterapeutas especializados na reabilitação dos músculos do assoalho pélvico, responsáveis pela sustentação de órgãos como o útero, bexiga, reto e também pela função sexual. Quando há um enfraquecimento, por exemplo, destes músculos, uma série de sinais e sintomas podem aparecer como perda urinária e falta de lubrificação vaginal.

Por meio de técnicas específicas de musculação, eletroneuroestimulação entre outras atividades focadas na retomada das funções dos tecidos danificados, a Fisioterapia Uroginecológica pode fortalecer esses músculos, melhorando a qualidade de vida das mulheres.

A perda de urina atinge mulheres de todas as idades e não deve ser encarada como algo normal. É necessário buscar a correta investigação e diagnóstico precoce. “Há diversas causas para a incontinência, seja o trauma dos tecidos causado pelo parto ou hábitos urinários diários como segurar por muito tempo a vontade de urinar. Por isso, devemos nos preocupar com a prevenção, fortalecendo a musculatura antes de uma gravidez, por exemplo”, orienta Thaís Mello, fisioterapeuta especializada em reabilitação perineal.

O problema é tão comum que ganhou uma data internacional para ser lembrado, o Dia Mundial de Incontinência Urinária, em 14 de março, organizado no Brasil pela Sociedade Brasileira de Urologia que estima que uma em cada 25 pessoas no Brasil sofre de Incontinência Urinária.

Se seguida a risca, a fisioterapia pode fazer a diferença entre a recuperação e a indicação de uma cirurgia. Segundo Thais, até 85% dos casos de incontinência urinária e fecal sem grave lesão têm boa resposta ao tratamento. “A fisioterapia uroginecológica irá atuar na reeducação do funcionamento da bexiga e fortalecimento do assoalho pélvico (períneo) proporcionando conscientização corporal e prevenindo futuras alterações dessa musculatura”, finaliza.

 
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