Perder um ou outro fio de cabelo ao longo do dia é perfeitamente normal. Mas quando essa perda se torna excessiva (sem a reposição natural dos que caem), o ideal é procurar seu dermatologista para que ele possa avaliar a situação. Ao contrário do que se acredita, nem sempre uma perda excessiva dos cabelos é sinal de calvície (chamada tecnicamente de alopecia androgenética).
Outros fatores que podem causar a queda são:
- dermatite seborréica (caspa)
- oleosidade excessiva
- uso de produtos químicos ou tonalizantes
- certos tipos de medicamentos
- dieta de perda de peso muito rigorosa
- alimentação deficiente
Por isso a importância de se visitar um dermatologista. Só ele poderá avaliar a saúde de seu couro cabeludo e qual a melhor forma de tratamento. E não precisa ter vergonha, a queda de cabelo é uma queixa bastante comum nos consultórios dermatológicos!

“O exame dermatológico do couro cabeludo é essencial. Com ele, é possível verificar a integridade da pele do couro cabeludo, além de identificar fatores que podem apontar para uma possível calvície. Além disso, avalia-se o aspecto dos fios, se estão íntegros ou quebradiços, com alterações na cor e textura e até mesmo se há focos de infecção ou presença de parasitas”, explica a dermatologista do Hospital 9 de Julho, Drª Patrícia Fagundes.
Caso julgue necessário, o dermatologista pode solicitar exames que auxiliem na descoberta da causa da perda dos cabelos, tais como exames de sangue, amostras de fios ou até mesmo uma biópsia. Os resultados norteiam o tratamento correto e adequado para cada tipo de problema.
De uma maneira geral, os tratamentos visam a correção do problema de base que gerou a queda. “Nos casos em que a herança genética é a responsável pelo quadro de rarefação dos cabelos, existem algumas opções de tratamento e muitas pesquisas em andamento na busca de uma solução mais definitiva, satisfatória e duradoura. Para os casos em que a queda dos fios acontece devido a problemas extrínsecos, medicamentos tópicos e vitaminas podem reverter o problema em relativamente pouco tempo”, conclui a Drª Patrícia Fagundes.














