No dia 10 de agosto, aconteceu em São Paulo o 1º Simpósio em Gestão de Saúde, organizado pelo Centro de Combate ao Câncer. A temática do encontro foi a gestão de pacientes de alto custo e a garantia de excelência assistencial. Confira o webcast produzido pela repórter Renata Faggion para o Saúde Business Web:
Gestão de pacientes de alto custo
Categorias: Institucional, Vídeos Autor: Hospital 9 de JulhoReferência em atendimento
Categorias: Institucional Autor: Simone MachadoEm um modelo tradicional, o paciente com alguma queixa ou desconforto procura o médico especialista, agenda uma consulta, vai até sua clínica e, provavelmente, sai de lá com uma lista de exames na mão. Procura então um laboratório de análises clínicas e diagnósticos, agenda horário para realização dos exames solicitados e, após tê-los feito, retorna ao médico com os resultados para fechar o diagnóstico e iniciar um tratamento. Em alguns casos, é preciso que passe por outro médico especialista – e aí começa tudo outra vez.
Esse tipo de atendimento, bastante descentralizado, é o mais comum e mais conhecido da maioria da população – médicos em um lugar, exames em outro, hospital em outro. Há, no entanto, uma outra forma de organização do atendimento médico, focado em equipes especializadas em áreas específicas, com equipamentos de última geração e integradas a uma unidade hospitalar. São os chamados centros de referência, que compõem o fluxo assistencial.
“O centro de referência reúne especialistas para tratar de todas as patologias envolvidas em uma área médica com o máximo de recursos internos possíveis. Por exemplo, um centro de gastroenterologia atende doenças do estômago, fígado, intestino. Desde uma gastrite até tumores“, explica o Dr. José Luiz Capalbo, superintendente médico do Hospital 9 de Julho. “O atendimento que o paciente recebe é o mais completo possível”, afirma.
Seguindo à risca esse conceito, o Hospital 9 de Julho disponibiliza para os pacientes o Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional, formado por uma equipe multidisciplinar para tratamento de pacientes que convivem com vários tipos de dores, o Centro de Trauma, preparado para atendimentos de urgência e emergência, o Centro de Medicina do Esporte, que reúne profissionais especialistas nas grandes áreas da fisiologia, traumatologia do exercício e do esporte e, ortopedia. Há também o Centro de Rim, para tratamentos de doentes renais agudos, crônicos, das doenças endócrinas e vasculares; o Centro de Gastroenterologia, para doenças do estômago, fígado, intestino, cirurgias bariátricas; o Centro de Cardiologia, preparado para atender todas as patologias ligadas ao coração e, por fim, o Centro Integrado para tratamento Oncológico, com toda a infra-estrutura necessária para oferecer o melhor atendimento e acompanhamento a pacientes com tumores.
“O diferencial do centro de referência é a agilidade no agendamento de consultas, apoio logístico para realização de exames e médicos especialistas trabalhando conjuntamente, integrados no hospital”, ressalta Dr. Capalbo. Em outras palavras, o centro de referência oferece todo o atendimento que o paciente precisa em um único lugar, em um modelo que reúne troca de informações entre especialistas e acesso a recursos médicos e tecnológicos. O resultado é um ambiente com mais conforto e segurança para o paciente e seus acompanhantes.
O que você deve saber sobre Gestão de Qualidade e Riscos
Categorias: Institucional Autor: Mariana Vendemiatti
Quando um hospital coloca um documento na parede atestando que aquela instituição está certificada ou acreditada, está dizendo muito mais do que: aqui você será bem atendido. Essas certificações mostram que a instituição está fazendo um enorme esforço, estruturando todos seus processos com base em parâmetros de qualidade, para garantir que o cliente tenha um ótimo atendimento, com o máximo de segurança e receba uma assistência com a mais alta qualidade possível.
Optar por uma gestão da qualidade é um escolha complexa, que gera impactos em toda a instituição. São mudanças que envolvem desde a estrutura física e de pessoal, até o controle dos processos, passando inclusive pela análise dos resultados. Mas nem tudo é facilmente percebido pelos clientes.
Todos os meses nos reunimos para discutir os indicadores assistenciais e administrativos e fazemos questão que toda a equipe saiba fazer uma análise crítica da situação e consiga propor melhorias naquele processo.
Quando a meta é atingida por mais de três meses consecutivos, consideramos que seja hora de aumentar a exigência. E isso é o que chamamos de melhoria contínua.
Em um hospital, é importante ainda destacar os esforços feitos para o gerenciamento de risco. Desde a entrada do paciente no hospital, seja para uma simples consulta ou para uma grande cirurgia, esse processo de gestão vigora, e continua até o momento da alta do cliente.
Por exemplo, se um paciente menciona uma alergia, diversas ações são disparadas. Inicialmente ele é identificado com uma pulseira que garante que toda a equipe do hospital esteja alerta para a situação, em seguida a informação vai para o sistema de gerenciamento hospitalar e, portanto, todo profissional que acessar as informações do paciente terá conhecimento da alergia.
Já na unidade de internação, existe um painel de risco específico para cada paciente, ressaltando os pontos que merecem atenção em cada caso. E por fim, o próprio sistema possui travas de segurança, que impedem que um medicamento seja prescrito para um indivíduo com alergia a qualquer uma das substâncias presentes naquele remédio.
Aqui, no Hospital 9 de Julho, nossos esforços levaram a conquista de vários certificados de qualidade, garantindo o controle dos nossos processos, a segurança dos nossos pacientes, a qualidade da assistência prestada e a busca pela melhoria contínua.
E se você quiser ainda entender um pouco mais sobre acreditação, qualidade, gestão de riscos e outros assuntos relacionados, faça uma visita ao nosso stand no CONARH (Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas) – entre os dias 18 e 21 de agosto de 2009, ou escreva para qualidade@h9j.com.br.
Prontos para a lei antifumo
Categorias: Institucional Autor: Simone Machado
A chamada lei antifumo, uma regulamentação sancionada pelo governador José Serra (PSDB) no último mês de maio, proíbe o uso de cigarro e derivados de tabaco em ambientes de uso coletivo, tanto públicos quanto privados, em todo o Estado de São Paulo. Por enquanto, bares, restaurantes e danceterias estão em fase de adaptação, já que a lei entra em vigor em agosto – ainda é possível ver pessoas fumando em alguns restaurantes, por exemplo. Quando a nova lei começar a valer, deverá haver uma mudança grande de comportamento da população, bastante acostumada com a divisão, às vezes precária, entre áreas de fumantes e não-fumantes nos locais. O que se espera com isso, além de acabar com a figura do fumante passivo, é também desestimular o fumo, reduzindo o número de fumantes – só no Brasil, 30% da população adulta fuma. “A redução do tabagismo passivo será muito importante, porque quem está ao lado do fumante também inala toda fumaça e as substâncias tóxicas nela presentes”, explica o pneumologista do Hospital 9 de Julho, Dr. Pedro Medeiros Junior. “Dados da Organização Mundial da Saúde mostram que filhos de pais fumantes têm de cinco a dez vezes mais chances de desenvolver asma, bronquite e alergias respiratórias“, complementa.
A vantagem, atualmente, é que existem alternativas eficientes para ajudar quem fuma a abandonar o vício. A melhor recomendação para quem não consegue parar sozinho, é procurar ajuda médica – o acompanhamento médico e psicológico, junto com a prescrição de alguns medicamentos de auxílio, pode ajudar bastante e ter resultados efetivos. Eles auxiliam a pessoa a driblar a falta das substâncias presentes no tabaco, como a nicotina – é ela a principal responsável pela sensação de bem-estar descrita pelos fumantes. Isso porque a nicotina atinge determinadas partes do encéfalo, desencadeando uma descarga de dopamina, substância que provoca a sensação de prazer. Porém, como ocorre com diversos estimulantes, com o passar do tempo esse efeito só é obtido com doses maiores – e cada pessoa vai aumentando o número de cigarros por dia até atingir seu índice máximo de tolerância, alguns fumando um maço inteiro, outros meio maço por dia. “Esse efeito acontece porque o cigarro é uma droga como qualquer outra, que causa dependência e tolerância. E ela provoca também uma dependência psíquica, que precisa ser trabalhada numa terapia para que a pessoa consiga parar sem ter recaídas“, afirma o médico.
As conseqüências da persistência no fumo aparecem com o tempo, provocadas pelas mais de 4.700 substâncias tóxicas do cigarro. Pode ocorrer enfisema pulmonar, bronquite crônica e o risco de câncer se torna até 20 vezes maior. O cigarro também acelera o envelhecimento dos vasos arteriais e determina o aparecimento de esclerose precoce, aumentando o risco de infarto agudo do miocárdio, acidentes vasculares cerebrais, impotência sexual, úlcera gástrica, Alzheimer e osteoporose. “A maioria das doenças que mais matam no mundo hoje está relacionada ao cigarro“, diz Dr. Pedro Medeiros. Ah, fumantes ainda aparentam ser cinco anos mais velhos do que são!
O estímulo para quem fuma é que, ao parar com o cigarro, a pressão arterial e os batimentos cardíacos caem logo após e o risco de úlcera gástrica também fica reduzido minutos depois que você para de fumar. Após um ano, o risco de doenças do coração cai pela metade. E de tumores na bexiga, cabeça, pescoço e pulmão vão se reduzindo com os anos. Após 15 anos, o risco de AVC volta ao nível de quem não fuma. Portanto, neste caso, tempo é saúde e não vale a pena esperar muito.
O Hospital 9 de Julho acredita que conforto e bem-estar em um ambiente saudável são fundamentais na recuperação de seus pacientes. Por isso o hospital está em constante processo de melhorias e modernização. Confira no vídeo o que já é realidade e o que está por vir, apresentado por Luciano Gehrke, Gerente de Engenharia do Hospital 9 de Julho.














