Em um modelo tradicional, o paciente com alguma queixa ou desconforto procura o médico especialista, agenda uma consulta, vai até sua clínica e, provavelmente, sai de lá com uma lista de exames na mão. Procura então um laboratório de análises clínicas e diagnósticos, agenda horário para realização dos exames solicitados e, após tê-los feito, retorna ao médico com os resultados para fechar o diagnóstico e iniciar um tratamento. Em alguns casos, é preciso que passe por outro médico especialista – e aí começa tudo outra vez.
Esse tipo de atendimento, bastante descentralizado, é o mais comum e mais conhecido da maioria da população – médicos em um lugar, exames em outro, hospital em outro. Há, no entanto, uma outra forma de organização do atendimento médico, focado em equipes especializadas em áreas específicas, com equipamentos de última geração e integradas a uma unidade hospitalar. São os chamados centros de referência, que compõem o fluxo assistencial.
“O centro de referência reúne especialistas para tratar de todas as patologias envolvidas em uma área médica com o máximo de recursos internos possíveis. Por exemplo, um centro de gastroenterologia atende doenças do estômago, fígado, intestino. Desde uma gastrite até tumores“, explica o Dr. José Luiz Capalbo, superintendente médico do Hospital 9 de Julho. “O atendimento que o paciente recebe é o mais completo possível”, afirma.
Seguindo à risca esse conceito, o Hospital 9 de Julho disponibiliza para os pacientes o Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional, formado por uma equipe multidisciplinar para tratamento de pacientes que convivem com vários tipos de dores, o Centro de Trauma, preparado para atendimentos de urgência e emergência, o Centro de Medicina do Esporte, que reúne profissionais especialistas nas grandes áreas da fisiologia, traumatologia do exercício e do esporte e, ortopedia. Há também o Centro de Rim, para tratamentos de doentes renais agudos, crônicos, das doenças endócrinas e vasculares; o Centro de Gastroenterologia, para doenças do estômago, fígado, intestino, cirurgias bariátricas; o Centro de Cardiologia, preparado para atender todas as patologias ligadas ao coração e, por fim, o Centro Integrado para tratamento Oncológico, com toda a infra-estrutura necessária para oferecer o melhor atendimento e acompanhamento a pacientes com tumores.
“O diferencial do centro de referência é a agilidade no agendamento de consultas, apoio logístico para realização de exames e médicos especialistas trabalhando conjuntamente, integrados no hospital”, ressalta Dr. Capalbo. Em outras palavras, o centro de referência oferece todo o atendimento que o paciente precisa em um único lugar, em um modelo que reúne troca de informações entre especialistas e acesso a recursos médicos e tecnológicos. O resultado é um ambiente com mais conforto e segurança para o paciente e seus acompanhantes.















Já havia dito aqui que gostei da iniciativa de vocês terem criado o blog, então indiquei vocês no meu blog para comemorar o blogday.
espero que gostem.
Atenciosamente,
Bruna Souza
Claro que gostamos Bruna.
Obrigada pela indicação. Um abraço!
Todo ano realizo uma endoscopia e o diagnostico é sempre gastrite enantematosa leve de antro cronica.
O teste de urease para bacteria pylori se mantem negativo.
Não fumo.
Alimentação saudavel.
Minha pergunta: que devo fazer para resolver este problema?
Você deve ser avaliada sob dois aspectos:
1 – Risco: Seu “problema” não gera risco algum para sua saúde, ou seja, essa gastrite não tem potencial para evoluir a uma ulcera ou a um tumor de estômago.
2 – Incômodo: Se sua gastrite gera muita azia, má digestão, flatulência, ou outros sintomas, pode ser que justifique um tratamento medicamentoso.
Em linhas gerais, o melhor é tomar pouco remédio para essa gastrite, ter uma alimentação saudável, boa qualidade de vida, praticar esportes, e realizar exames a cada 2 ou 3 anos.