A cada 100 novos casos de mulheres com câncer no mundo, cerca de 22 são de mama. Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer, a estimativa para 2010 é de mais de 50 mil novos casos da doença.
Ao longo da vida, as mamas sofrem inúmeras mudanças e o surgimento do câncer nesse local é decorrente de alterações genéticas das células da região, que passam a se multiplicar desordenadamente. As maiores incidências da doença estão em mulheres na faixa dos 40 a 80 anos, mas alguns homens também podem desenvolver o tumor de mama, o que acontece de maneira mais frequente na faixa dos 50 a 60 anos.
Alguns dos sintomas que podem indicar o câncer de mama são:
- Nódulo palpável na mama;
- Saída de sangue ou secreção pelo mamilo;
- Engrossamento da pele da mama, acompanhado ou não de vermelhidão;
- Nódulos duros e palpáveis na axila ou base do pescoço.
A prevenção é a grande arma no combate ao câncer de mama e quanto mais cedo for feito o diagnóstico, maiores as chances de cura. Os índices de cura para um diagnóstico precoce são de cerca de 80% a 90%.
Apesar de ser importante para o conhecimento do próprio corpo e auxiliar na percepção de qualquer anormalidade, o auto-exame não substitui a mamografia, principal exame de rastreamento e diagnóstico do câncer. Recomenda-se que mulheres a partir dos 40 anos o exame de mamografia seja realizado anualmente. Já o auto-exame é indicado que seja feito uma vez por mês.
Atento a essa realidade, o Hospital 9 de Julho criou o Mutirão da Mama, com o objetivo de fornecer mais informações sobre a doença à população. O evento é gratuito e será realizado no dia 24 de abril, no Centro Médico do Hospital, para atender cerca de 100 pessoas.
A participação compreende palestras e visitação aos centros de tratamentos, onde o público poderá tirar dúvidas e aprender sobre os métodos de diagnóstico, tratamento e prevenção.
Os interessados em participar no Mutirão da Mama devem preencher o formulário no site do Hopsital 9 de Julho ou na imagem que ilustra esse texto.















