O coração é um dos nossos órgãos mais importantes. Precisa manter o ritmo para que todo o corpo funcione direito. Mais nem sempre isso acontece e, nessas horas, é fundamental poder contar com uma atenção completa, que reúna o leque de opções disponíveis, desde os tratamentos convencionais até os mais inovadores e diferenciados.
Quando o problema está na válvula aórtica, que controla a irrigação de sangue do coração para o resto do corpo, a preferência normalmente é pela cirurgia. Mas o Hospital 9 de Julho também oferece o Implante Transcateter de Prótese Valvar Aórtica (Tavi) para os casos em que o paciente está em estado grave e não tem condições de passar por procedimento invasivo e complexo, como a cirurgia.
O Dr. Paulo Pego, cirurgião cardiovascular do H9J, reforça que a cirurgia de válvula aórtica convencional é bem estabelecida como principal abordagem de tratamento para doenças cardíacas como a estenose, abertura incompleta da válvula, e insuficiência cardíaca, quando a válvula perde sua função e deixa o sangue voltar para o coração.
“O Tavi é utilizado como alternativa em casos bem específicos, apenas em pacientes muito bem indicados, com grande desequilíbrio funcional que inviabilize a cirurgia. Por isso, é fundamental que um hospital focado em alta complexidade ofereça essa opção terapêutica”, explica o Dr. Pego. Entre os elegíveis para o procedimento estão as pessoas que, além dos problemas cardíacos citados, possuem insuficiência hepática e renal, idosos, doenças pulmonares graves etc.
Procedimento
Menos invasivo, o Tavi é realizado por uma punção (acesso) pela artéria femural, por onde o cirurgião passa um cateter até a artéria aórtica e insere um stent (endoprótese expansível) na região afetada. “Por não ser agressivo ao corpo como a cirurgia convencional, o procedimento tem mais chances de ser bem sucedido e, o paciente, de apresentar melhora e ter mais qualidade de vida”, salienta o Dr. Pego.















