Desde que foi notificada no México, a gripe Influenza A (H1N1), que ficou conhecida também como Gripe Suína, tem mobilizado as autoridades de saúde mundiais, que trabalham no monitoramento, prevenção e controle dos casos. Confira no vídeo os principais cuidados no combate ao vírus e as recomendações feitas pelo Dr. Gustavo Henrique Johanson, Infectologista do Hospital 9 de Julho.
Arquivos de setembro, 2009
Previna-se contra a Gripe Suína – Influenza A (H1N1)
Categorias: Grupos de Estudos Autor: Simone MachadoCentro de Medicina do Exercício e do Esporte
Categorias: Medicina do Exercício e do Esporte Autor: Hospital 9 de JulhoConheça mais esse Centro de Referência do Hospital 9 de Julho na apresentação abaixo:
O bem-estar em primeiro lugar
Categorias: Grupos de Estudos Autor: Simone Machado
Dentro e fora dos hospitais, todo cuidado médico está em constante evolução – seja para desenvolver tratamentos para doenças antes sem cura ou oferecer cuidados que promovam o bem-estar em situações difíceis. No primeiro caso, há um fluxo constante de medicamentos sendo lançados, técnicas cirúrgicas sendo aperfeiçoadas e exames de diagnóstico cada vez mais sofisticados. Na segunda situação, há profissionais de várias áreas da saúde estudando e pesquisando as melhores formas de oferecer um atendimento humanizado, centrado na qualidade de vida do paciente e de sua família. Esta abordagem, que foi sistematizada a partir da Segunda Guerra Mundial e colocada como disciplina médica há cerca de dez anos, atende hoje pelo nome de cuidados paliativos.
“Desde que existe a Medicina, existem os cuidados paliativos. O lema é curar quando possível, mas dar conforto e uma vida digna ao paciente sempre”, resume o Dr. Marcelo Levites, médico de família e membro do Grupo de Estudos em Cuidados Paliativos do Hospital 9 de Julho. Ele explica que essa abordagem médica está centrada em três princípios básicos: controle de sintomas, comunicação eficaz e suporte emocional. “Procuramos melhorar a comunicação, explicar o que está acontecendo ao paciente e sua família, oferecendo um suporte emocional para que eles enfrentem a situação da melhor maneira possível, sem se sentirem desamparados”, diz o médico.
Em hospitais onde há um grupo especializado em cuidados paliativos, como no caso do Hospital 9 de Julho, a equipe (médicos, enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, entre outros profissionais) trabalha em conjunto para oferecer os recursos mais modernos da medicina aliado a esse suporte emocional, dialogando sempre que possível com o paciente e seus familiares. “Os próprios médicos recorrem ao grupo quando sentem necessidades, pedindo orientações sobre os melhores cuidados para seus pacientes”, afirma o Dr. Levites. O objetivo principal de quem trabalha na área é minimizar a dor e o sofrimento enquanto a cura não é possível. “É o compromisso médico de dar conforto além da cura”, finaliza o médico.

Dra. Mariza D’Agostino Dias, médica-chefe da UTI geral do Hospital 9 de Julho
Todos sabemos da importância do oxigênio na vida dos seres vivos. O que muitas pessoas não imaginam é que esse elemento, fundamental na respiração e combustão, também pode ser usado, por meio da tecnologia, como um recurso médico no tratamento de diversos problemas, como infecções de tratamento geralmente demorado e difícil. Este é o princípio da câmara hiperbárica, um equipamento moderno que faz parte dos recursos oferecidos aos pacientes pelo Hospital 9 de Julho.
De acordo com a Dra. Mariza D’Agostino Dias, médica-chefe da UTI geral do hospital, a câmara hiperbárica é responsável por levar oxigênio a lugares do corpo que apresentem alguma deficiência. O paciente fica confortavelmente deitado dentro da câmara com oxigênio puro para respirar, enquanto a pressão é elevada gradualmente – acima da pressão ambiente. As sessões duram de 90 a 120 minutos.
“O paciente recebe oxigênio puro que, por meio da respiração, vai dos pulmões para o sangue e circula em grande quantidade pelo corpo, principalmente em locais onde exista uma carência, como feridas crônicas, infecções rebeldes, lesões como traumatismos, queimaduras e outros problemas complexos”, explica Dra. Mariza. “Esse tratamento é chamado de oxigenoterapia hiperbárica (OHB).”
O tratamento combate bactérias e fungos que estejam provocando infecções no corpo do paciente. Na grande maioria dos casos, ele não provoca qualquer tipo de desconforto. Alguns efeitos começam a aparecer logo após a primeira sessão, outros são mais tardios, surgindo no decorrer de horas ou dias após as aplicações.
O serviço de oxigenoterapia hiperbárica do Hospital 9 de Julho foi o primeiro do tipo em uma instituição privada e conta com três câmaras hiperbáricas. “Estudos comprovam, por exemplo, que em casos de feridas em pés de diabéticos, a necessidade de amputação diminui de 33% para 8% quando se acrescenta este recurso ao tratamento”, complementa.
Viva sem dor
Categorias: Dor e Neurocirurgia Funcional Autor: Simone Machado
Quem nunca sentiu dor? Desde que de nascemos até ao final de nossas vidas estamos sujeitas a ela. Apesar de não ser uma sensação agradável, a dor é um importante sinal do nosso corpo, avisando-nos de que algo pode não estar funcionando e servindo de alerta para complicações mais sérias. É o caso das dores agudas como as geradas por apendicites, infartos do miocárdio, cólicas e traumas.
Há, porém, algumas dores que deixam de ser sinal de alerta para se tornar um verdadeiro martírio. São as chamadas dores crônicas, que ocorrem muitas vezes mesmo que o seu motivo – a doença – já nem exista mais, e persistem ao longo dos anos. São exemplos as neuropatias diabéticas, herpes-zoster, entre outras.
Quem sofre de dor crônica acumula diversas disfunções, já que ela interfere diretamente nas atividades físicas, na qualidade do sono, na auto-estima e nos relacionamentos de uma forma geral, gerando um ciclo vicioso de problemas físicos e emocionais.
No Brasil, a terapia da dor chegou há mais de 30 anos. O conceito de ser a parceira inseparável da doença deixou de ser aceito e hoje há controle para os mais diversos tipos de problemas, desde a enxaqueca, que atinge 1/5 da população mundial, até as dores originárias de doenças mais sérias, como o câncer.
O Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho, em São Paulo, foi o pioneiro no segmento privado brasileiro inteiramente dedicado ao tratamento da dor, e conta atualmente com a mais completa infraestrutura para este tipo de atendimento. São 40 profissionais de diversas especialidades, como acupuntura, fisiatria, fisioterapia, neurologia, neurocirurgia, psicologia, odontologia e enfermagem, que de forma integrada avaliam as melhores soluções para cada paciente.
“Enxergamos o indivíduo em sua especificidade, discutindo em equipe as melhores opções terapêuticas entre medicamentos, reabilitação física, acompanhamento psicológico e procedimento cirúrgico que possam gerar melhores resultados para o seu caso”, relata o coordenador do Centro, Dr. Cláudio Fernandes Corrêa.
Dr. Cláudio ressalta ainda que o Centro diferencia-se dos demais do segmento por ser integrado a um serviço de neurocirurgia funcional e neuro-oncologia, que engloba o tratamento de disfunções correlatas com a dor, como distúrbios do movimento e tumores cerebrais. “São áreas que requerem profissionais especializados e afins com o tratamento da dor e suas mais avançadas tecnologias”.
“Ainda que nem todas as dores possam ser totalmente extinguidas, é possível voltar a ter qualidade de vida. No mais, o pensamento positivo diante da dor é a melhor forma de torná-la menos importante”, finaliza o especialista.


















