
Dores podem incomodar por sua intensidade e por sua frequência. No caso da enxaqueca, esses dois fatores costumam andar juntos, afetando a qualidade de vida e o rendimento de nossas atividades.
A enxaqueca é um distúrbio neurológico crônico que se caracteriza por fortes dores de cabeça, que podem ser acompanhadas por náuseas, transpiração, sensibilidade a luz e barulho, entre outros fatores.
Mas apesar de não ter cura, podemos tomar algumas medidas para diminuir sua frequência e intensidade. Essas medidas são divididas entre profiláticas e reativas.
As medidas reativas tratam com medicamentos a crise no momento em que ela ocorre, atacando a dor e outros sintomas relacionados. É importante, contudo, evitar exageros no uso de analgésicos para evitar outros problemas de saúde.
Já as medidas profiláticas têm como objetivo diminuir a sua frequência, intensidade e duração. Evitar alguns excessos pode contribuir positivamente com a prevenção no nosso cotidiano. No caso da enxaqueca, derivados do leite, cafeína e álcool, por exemplo, devem ser consumidos com parcimônia. Uma alimentação e sono bem regulados também ajudam a evitar as crises.
Se elas persistirem mesmo após esses ajustes em nossos hábitos cotidianos, é possível recorrer a terapias específicas e medicamentos anti-histamínicos, beta-bloqueadores, entre outros. Nesse caso, devemos sempre procurar um médico especialista para indicar o tratamento mais adequado.
















A dor nas costas é uma das dores mais comuns que temos; desde os jovens até os mais velhos, homens e mulheres, todos são vítimas desse mal.



