
O câncer já é apontado como a segunda maior causa de morte por doença no mundo todo, e apesar dos avanços da medicina em termos de diagnósticos e tratamentos, constitui ainda um dos maiores desafios da medicina. Como câncer pode ocorrer nos mais diversos órgãos e tecidos do corpo, a complexidade dessa enfermidade aumenta ainda mais.
É essa complexidade que gera a necessidade do envolvimento de todas as especialidades médicas em torno do diagnóstico e tratamento dos pacientes. As rotinas dos médicos e pacientes que lutam contra essa doença envolvem múltiplos exames, como biópsias, exames radiológicos cada vez mais precisos, como a ressonância magnética, tomografia computadorizada multi slice e o PET-Scan, tratamentos como a quimioterapia, terapias moleculares e a radioterapia conformacional. Além dos mais diversos tipos de cirurgia, hoje cada vez mais seguras e menos invasivas, fisioterapia e até mesmo cuidados com a alimentação.
Assim, o Hospital 9 de Julho, pioneiro em tratamento de câncer e integração de especialidades, conta com um Centro de Referência de Câncer, que reúne profissionais como oncologistas clínicos, cirurgiões oncológicos, nutricionistas, psicólogos, fisioterapeutas, farmacêuticos e enfermagem, todos com formação em oncologia, garantindo o melhor tratamento aos pacientes e em um só lugar.
Dessa forma, todas as etapas que vão do diagnóstico à reabilitação são realizadas em um mesmo centro, com agilidade – um dos ingredientes que aumentam as chances de recuperação em uma doença cujas possibilidades de cura crescem cada vez mais.
Acompanhe uma conversa com o Dr. Cid Gusmão, oncologista clínico e coordenador do Centro de Referência em Oncologia do Hospital 9 de Julho, em que ele explica as vantagens de um centro integrado e como essa iniciativa prepara o Hospital 9 de Julho para o futuro.



















gostaria de saber oque faser?
pois minha mãe esta com os dois rins muito doente,só estão funcionanto 16%; e ate hoje o médico dela não passou nem hum remédio pra ela.
ela sofre com preção alta des dos 30 anos, hoje ela tem 58 anos.
o artigo é belissimo e gostaria que me informassem como os parentes dos pacientes podem obter todo este acompanhamento nele descrito,como fisioterapeutas, nutricionistas etc,
Minha mãe de 88 anos foi recentemente internada e tendo recebido alta ,não recebemos esclarecimentos de como lidar com a falta de apetite, dores, fisioterapia etc.
Gostaria de obter informações de como dispor de todos esses ACOMPANHAMENTOS descritos no artigo. Desde já agradeço