Escrito em 23 de jul de 2015

Veja quatro dicas para andar bem de bike e evitar lesões

Categorias: Medicina do Exercício e do Esporte    Autor: Dr. Ricardo Nahas   
 

ciclismo

Um dos pilares de atuação do Hospital 9 de Julho é investir em medicina preventiva para estimular seus pacientes a adotar hábitos saudáveis que garantam mais qualidade de vida. Por isso foi um dos patrocinadores da 69ª Prova Ciclística 9 de Julho, organizada pela Fundação Gazeta, e que ocorreu no último dia 9 de Julho.

O patrocínio mostra que colocamos em prática aquilo que pregamos todos os dias, a qualidade de vida como busca pela saúde e prevenção da doença.

Para quem quer se exercitar aproveitando as novas ciclovias feitas por toda a cidade de São Paulo, selecionei algumas orientações básicas porém muito importantes para a prática correta da atividade:

  • Leveza: bicicleta urbana tem que ser leve, ter um bom amortecimento, selim (banco) confortável e com bom sistema de marchas;
  • Selim: fundamental para evitar lesões. O selim deve estar na altura aproximada do períneo quando a pessoa estiver em pé;
  • Guidão: verifique se está confortável o acesso aos controles, freio, buzina e marchas, e mantenha os cotovelos em leve flexão e os ombros discretamente à frente;
  • Pés: o apoio nos pedais deve ser feito com a parte da frente do pé (antepé), o que melhora a eficiência da pedalada.

Quando o selim e o guidão estão desregulados, a probabilidade de lesões na articulação entre a patela (antiga rótula) e fêmur, além de dores nas costas é grande. Os ajustes são simples, mas fazem bastante diferença tanto no desempenho, como na saúde do praticante. Esses cuidados devem ser redobrados por quem utiliza as ciclovias apenas aos finais de semana.

As últimas recomendações são: use protetor solar, proteja-se com acessórios adequados como capacete, luvas, proteção para cotovelos e ombros. Vale lembrar também que o acompanhamento médico é de suma importância.

Seguindo as instruções acima além de se exercitar e fazer bem para sua mente e seu corpo você irá se divertir com segurança.

Ricardo Nahas, médico do Esporte e coordenador do Centro de Medicina do Exercício e do Esporte do Hospital 9 de Julho.

 
Escrito em 16 de jul de 2015

Obesidade: conheça a verdade sobre alguns mitos que circulam por aí

Categorias: Sua Saúde    Autor: Dr. Bruno Halpern   
 

shutterstock_165759008
A obesidade deixou há tempos de ser um problema apenas estético. Tratar o peso é sinônimo de tratar a saúde e sabemos que para quem sofre com a luta diária contra a balança, este é um processo difícil.

Aliás, todo mundo acha que entende e sabe a forma correta de controlar o peso, seja seguindo a dieta ou o medicamento da moda. Sabendo que muito do que se fala é mito, desvendamos alguns deles para você. Vamos lá:

Afinal quem perde mais rápido, ganha em dobro?

Os estudos de longo prazo já realizados indicam que todos os pacientes que perdem mais peso no começo do tratamento são os que alcançam melhores resultados depois. Quando você perde no começo, fica mais motivado pois consegue notar os resultados. Portanto: mito

Quem optou por tomar remédio, quando para de tomá-lo engorda em dobro?

É natural que, se você utilizar uma medicação e voltar para o mesmo estilo de vida, você ganhe peso. Afinal, nenhum remédio funciona se não houver mudança de comportamento, certo?

Toda dieta emagrece?

A questão é, você se policia durante a dieta, mas não cria o costume de se alimentar corretamente. Você segue a dieta por duas semanas e, um dia, você cansa e volta ao estilo de vida anterior. Por isso, os especialistas defendem uma reeducação alimentar, assim, você aprende a alimentar-se corretamente e torna a mudança um hábito.

E dormir mal, engorda mesmo?

Sim! Pois quem dorme mal tem a taxa de hormônios que dão fome elevada e as taxas de hormônios que saciam abaixo do normal, gerando maior vontade de ingerir comidas mais calóricas.

Para concluir, lembro que o ideal para evitar a obesidade é aliar a boa alimentação aos exercícios físicos. Sempre que houver suspeita sobre a ligação entre o ganho de peso a alguma doença, porém, é fundamental procurar um especialista.

Dr Bruno Halpern, endocrinologista e coordenador do Centro do Controle de Peso do Hospital 9 de Julho.

 
Escrito em 14 de jul de 2015

60 anos salvando vidas: das sacas de café à alta complexidade

Categorias: Institucional, Vídeos    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

Fachada com ambulância__retocada(Ed)

 

O Hospital 9 de Julho é hoje uma das principais instituições de saúde do País, referência em medicina de alta complexidade. Desde sua fundação, segue ideais firmados na qualidade do atendimento aos seus pacientes, com foco na excelência, eficiência operacional e alta resolubilidade. Pioneiro em várias áreas da medicina, com destaque para o Centro de Terapia Intensiva e de Cirurgia Cardíaca e Pulmonar, o primeiro do País a ser inaugurado em um hospital privado.

Está entre o seleto grupo de hospitais brasileiros que possuem a certificação internacional de qualidade pela Joint Commition International (JCI), um dos mais importantes e respeitados órgãos certificadores de qualidade na atenção à saúde no mundo.

Em 2015, chega aos 60 anos com novidades: uma nova torre com 120 leitos ampliando o complexo hospitalar para 400 leitos, sendo 124 de UTI, 22 salas cirúrgicas, inclusive duas híbridas, 230 vagas de estacionamento, além de um novo padrão de hotelaria e construção, totalmente planejada para economia de recursos: água, energia elétrica e gás natural.

Sua história começou quando o fazendeiro e comerciante Nagib Ganme sonhou em ver seus filhos formados em Medicina. Os irmãos Antonio, João e Anis foram os médicos que, ao lado de outros colegas, compraram o então Hospital Nossa Senhora da Conceição, rebatizado de Hospital 9 de Julho, em homenagem à revolução de 1932 e à avenida próxima ao local.

A estrutura era pequena e contava com 34 leitos quando foi adquirida pela cooperativa de médicos organizada especialmente por Antonio Ganme estimulado por seu professor na Faculdade de Medicina da USP, Euryclides de Jesus Zerbini, em 1955.

Os três milhões de réis da compra foram divididos em três parcelas anuais. Quando a primeira venceu, ainda sem o valor suficiente, Antonio recorreu ao pai, que dispunha da quantia, mas em 500 sacas de café. Após renegociar o prazo, Nagib conseguiu vender o café e ajudar os filhos a quitar a primeira prestação.

Em 9 de setembro de 1960, o hospital fez a primeira ampliação, a ala B na rua Engenheiro Monlevade. O prédio, com 13 andares foi construído no terreno que pertencia ao famoso pintor Lasar Segall. Ao todo, o H9J já estava com 120 leitos.

Em 2008 o hospital foi adquirido pelo empresário Edson Bueno, que iniciou uma nova fase de investimentos em estrutura, tecnologia e pessoas e reafirmou o H9J como um hospital focado em alta complexidade. Neste período, conquistou certificações de qualidade nacionais e internacionais – ONA, Canadense e a Joint Commission Internacional (JCI).

 

O H9J construiu sua história com uma visão que vai além da doença: o foco na saúde global da pessoa. Visite o nosso hotsite, criado especialmente para comemorar os nossos 60 anos, e saiba mais sobre nossa história: http://www.h9j60anos.com.br/

 
Escrito em 14 de jul de 2015

H9J é um dos primeiros a investir em cirurgia robótica

Categorias: Sua Saúde, Vídeos    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

O Hospital 9 de Julho é um dos primeiros hospitais a trazer o sistema robótico Da Vinci ao Brasil. O H9J desponta como um centro de excelência na área ao reunir um grande número de profissionais especializados e ter realizado quase 700 procedimentos, alguns deles inéditos no País. Assista nosso vídeo.

 

 
Escrito em 02 de jul de 2015

Fibromialgia: quais os sintomas mais comuns?

Categorias: Dor e Neurocirurgia Funcional    Autor: Dr. Nilton Salles   
 

shutterstock_91893314

A fibromialgia é uma síndrome dolorosa crônica caracterizada por dor generalizada músculo-esquelética. A doença é considerada uma patologia ligada diretamente ao funcionamento do sistema nervoso, especialmente em relação à regulação da transmissão e interpretação dos estímulos dolorosos.

Estima-se que cerca de 2% a 4% da população sofra com a fibromialgia, na maioria dos casos, mulheres adultas com idade entre 30 e 50 anos. Sabe-se também que a disfunção é frequentemente acompanhada de outras síndromes e queixas como fadiga, distúrbios de sono e emocionais.

Sintomas

Uma pessoa pode suspeitar da doença quando estiver com dor intensa em grande parte do corpo por pelo menos 3 meses. A dor pode ser descrita de várias maneiras, até mesmo com sensação de queimação ou formigamento.

Em associação pode haver problemas de dor de cabeça, dor para menstruar, irritabilidade, ansiedade, sintomas depressivos, dificuldades de memória e concentração, distúrbios do sono entre outros.

Diagnóstico

O diagnóstico da fibromialgia é clínico. A pesquisa de exames complementares serve para avaliar a possibilidade da presença de outras doenças que cursem com dores semelhantes ou que possam ser o desencadeante do problemas. A fibromialgia costuma estar associada a doenças reumatológicas inflamatórias, o que pode dificultar a sua identificação nestes pacientes.

É importante saber também que a doença é tratável e que a dor não é normal, mas um sinal do organismo de que algo não vai bem. Não deixe de procurar o reumatologista para entender o que está acontecendo e fazer o tratamento correto.

Dr. Nilton Salles, reumatologista do Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho.

 

 
Página 1 de 8312345678910...203040...Última »