Arquivos de fevereiro, 2010

Escrito em 26 de fev de 2010

Diabetes e oftalmologia

Categorias: Diabetes    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

Uma das decorrências da hiperglicemia (alta concentração de glicose no sangue, provocando diabetes) é a má circulação. Por causa dela, os pequenos vasos sanguíneos do corpo podem ser prejudicados. Um dos locais onde estes danos ocorrem é na retina.

A diabetes é uma doença perigosa e pode causar alterações em diferentes órgãos do corpo humano. No olho, pode alterar vários tecidos. A catarata e o glaucoma podem ser mais freqüentes em diabéticos, mas é a retinopatia diabética a doença mais grave nesse grupo de pacientes.

A retinopatia diabética ocorre pelas alterações vasculares, que provocam lesão das paredes dos vasos oculares. Ela não ocorre imediatamente após o diagnóstico da doença, mas em decorrência das alterações glicêmicas ao longo dos anos.

Muitas vezes o paciente não sabe que tem diabetes e quando o diagnóstico da doença é feito, ele já apresenta retinopatia diabética. Sendo assim, recomendamos que seja feito um exame oftalmológico com ênfase ao exame de fundo de olho, logo que o diagnóstico de diabetes seja feito. Depois dessa primeira avaliação, o médico orienta como devem ser feitas as novas avaliações e acompanha o paciente com reavaliações anuais.

Como o próprio nome diz, a retinopatia diabética é uma doença que afeta os vasos da retina. As alterações vasculares levam à má circulação e a falta de irrigação adequada dos tecidos é um estímulo para a proliferação de novos vasos, que por sua vez não têm a estrutura de um vaso normal.
Esta formação neovascular é frágil e trata-se de uma tentativa do tecido humano em restabelecer a irrigação sanguínea necessária à retina. Estes vasos mal formados podem causar hemorragias no olho.

As hemorragias, por sua vez, podem ocorrer na retina ou dentro do olho (na cavidade vítrea) levando a uma intensa dificuldade visual. Esse quadro deve ser avaliado pelo médico oftalmologista, que pode decidir aguardar a absorção do sangue para depois fazer o tratamento adequado ou indicar uma cirurgia para limpeza do sangue.

Conforme explica a Dra. Ana Luísa Höfling-Lima, oftalmologista do Hospital 9 de Julho e professora titular do Departamento de Oftalmologia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), “a retinopatia com proliferação vascular ou ‘proliferativa’, pode ser tratada com um tipo específico de laser para uso no olho”. Esse laser é aplicado na retina que apresenta má circulação e o tratamento é conhecido como “fotocoagulação“. Equipamentos modernos de laser podem fazer o tratamento com o menor dano possível à retina. Após uma ou mais seções de tratamento, o paciente deve continuar acompanhando seu quadro clínico, atento a possíveis mudanças.

Como sempre, o melhor procedimento é a prevenção, alerta a oftalmologista. Testar o nível de açúcar no sangue permite detectar o diabetes precocemente e evita uma série de complicações, como a retinopatia diabética. “Por ser muito comum em diabéticos e ter uma progressão lenta, muitas vezes o paciente nem percebe que está perdendo a visão, ou só percebe quando é tarde demais”, avisa a Drª Hofling-Lima. Visitas regulares ao oftalmologista também ajudam a diagnosticar os danos na retina e impedir a doença de progredir. “O exame oftalmológico detecta a doença em seus primeiros estágios, e pode evitar a perda da visão”.

 
Escrito em 11 de fev de 2010

Não quebre a magia do Carnaval

Categorias: Institucional    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

 
Escrito em 11 de fev de 2010

Proteja-se. Use preservativo nesse Carnaval

Categorias: Institucional    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

 
Escrito em 08 de fev de 2010

Centro de Referência em Oncologia

Categorias: Oncologia    Autor: Átila Iamarino   
 

O câncer já é apontado como a segunda maior causa de morte por doença no mundo todo, e apesar dos avanços da medicina em termos de diagnósticos e tratamentos, constitui ainda um dos maiores desafios da medicina. Como câncer pode ocorrer nos mais diversos órgãos e tecidos do corpo, a complexidade dessa enfermidade aumenta ainda mais.

É essa complexidade que gera a necessidade do envolvimento de todas as especialidades médicas em torno do diagnóstico e tratamento dos pacientes. As rotinas dos médicos e pacientes que lutam contra essa doença envolvem múltiplos exames, como biópsias, exames radiológicos cada vez mais precisos, como a ressonância magnética, tomografia computadorizada multi slice e o PET-Scan, tratamentos como a quimioterapia, terapias moleculares e a radioterapia conformacional. Além dos mais diversos tipos de cirurgia, hoje cada vez mais seguras e menos invasivas, fisioterapia e até mesmo cuidados com a alimentação.

Assim, o Hospital 9 de Julho, pioneiro em tratamento de câncer e integração de especialidades, conta com um Centro de Referência de Câncer, que reúne profissionais como oncologistas clínicos, cirurgiões oncológicos, nutricionistas, psicólogos, fisioterapeutas, farmacêuticos e enfermagem, todos com formação em oncologia, garantindo o melhor tratamento aos pacientes e em um só lugar.

Dessa forma, todas as etapas que vão do diagnóstico à reabilitação são realizadas em um mesmo centro, com agilidade – um dos ingredientes que aumentam as chances de recuperação em uma doença cujas possibilidades de cura crescem cada vez mais.

Acompanhe uma conversa com o Dr. Cid Gusmão, oncologista clínico e coordenador do Centro de Referência em Oncologia do Hospital 9 de Julho, em que ele explica as vantagens de um centro integrado e como essa iniciativa prepara o Hospital 9 de Julho para o futuro.

 
Escrito em 05 de fev de 2010

Fórum de assistência médica em corridas de rua – Tendências e desafios

Categorias: Medicina do Exercício e do Esporte    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

Divulgação do Fórum de Assistência Médica em Corridas de Rua, evento que vai discutir assuntos que envolvem a parte médica durante a prática de corridas de rua e como as empresas vem se estruturando pra garantir essa segurança aos corredores que acontecerá no dia 05/02/2010.


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