Arquivos de julho, 2009

Escrito em 17 de jul de 2009

Prontos para a lei antifumo

Categorias: Institucional    Autor: Simone Machado   
 

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A chamada lei antifumo, uma regulamentação sancionada pelo governador José Serra (PSDB) no último mês de maio, proíbe o uso de cigarro e derivados de tabaco em ambientes de uso coletivo, tanto públicos quanto privados, em todo o Estado de São Paulo. Por enquanto, bares, restaurantes e danceterias estão em fase de adaptação, já que a lei entra em vigor em agosto – ainda é possível ver pessoas fumando em alguns restaurantes, por exemplo. Quando a nova lei começar a valer, deverá haver uma mudança grande de comportamento da população, bastante acostumada com a divisão, às vezes precária, entre áreas de fumantes e não-fumantes nos locais. O que se espera com isso, além de acabar com a figura do fumante passivo, é também desestimular o fumo, reduzindo o número de fumantes – só no Brasil, 30% da população adulta fuma. “A redução do tabagismo passivo será muito importante, porque quem está ao lado do fumante também inala toda fumaça e as substâncias tóxicas nela presentes”, explica o pneumologista do Hospital 9 de Julho, Dr. Pedro Medeiros Junior. “Dados da Organização Mundial da Saúde mostram que filhos de pais fumantes têm de cinco a dez vezes mais chances de desenvolver asma, bronquite e alergias respiratórias“, complementa.

A vantagem, atualmente, é que existem alternativas eficientes para ajudar quem fuma a abandonar o vício. A melhor recomendação para quem não consegue parar sozinho, é procurar ajuda médica – o acompanhamento médico e psicológico, junto com a prescrição de alguns medicamentos de auxílio, pode ajudar bastante e ter resultados efetivos. Eles auxiliam a pessoa a driblar a falta das substâncias presentes no tabaco, como a nicotina – é ela a principal responsável pela sensação de bem-estar descrita pelos fumantes. Isso porque a nicotina atinge determinadas partes do encéfalo, desencadeando uma descarga de dopamina, substância que provoca a sensação de prazer. Porém, como ocorre com diversos estimulantes, com o passar do tempo esse efeito só é obtido com doses maiores – e cada pessoa vai aumentando o número de cigarros por dia até atingir seu índice máximo de tolerância, alguns fumando um maço inteiro, outros meio maço por dia. “Esse efeito acontece porque o cigarro é uma droga como qualquer outra, que causa dependência e tolerância. E ela provoca também uma dependência psíquica, que precisa ser trabalhada numa terapia para que a pessoa consiga parar sem ter recaídas“, afirma o médico.

As conseqüências da persistência no fumo aparecem com o tempo, provocadas pelas mais de 4.700 substâncias tóxicas do cigarro. Pode ocorrer enfisema pulmonar, bronquite crônica e o risco de câncer se torna até 20 vezes maior. O cigarro também acelera o envelhecimento dos vasos arteriais e determina o aparecimento de esclerose precoce, aumentando o risco de infarto agudo do miocárdio, acidentes vasculares cerebrais, impotência sexual, úlcera gástrica, Alzheimer e osteoporose. “A maioria das doenças que mais matam no mundo hoje está relacionada ao cigarro“, diz Dr. Pedro Medeiros. Ah, fumantes ainda aparentam ser cinco anos mais velhos do que são!

O estímulo para quem fuma é que, ao parar com o cigarro, a pressão arterial e os batimentos cardíacos caem logo após e o risco de úlcera gástrica também fica reduzido minutos depois que você para de fumar. Após um ano, o risco de doenças do coração cai pela metade. E de tumores na bexiga, cabeça, pescoço e pulmão vão se reduzindo com os anos. Após 15 anos, o risco de AVC volta ao nível de quem não fuma. Portanto, neste caso, tempo é saúde e não vale a pena esperar muito.

 
Escrito em 08 de jul de 2009

Melhoria contínua

Categorias: Institucional    Autor: Simone Machado   
 

O Hospital 9 de Julho acredita que conforto e bem-estar em um ambiente saudável são fundamentais na recuperação de seus pacientes. Por isso o hospital está em constante processo de melhorias e modernização. Confira no vídeo o que já é realidade e o que está por vir, apresentado por Luciano Gehrke, Gerente de Engenharia do Hospital 9 de Julho.

A grande reforma – Hospital 9 de Julho

 
Escrito em 08 de jul de 2009

Cuidados no inverno

Categorias: Grupos de Estudos    Autor: Simone Machado   
 

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Durante o inverno, com as temperaturas mais baixas e o ar mais seco, nosso sistema respiratório fica mais vulnerável, facilitando o surgimento de doenças respiratórias como gripes, resfriados, rinites, alergias, sinusites, bronquites e asma. As internações nos pronto-socorros aumentam, afetando inclusive crianças e idosos. Para explicar melhor porque isso acontece e que medidas podem ser adotadas para prevenir esses quadros, convidamos o otorrinolaringologista do 9 de Julho Dr. José Ricardo Gurgel Testa.

Clique play e saiba mais.

 
Escrito em 08 de jul de 2009

Processos de Acreditação no H9J

Categorias: Institucional    Autor: Simone Machado   
 

Em fevereiro de 2008 o Hospital 9 de Julho obteve a Acreditação Nível 3 da ONA.

Esta pode parecer uma informação extremamente técnica ou apenas um parâmetro administrativo, mas ela é bastante útil aos pacientes. Ao obter esta certificação, o hospital, ou qualquer outra instituição que o tenha, atesta que todos os seus procedimentos estão de acordo com os princípios de excelência do Manual Brasileiro de Acreditação no que diz respeito à estrutura, aos processos e aos resultados obtidos.

Todo esse processo de certificação começou em 2003, quando o hospital recebeu a Acreditação Nível 2 da ONA. Apesar de bastante satisfeitos, mas decididos a um aprimoramento contínuo, a administração decidiu, em 2007, fazer uma revisão na missão e nos objetivos estratégicos da instituição, realizando mudanças no modelo de gestão, envolvendo toda a equipe.

Motivados pela busca da excelência e pela melhoria contínua em seus processos, logo após a conquista do Nível 3, em 2008, o Hospital 9 de Julho deu inicio a um novo desafio: conquistar a Acreditação Internacional – Modelo Canadense. “Os nossos referenciais comparativos mudaram: não comparamos nossos indicadores apenas com as melhores práticas nacionais, mas com as melhores práticas e indicadores de qualidade consagrados mundialmente“, explica Mariana Vendemiatti, responsável pela Gestão da Qualidade e Riscos da instituição.

O grande diferencial da Acreditação Internacional – Modelo Canadense é a avaliação do fluxo do paciente como um todo, ou seja, as áreas não são avaliadas individualmente, cada uma com seus processos específicos. A avaliação é feita em todo o caminho percorrido pelo paciente durante o seu processo de internação, garantindo assim maior integração entre as áreas, a continuidade do cuidado prestado e a máxima segurança do paciente.

O Hospital 9 de Julho está se preparando para receber a visita do CCHSA (Conselho Canadense para Acreditação dos Serviços de Saúde) em novembro de 2009, na certeza de que irá sempre trabalhar para a segurança do paciente e melhoria dos processos institucionais.

 
Escrito em 08 de jul de 2009

Como é o hospital

Categorias: Institucional    Autor: Simone Machado   
 

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Dizem que uma história para ser boa tem de ter começo, meio e fim. Mas essa história que começou em 1955, próximo à Avenida Paulista, em São Paulo, está só começando. O Hospital 9 de Julho tem uma trajetória de constantes modernizações que hoje fazem dele uma das mais importantes instituições privadas de saúde do País. Avanços fundamentais e significativos, que unem a incorporação da tecnologia com uma boa dose de humanização no atendimento – uma das tendências que cresce dentro da assistência à saúde.

Para que isso aconteça, o hospital dispõe de um dos mais modernos centros cirúrgicos do País, onde são feitas cirurgias de diversos tipos de complexidade, incluindo transplantes entre pacientes vivos – e no qual podem ser feitas até 14 cirurgias ao mesmo tempo. O hospital dispõe de mais de 30 especialidades de atendimento ambulatorial, com são 1,5 mil colaboradores e mais de 3,6 mil médicos cadastrados, 270 leitos (sendo 60 de UTI). No pronto-socorro foram adotados fluxos diferenciados de atendimento para priorizar tratamento de pessoas em situação de risco.

Além disso, o hospital está investindo em uma grande reforma que otimizará seus espaços, ampliando algumas unidades, como a UTI, inaugurada recentemente. São todas unidades que funcionam interligadas e ao mesmo tempo de maneira autônoma, fazendo com que o hospital seja capaz de oferecer o melhor atendimento para a necessidade de cada paciente.

O Hospital 9 de Julho completa 54 anos, neste mês, e está cada vez mais novo!

 
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