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	<title>Por Dentro do 9 de Julho &#187; Dor e Neurocirurgia Funcional</title>
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	<description>Novidades e notícias do Hospital 9 de Julho</description>
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		<title>Enxaqueca e qualidade de vida</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Nov 2011 18:36:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hospital 9 de Julho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dor e Neurocirurgia Funcional]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
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		<category><![CDATA[Hospital 9 de Julho]]></category>
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		<description><![CDATA[
Dores podem incomodar por sua intensidade e por sua frequência. No caso da enxaqueca, esses dois fatores costumam andar juntos, afetando a qualidade de vida e o rendimento de nossas atividades.
A enxaqueca é um distúrbio neurológico crônico que se caracteriza por fortes dores de cabeça, que podem ser acompanhadas por náuseas, transpiração, sensibilidade a luz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-large wp-image-2998" title="shutterstock_77905405" src="http://www.pordentrodo9dejulho.com.br/wp-content/uploads/2011/11/shutterstock_77905405-590x448.jpg" alt="" width="590" height="448" /></p>
<p><strong>Dores </strong>podem incomodar por sua intensidade e por sua frequência. No caso da <strong>enxaqueca</strong>, esses dois fatores costumam andar juntos, afetando a qualidade de vida e o rendimento de nossas atividades.</p>
<p>A <strong>enxaqueca</strong> é um distúrbio neurológico crônico que se caracteriza por <strong>fortes dores de cabeça</strong>, que podem ser acompanhadas por náuseas, transpiração, sensibilidade a luz e barulho, entre outros fatores.</p>
<p>Mas apesar de não ter cura, podemos tomar algumas medidas para diminuir sua frequência e intensidade. Essas medidas são divididas entre profiláticas e reativas.</p>
<p>As medidas reativas tratam com medicamentos a crise no momento em que ela ocorre, atacando a dor e outros sintomas relacionados. É importante, contudo, evitar exageros no uso de analgésicos para evitar outros problemas de saúde.</p>
<p>Já as medidas profiláticas têm como objetivo diminuir a sua <strong>frequência</strong>, <strong>intensidade</strong> e <strong>duração</strong>.  Evitar alguns excessos pode contribuir positivamente com a prevenção no nosso cotidiano. No caso da enxaqueca, derivados do leite, cafeína e álcool, por exemplo, devem ser consumidos com parcimônia. Uma alimentação e sono bem regulados também ajudam a evitar as crises.</p>
<p>Se elas persistirem mesmo após esses ajustes em nossos hábitos cotidianos, é possível  recorrer a terapias específicas e medicamentos anti-histamínicos, beta-bloqueadores, entre outros. Nesse caso, devemos sempre procurar um médico especialista para indicar o tratamento mais adequado.</p>
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		<title>O que fazer quando sentimos dor?</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Oct 2011 21:41:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hospital 9 de Julho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dor e Neurocirurgia Funcional]]></category>
		<category><![CDATA[Sua Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[Hospital 9 de Julho]]></category>
		<category><![CDATA[hospital nove de julho]]></category>

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		<description><![CDATA[A dor é a sensação de desconforto gerada através de estímulos neurológicos a lesões reais ou potenciais dos tecidos de nosso corpo. Muitas vezes ela é causada por lesões ou traumas, mas também pode ser por alguma reação nociva a nosso corpo.
Segundo o Dr. Claudio Fernandes Correa, neurocirurgião do Hospital 9 de Julho, o tratamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A dor é a sensação de desconforto gerada através de estímulos neurológicos a lesões reais ou potenciais dos tecidos de nosso corpo. Muitas vezes ela é causada por lesões ou traumas, mas também pode ser por alguma reação nociva a nosso corpo.</p>
<p>Segundo o <strong>Dr. Claudio Fernandes Correa</strong>, neurocirurgião do <strong>Hospital 9 de Julho</strong>, o tratamento da dor não precisa, necessariamente, ser feito com o auxílio médico.  A mistura de remédios, entretanto, pode causar males ainda maiores à saúde, como coagulação de sangue, irritação do aparelho digestivo e insuficiência renal crônica, como já falamos aqui. A quantidade de analgésicos também deve ser controlada para evitar maiores problemas á saúde.</p>
<p><a href="http://www.pordentrodo9dejulho.com.br/wp-content/uploads/2011/10/shutterstock_81668005.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-2928" title="shutterstock_81668005" src="http://www.pordentrodo9dejulho.com.br/wp-content/uploads/2011/10/shutterstock_81668005-590x470.jpg" alt="" width="590" height="470" /></a></p>
<p>Já quando a dor persiste mesmo com o uso de analgésicos, ou quando é muito intensa e tem alguma característica marcante, é importante buscar ajuda especialista imediata para identificar a sua natureza. Dores de cabeça muito fortes, por exemplo, podem indicar algum problema neurológico ou mesmo rompimento em algum vaso sanguíneo.</p>
<p>Outro tipo de dor bastante conhecido é a enxaqueca, dor normalmente pulsátil que ocorre muitas vezes em apenas um lado da cabeça e persiste por horas.</p>
<p>A <strong>enxaqueca </strong>não tem cura, mas pode ser tratada de maneira profilática, através de medidas que ajudam a diminuir a frequência em que ela ocorre e também de maneira reativa, atuando sobre a crise no momento em que ela ocorre.</p>
<p>Consulte seu médico para identificar o tratamento mais adequado.</p>
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		<title>Dor nas costas: entenda melhor como ela é causada</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jun 2011 20:17:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hospital 9 de Julho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dor e Neurocirurgia Funcional]]></category>
		<category><![CDATA[antiinflamatórios]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia]]></category>
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		<category><![CDATA[Dr. Alexandre Elias]]></category>
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		<category><![CDATA[Hospital 9 de Julho]]></category>
		<category><![CDATA[lombalgia]]></category>

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		<description><![CDATA[A dor nas costas é uma das dores mais comuns que temos; desde os jovens até os mais velhos, homens e mulheres, todos são vítimas desse mal.
Para provar isso, uma das doenças responsáveis por este tipo de dor, a lombalgia, atinge 90% da população brasileira. Destas pessoas, cerca de 20% apresentam algum problema mais sério, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-2616" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="costas3" src="http://www.pordentrodo9dejulho.com.br/wp-content/uploads/2011/06/costas3.jpg" alt="" width="334" height="536" align="left" />A <strong>dor nas costas</strong> é uma das dores mais comuns que temos; desde os jovens até os mais velhos, homens e mulheres, todos são vítimas desse mal.</p>
<p>Para provar isso, uma das doenças responsáveis por este tipo de dor, a <strong>lombalgia</strong>, atinge <strong>90% da população brasileira</strong>. Destas pessoas, cerca de 20% apresentam algum problema mais sério, que pode levar até mesmo à incapacitação e afastamento das rotinas do cotidiano &#8211; talvez até definitivamente.</p>
<p>Segundo o <strong>Dr. Alexandre Elias</strong>, neurocirurgião especialista em coluna do <strong>Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional</strong> do <strong>Hospital 9 de Julho</strong>, “<em>em boa parte destes casos, ela ocorre por distensão muscular</em>”. A boa notícia é que este tipo de dor costuma melhorar em algumas semanas. Aplicar gelo (ou calor, dependendo do caso), seguir a medicação de antiinflamatórios prescrita pelo médico e exercícios que trabalhem a região com dor podem acelerar a recuperação.</p>
<p>É preciso tomar cuidado para não relevar um problema mais grave. “<em>A lombalgia que persiste por mais de três meses é referida como dor lombar crônica</em>”, afirma o Dr. Elias. Essa dor crônica pode ser sintoma de uma doença degenerativa da coluna. A partir disso, o tratamento será determinado após um estudo da região lesionada, podendo ser cirúrgico ou não.</p>
<p>Caso além da dor você tenha febre, sinta mais dor quando deitar ou em repouso, ou note perda de peso, procure seu médico com urgência: esses costumam ser indicadores de uma lesão mais grave.</p>
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		<title>Jornada de Dor e Neurocirurgia Funcional: Depressão</title>
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		<pubDate>Thu, 12 May 2011 13:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hospital 9 de Julho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dor e Neurocirurgia Funcional]]></category>
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		<description><![CDATA[Na última terça-feira, dia 10 de maio, o auditório do Hospital 9 de Julho recebeu profissionais da saúde para falar sobre os avanços no tratamento da depressão. O evento foi organizado pelo Dr. Claudio F. Corrêa, coordenador do Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do hospital.

Dividido em três partes com dois palestrantes cada, a Jornada teve [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na última terça-feira, dia <strong>10 de maio</strong>, o auditório do <strong>Hospital 9 de Julho</strong> recebeu profissionais da saúde para falar sobre os avanços no tratamento da depressão. O evento foi organizado pelo <strong>Dr. Claudio F. Corrêa</strong>, coordenador do <strong>Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional</strong> do hospital.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-2506" title="Dr. Frederico Navas Demétrio" src="http://www.pordentrodo9dejulho.com.br/wp-content/uploads/2011/05/DSC00666-590x331.jpg" alt="" width="590" height="331" /></p>
<p>Dividido em três partes com dois palestrantes cada, a Jornada teve início com o <strong>Dr. Frederico Navas Demétrio</strong>, do <strong>Instituto de Psiquiatria do HCUSP</strong>. O médico ressaltou a importância da doença como um problema de saúde pública e falou sobre os principais sintomas que levam ao diagnóstico da depressão, além do seu tratamento por meio de medicamentos.</p>
<p>Um ponto importante da fala do Dr. Demétrio é a evolução que os medicamentos anti-depressivos tiveram nos últimos anos, permitindo um tratamento mais preciso e com menos efeitos colaterais para o paciente. &#8220;<em>Porém, em casos mais complicados, outras estratégias &#8211; farmacológicas ou não &#8211; podem ser necessárias</em>&#8220;, ressalta o doutor.</p>
<p>O <strong>Dr. José Alberto Del Porto</strong>, professor doutor da <strong>UNIFESP</strong>, palestrou sobre os métodos e equipamentos que envolvem a<strong> ECT</strong>, ou eletroconvulsoterapia. O Hospital 9 de Julho está plenamente equipado para tratar de casos que requeiram este tipo de tratamento graças ao foco em excelência do Centro de Dor.</p>
<p>Devido a uma parceria do Dr. Corrêa com instituições internacionais, o <strong>Dr. Felipe Fregni</strong>, neurologista da <strong>Universidade de Harvard</strong>, agraciou o evento com uma palestra voltada à <strong>TMS</strong> (estimulação magnética transcraniana), uma técnica que pode ser usada no tratamento da depressão com resultados positivos. Fregni falou sobre a relação entre áreas específicas do cérebro e a doença, além de técnicas mais efetivas para seu tratamento e a relação entre os medicamentos e a TMS.</p>
<p>As discussões Também abrangeram os casos de depressão refratária, que acontecem quando os medicamentos não tem efeito imediato, apresentando rejeição pelo paciente e até efeitos colaterais mais danosos. Esse assunto foi abordado pelo <strong>Dr. Edson José Amâncio</strong>, do Hospital 9 de Julho, que falou sobre as alternativas de tratamento e do planejamento necessário para uma cirugia DBS (<em>Deep Brain Surgery</em>) de implante de eletrodo cerebral profundo. O Dr. Amâncio também apresentou estudos relacionados e ressaltou o efeito do aspecto emocional na depressão. &#8220;<em>Ainda temos muito o que aprender nessa área</em>&#8220;, afirma.</p>
<p>Para finalizar a jornada, o Dr. Claudio F. Corrêa, que aprofundou o tema da cirurgia DBS e apresentou exemplos do procedimento e seus resultados, especialmente quando direcionado à eliminação de sintomas do mal de <strong>Alzheimer</strong>. Confira no vídeo abaixo o depoimento do Dr. Corrêa sobre o evento e sua importância:</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="314" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/okEbr3Ezs_I?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="314" src="http://www.youtube.com/v/okEbr3Ezs_I?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Depressão: como está o tratamento?</title>
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		<pubDate>Fri, 06 May 2011 18:07:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hospital 9 de Julho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dor e Neurocirurgia Funcional]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional]]></category>
		<category><![CDATA[Depressão]]></category>
		<category><![CDATA[jornada]]></category>
		<category><![CDATA[palestra]]></category>

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		<description><![CDATA[Todos nos sentimos tristes algumas vezes, no nosso dia-a-dia. Quando alguma coisa não acontece como planejamos &#8211; uma briga, um machucado ou vários outros fatores &#8211; podemos ficar um pouco melancólicos. Porém, é importante não confundir tristeza com depressão.
Segundo a Organização Mundial da Saúde, a depressão afeta cerca de 340 milhões de pessoas em todo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todos nos sentimos tristes algumas vezes, no nosso dia-a-dia. Quando alguma coisa não acontece como planejamos &#8211; uma briga, um machucado ou vários outros fatores &#8211; podemos ficar um pouco melancólicos. Porém, é importante não confundir tristeza com depressão.</p>
<p>Segundo a <strong>Organização Mundial da Saúde</strong>, a depressão afeta cerca de <strong>340 milhões </strong>de pessoas em todo o mundo. No Brasil, são cerca de <strong>13 milhões</strong> de depressivos. Considerada o mal do século, é um <strong>transtorno psicológico</strong> caracterizado pela perda do prazer nas atividades cotidianas, apatia, alterações do sono e retraimento social, entre outros.</p>
<p>Pensando na seriedade do problema e nos desafios relacionados ao tratamento da depressão, o <strong>Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional </strong>do<strong> Hospital 9 de Julho</strong> preparou para a próxima semana, no dia <strong>10 de maio</strong>, uma jornada para tratar do tema, trazendo especialistas nacionais e internacionais, que abordarão técnicas de estimulação cerebral.</p>
<p>O evento, que acontecerá no anfiteatro do Hospital 9 de Julho, também trará um panorama do quadro clínico dessa doença, além de casos pouco ortodoxos.</p>
<p>Entre os palestrantes, estão o especialista em eletroconvulsoterapia, <strong>Prof. Dr. José Alberto Del Porto</strong>, da Unifesp, o perito em estimulação magnética transcraniana, <strong>Prof. Dr. Felipe Fregni</strong>, da <strong>Universidade de Harvard</strong> e o coordenador do evento, neurocirurgião funcional e presidente do instituto Simbidor, <strong>Dr. Claudio Corrêa</strong>.</p>
<p><object id="doc_74541" style="outline: none;" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="100%" height="600" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="name" value="doc_74541" /><param name="data" value="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf" /><param name="wmode" value="opaque" /><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="FlashVars" value="document_id=54538678&amp;access_key=key-29emggz7es6r0u2f68gu&amp;page=1&amp;viewMode=list" /><param name="src" value="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="flashvars" value="document_id=54538678&amp;access_key=key-29emggz7es6r0u2f68gu&amp;page=1&amp;viewMode=list" /><embed id="doc_74541" style="outline: none;" type="application/x-shockwave-flash" width="100%" height="600" src="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf" flashvars="document_id=54538678&amp;access_key=key-29emggz7es6r0u2f68gu&amp;page=1&amp;viewMode=list" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" bgcolor="#ffffff" wmode="opaque" data="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf" name="doc_74541"></embed></object></p>
<p>Não perca nossa cobertura completa do evento na próxima semana, aqui no <strong>Por Dentro do 9 de Julho</strong>!</p>
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		<title>A evolução da anestesia, pelo Dr. Valberto Cavalcante</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Apr 2011 21:07:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hospital 9 de Julho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dor e Neurocirurgia Funcional]]></category>
		<category><![CDATA[anestesia]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[dor crônica]]></category>
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		<category><![CDATA[Viva Sem Dor]]></category>

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		<description><![CDATA[Passando por métodos rudimentares, a anestesia evoluiu muito desde sua criação, há centenas de anos. Seu uso se estendeu da sedação em cirurgias até as mais recentes drogas para o controle da dor crônica.
Com grande versatilidade no seu uso, ela é parte fundamental dos mais diversos procedimentos médicos. No videocast da campanha Viva Sem Dor, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Passando por métodos rudimentares, a <strong>anestesia</strong> evoluiu muito desde sua criação, há centenas de anos. Seu uso se estendeu da sedação em cirurgias até as mais recentes drogas para o controle da <strong>dor crônica.</strong></p>
<p>Com grande versatilidade no seu uso, ela é parte fundamental dos mais diversos procedimentos médicos. No <em>videocast</em> da campanha <strong>Viva Sem Dor</strong>, do Centro de Dor do <strong>Hospital 9 de Julho</strong>, o anestesiologista <strong>Dr. Valberto Cavalcante</strong> aborda o assunto amplamente.</p>
<p>O Dr. Cavalcante fala sobre a atuação do anestesista, desde a primeira anestesia geral aplicada em um paciente a dor no pós-operatório. Passando pela atuação dos anestésicos na <strong>dor crônica</strong>, a bomba de PCA (<em>Analgesia Controlada pelo Paciente</em>) e as contra-indicações da anestesia. Confira abaixo:</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="390" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/BzjpAdQUCaY?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="390" src="http://www.youtube.com/v/BzjpAdQUCaY?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Campanha Viva Sem Dor 2011</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Feb 2011 22:37:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hospital 9 de Julho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dor e Neurocirurgia Funcional]]></category>
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		<category><![CDATA[Claudio Corrêa]]></category>
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		<description><![CDATA[
Ninguém gosta de sofrer, e quem já enfrentou problemas com dores agudas sabe que a própria dor pode ser muito mais incômoda do que a doença ou o acidente que a gerou.
Pensando nisso, pelo quarto ano consecutivo, o Hospital 9 de Julho promove o desenvolvimento de ações educativas para a conscientização da população e dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2222" title="logo_viva_5" src="http://www.pordentrodo9dejulho.com.br/wp-content/uploads/2011/02/logo_viva_5.jpg" alt="" width="400" height="213" /></p>
<p>Ninguém gosta de sofrer, e quem já enfrentou problemas com dores agudas sabe que a própria dor pode ser muito mais incômoda do que a doença ou o acidente que a gerou.</p>
<p>Pensando nisso, pelo quarto ano consecutivo, o <strong>Hospital 9 de Julho</strong> promove o desenvolvimento de ações educativas para a conscientização da população e dos profissionais da saúde sobre a importância do tratamento da dor.</p>
<p>No último dia de <strong>22 de fevereiro</strong> aconteceu a abertura da <strong>Campanha Viva Sem Dor</strong> <strong>de 2011</strong>, no anfiteatro do Hospital 9 de Julho, cujo foco esse ano são as <strong>dores agudas</strong>.</p>
<p>Para iniciar a campanha, o <strong>Dr. Claudio Corrêa</strong>, coordenador do <strong>Centro de Dor</strong> e neurocirurgião funcional, palestrou sobre os aspectos da dor aguda no cotidiano e suas implicações no longo prazo. A palestra foi assistida por pacientes e profissionais da saúde, que puderam colher informações aprofundadas sobre a importância de não tratar apenas as lesões, mas também a dor aguda.</p>
<p>&#8220;<strong>Prevenir, tratar, preservar</strong>&#8221; é o slogan e bandeira deste ano, em alinhamento com a <em>International Association for the Study of Pain</em> (IASP) – associação internacional para o estudo da dor.</p>
<p>Para saber mais sobre a Campanha Viva Sem Dor de 2011 e também sobre dor aguda, visite o <strong><a href="http://centrodedor.wordpress.com/" target="_blank">blog do Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional</a></strong> do <strong>Hospital 9 de Julho</strong>.</p>
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		<title>2010: Ano Mundial contra a Dor Musculoesquelética</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Jan 2010 13:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hospital 9 de Julho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dor e Neurocirurgia Funcional]]></category>
		<category><![CDATA[centro de dor]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[neurocirurgia]]></category>
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		<description><![CDATA[Pelo terceiro ano consecutivo, o Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho realizará sua campanha educativa em alinhamento com a IASP – International Association for the Study of Pain. Em 2010, os trabalhos estarão voltados para a Dor Musculoesquelética, com abordagens sobre o esforço repetitivo e o uso excessivo que provocam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="float: right; margin: 0 0 30px 30px;" src="http://www.pordentrodo9dejulho.com.br/wp-content/uploads/2009/12/post-blog-musuloesqueletico-20101.png" alt="" />Pelo <strong>terceiro ano consecutivo</strong>, o <a href="http://www.centrodedor.com.br/" target="_blank">Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional</a> do Hospital 9 de Julho realizará sua campanha educativa em alinhamento com a <a href="http://www.iasp-pain.org/" target="_blank">IASP – International Association for the Study of Pain</a>. Em 2010, os trabalhos estarão voltados para a <strong>Dor Musculoesquelética</strong>, com abordagens sobre o esforço repetitivo e o uso excessivo que provocam distúrbios como dor em articulações, músculos e estruturas circunjacentes. O <strong>Centro de Dor</strong> promoverá ao longo do próximo ano diversas ações para esclarecer o público leigo (pacientes e cuidadores), assim como profissional, dando continuidade à campanha VIVA SEM DOR, iniciada pelo Serviço em 2008.</p>
<p>Da dor lombar baixa (a mais comum dor musculoesquelética crônica) à tendinite, o objetivo do <strong>Centro de Dor</strong> é abordar aspectos físico, econômico e social relativos às doenças mais comuns neste segmento.</p>
<p>Você pode ajudar a campanha participando ativamente de nossas discussões e ações. E pode começar agora, nos informando o que gostaria que o <strong>Centro de Dor</strong> abordasse em benefício à prevenção e tratamentos adequados relativos à <strong>Dor Musculoesquelética</strong>.</p>
<p>Sua participação é importante e, por isto, aguardamos seus comentários.</p>
<p>Em breve, teremos mais informações sobre a campanha, com o calendário de atividades.</p>
<p>Siga o <strong>Viva Sem Dor</strong> no Twitter: <a href="https://twitter.com/vivasemdor" target="_blank">@vivasemdor</a></p>
<p>Participe! Comente!</p>
<hr style="margin-top: 20px;" noshade="noshade" /><span style="color: #666666;"><em>Texto publicado originalmente no blog do <a href="http://centrodedor.wordpress.com/2009/12/01/2010-ano-mundial-contra-a-dor-musculoesqueletica/" target="_blank">Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional</a>.</em></span></p>
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		<title>O que acontece com o seu cérebro quando você bebe demais?</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 15:56:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Átila Iamarino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dor e Neurocirurgia Funcional]]></category>
		<category><![CDATA[Sua Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[álcool]]></category>
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Alguns copos a mais e você sente dificuldade para falar com desenvoltura, falta de coordenação e equilíbrio, e para piorar, sua capacidade de julgamento já não é tão confiável, e é por isso mesmo que você insiste ainda em afirmar: estou completamente sóbrio. 
Todas essas consequências são reflexos da ação do álcool em um mesmo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="center" style="padding:10px 0px 10px 0px;"><img src="http://www.pordentrodo9dejulho.com.br/wp-content/uploads/2009/12/cérebro.jpg" alt="cérebro" title="cérebro" class="alignnone size-full wp-image-639" /></div>
<p>Alguns copos a mais e você sente dificuldade para falar com desenvoltura, falta de coordenação e equilíbrio, e para piorar, sua capacidade de julgamento já não é tão confiável, e é por isso mesmo que você insiste ainda em afirmar: estou completamente sóbrio. </p>
<p>Todas essas consequências são reflexos da ação do álcool em um mesmo lugar, nosso sistema nervoso, que reage das mais surpreendentes formas quanto exageramos no consumo de bebidas alcoólicas. </p>
<p>O etanol, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Etanol">principal tipo de álcool</a> contido nas bebidas, é uma molécula pequena e bem solúvel em água, de forma que é facilmente carregado pelo sangue para todo o corpo. Mas o seu efeito no <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/SNC">sistema nervoso central</a> (SNC) é um dos mais importantes. Ele interage com moléculas chamadas neurotransmissores que fazem a comunicação entre as células. Entre <a href="http://www.agencia.fapesp.br/materia/10698/divulgacao-cientifica/alcool-no-cerebro.htm">outras coisas</a>, o álcool inibe a atividade do cérebro, proporcionando a maioria das mudanças de comportamento que conhecemos.</p>
<p>Segundo o Dr. Antônio Cezar Galvão, neurologista do Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho, a bebida alcoólica pode provocar diversos efeitos além da euforia, prazer e excitação. &#8220;Os efeitos do álcool no cérebro, levam a efeitos psíquicos como redução da concentração e atenção, redução da memória recente e do julgamento&#8221;. E é por isso que depois da farra você pode até se esforçar, mas muitas vezes não se lembra da noite anterior. </p>
<p>Os efeitos do álcool atingem inclusive a região responsável pelo controle dos movimentos e equilíbrio, o que justifica o trançar de pernas e a fala arrastada de quem exagerou na bebida.</p>
<p>Essas consequências que aparecem com as doses a mais possuem denominações científicas, e o Dr. Antônio Cezar Galvão traduziu essa linguagem para que possamos ficar ciente do que acontece no nosso sistema nervoso quando passamos dos limites. &#8220;No <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cerebelo">cerebelo</a> e no <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Aparelho_vestibular">sistema vestibular</a>, o álcool provoca a <a href="http://www.tuasaude.com/disartri/">disartria</a> que são os problemas na articulação de palavras que levam àquela fala enrolada. Já <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ataxia">ataxia</a> é o nome dado para a perda da coordenação dos movimentos. E existem ainda os problemas da visão dupla e do nistagmo, que são oscilações involuntárias dos olhos&#8221;.</p>
<p>Em níveis mais altos de álcool no sangue, a cognição e a coordenação motora são tão afetadas que multiplicam <a href="http://portalweb05.saude.gov.br/portal/saude/Gestor/visualizar_texto.cfm?idtxt=29705">os riscos de dirigir veículos</a>, exemplifica o médico. </p>
<p>Mas por que você não se lembra do que fez na noite anterior? Por muitos anos pensava-se que o consumo excessivo de álcool acarretava em formas de esquecimento, como os blackouts temporários. Mas um <a href="http://www.abril.com.br/noticia/ciencia-saude/no_300668.shtml">estudo de 2008</a> realizado por Cientistas da Universidade de Sussex, na Inglaterra, provou que o álcool, na verdade, altera os neurotransmissores prejudicando a formação da memória e não seu esquecimento.</p>
<p>De forma geral, eles concluíram que o cérebro além de não registrar claramente os fatos, ainda colaborava para uma espécie de memória seletiva. Dessa forma, a pessoa se lembra bem de eventos positivos que ocorreram antes da intoxicação (consumo excessivo do álcool), mas não consegue se recordar de eventos negativos pós-intoxicação.</p>
<p>A psicóloga Dora Duka, que liderou esse estudo, acredita que esse fenômeno pode levar as pessoas a acreditar mais nos efeitos positivos do álcool em vez de perceber seus efeitos negativos, contribuindo até para o desenvolvimento de um possível alcoolismo.</p>
<p>A partir de agora então você já sabe. Se beber além da conta, tome cuidado, pois você pode não estar no controle dos seus próprios atos e provavelmente ainda terá que lidar com a ressaca do dia seguinte. Busque se divertir com moderação.</p>
<p style="text-align: left;"><img style="margin: 2px 5px; border: 0px" title="O que acontece com o seu cérebro quando você bebe demais" src="http://www.pordentrodo9dejulho.com.br/wp-content/uploads/2009/10/selo_saude_grande.gif" alt="O que acontece com o seu cérebro quando você bebe demais" width="100" height="100" align="left" /></p>
<p style="text-align: left;"><em>O Hospital 9 de Julho orienta a comunidade a respeitar sempre as leis e apoia atitudes governamentais que visam proteger o cidadão, como nesse caso, combatendo o consumo excessivo ou irresponsável do álcool. Por isso, esse post integra a série <strong>Sua Saúde</strong> que visa informar a população para que cada um possa fazer a melhor escolha para o seu bem estar e o da sociedade.</em></p>
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		<title>Informação ainda é o melhor remédio contra dor</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 21:43:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Simone Machado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dor e Neurocirurgia Funcional]]></category>
		<category><![CDATA[centro de dor]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[dor crônica]]></category>
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Ela é temida em todas as idades, condições e situações. Quando chega, vem sem pedir licença e toma conta, causando desconforto, irritação e outros inconvenientes. Assim funciona a dor, que pode estar relacionada aos mais variados motivos, mas que devido aos constantes avanços científicos não precisa, necessariamente, estar presente quando o organismo não está bem. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="centrodedor_h9j" src="http://www.pordentrodo9dejulho.com.br/wp-content/uploads/2009/09/centrodedor_h9j.jpg" alt="centrodedor_h9j" /></p>
<p>Ela é temida em todas as idades, condições e situações. Quando chega, vem sem pedir licença e toma conta, causando desconforto, irritação e outros inconvenientes. Assim funciona a dor, que pode estar relacionada aos mais variados motivos, mas que devido aos constantes avanços científicos não precisa, necessariamente, estar presente quando o organismo não está bem. Para isso já existem alternativas eficazes, capazes de aliviar o sofrimento e melhorar a qualidade de vida do paciente. Por isso, na hora de tratar da dor, nada melhor que receber antes uma boa dose de informação.</p>
<p>A dor é classificada em dois tipos: a aguda, causada por traumatismo, procedimento cirúrgico ou inflamação, e a crônica, que nem sempre é resultado de uma causa específica, dura mais de três meses e pode acompanhar a pessoa por toda a vida. Estima-se que no Brasil cerca de 30% dos pacientes portadores de dores crônicas não realizam seu tratamento da maneira adequada, principalmente em relação à ingestão de medicamentos. Isso mostra que além de criar soluções para o problema, é preciso fazer com que os tratamentos e novidades também sejam assimilados pela sociedade.</p>
<p>Justamente pela importância do tema, e pelo comprometimento da qualidade de vida que ele traz, a dor é objeto de estudos científicos em todo o mundo, desafiando médicos e profissionais. No Brasil, uma das iniciativas mais recentes foi a 9ª edição do <a href="http://www.simbidor.com.br" target="_blank">Simbidor</a> – Simpósio Brasileiro e Encontro Internacional sobre dor, que aconteceu em São Paulo. Considerado o maior evento da América Latina sobre atualidades para o tratamento da dor crônica, o Simbidor contou com a participação de 160 profissionais, que apresentaram estudos e coordenaram debates sobre as mais avançadas técnicas e novidades para o tratamento da dor.</p>
<p>&#8220;O objetivo é a atualização dos profissionais que trabalham nesta área e a formação dos que estão começando, porque a universidade de Medicina não tem disciplinas sobre tratamento da dor, principalmente da dor crônica&#8221;, explica o <a href="http://www.claudiocorrea.com.br/" target="_blank">Dr. Cláudio Corrêa</a>, coordenador do <a href="http://www.centrodedor.com.br/" target="_blank">Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho</a>. &#8220;Além disso, o estudo da dor tem se desenvolvido muito nos últimos anos, com bastante novidades, tanto nos medicamentos quanto nas tecnologias cirúrgicas&#8221;, diz.</p>
<p>Por isso, quando o assunto é dor, a informação e a consulta ao especialista é o melhor remédio!</p>
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