Escrito em 23 de dez de 2011

Boas festas!

Categorias: Sua Saúde    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

O Hospital 9 de Julho e toda sua equipe lhe deseja um fim de ano cheio de festas, saúde, paz e confraternizações. Que você aproveite o momento para ficar próximo das pessoas que ama e que o ano que vem seja repleto de boas surpresas e realizações. :) No dia 2 de janeiro, continuamos a dar informações e dicas sobre a sua saúde. Até lá!

 
Escrito em 22 de dez de 2011

II Jornada de Trauma no Hospital Nove de Julho – Parte 2

Categorias: Sua Saúde    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

Acompanhe a segunda parte da II Jornada de Trauma do Hospital Nove de Julho, que ocorreu no dia 10 de Dezembro de 2011, discutindo novas perspectivas no atendimento pré-hospitalar ao traumatizado.

Neste segundo vídeo conversamos com os profissionais internacionais presentes no evento, as Enfermeiras Connie Mattice (EUA), Katheleen Martin (EUA) e Dr Hugo Alberto Madrigal Vargas (Costa Rica).

 
Escrito em 20 de dez de 2011

II Jornada de Trauma no Hospital Nove de Julho

Categorias: Sua Saúde    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

A II Jornada de Trauma no Hospital Nove de Julho aconteceu no dia 10 de Dezembro de 2011, discutindo novas perspectivas no atendimento pré-hospitalar ao trauma.

Neste vídeo tivemos a participação de grandes especialistas brasileiros no assunto como a Dra. Marisa Aparecida Malvestio (Consultora do Ministério da Saúde e Assistente de urgência e emergência), Dr. Pedro Jair Rozolen Jr. (Coordenador do GRAU – Grupo de Resgate e Atendimento de Urgências), Dr. Jorge Ribeira (Gerente operacional do GRAU), Dr Renato Poggetti (Coordenador do Centro de Trauma do H9J), Dr Claus Robert Zeefried (Coordenador de urgência e emergência) e a Dra. Junia Sueoka (medica plantonista do GRAU).

Veja como foi:

 
Escrito em 19 de dez de 2011

AIDS

Categorias: Sua Saúde    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

1o de dezembro foi o Dia Mundial de Combate à Aids. A doença, que já foi estigmatizada como capaz de atingir somente homossexuais, usuários de drogas e prostitutas, está na verdade presente em todos os setores da sociedade – não so no chamado ‘grupo de risco’. Aids ainda é a sexta causa de morte entre pessoas de 25 a 44 anos nos EUA. Em 1995, a doença era a primeira causa de morte para pessoas nessa faixa etária no país.

Um relatório divulgado em novembro pela Unaids, organização da ONU que compila dados sobre a síndrome, indicou que o número de infecções e de mortes pela doença caiu 21% nos últimos 13 anos. Isso não significa que os cuidados de prevenção devam ser mantidos.

A Aids deteriora o sistema imunológico, responsável por combater as doenças. “O HIV pode causar dano direto a alguns órgãos, como o cérebro, o rim, a medula óssea. Além disso, o HIV interefere diretamente no funcionamento de uma célula fundamental do sistema imunológico, chamada de linfócito T CD4. Ao atacar estas células, o HIV faz com que a imunidade do portador seja comprometida”, explica a infectologista do Hospital 9 de Julho, doutora Sumire Sakabe.

Sem essa defesa, nosso organismo fica debilitado e pode sucumbir diante de infecções que seriam facilmente combatidas no corpo de alguém sem a síndrome. Mas é importante dissociar o portador do vírus do portador da doença: quem contrai o vírus muito provavelmente terá Aids se não fizer tratamento. Mas é exatamente esse tratamento que evita que o organismo, mesmo com o vírus, desenvolva a Aids, e protege o indivíduo dessas chamadas ‘infecções oportunistas’.

O vírus HIV, responsável pela Aids, pode ser transmitido por meio de qualquer tipo de contato sexual, pelo sangue e de mãe pra filho, durante a geração do feto ou na amamentação. É importante esclarecer que picadas de mosquito, contato físico em esportes ou casual – como abraços e beijos – e usar objetos tocados pela pessoa infectada não transmitem o vírus.

Os sintomas são difíceis de detectar, porque um portador do vírus pode permanecer por 10 anos ou até mais sem manifestar nenhum sintoma, e mesmo assim, poderá transmitir a doença nesse período. Febre, manchas pelo corpo, gânglios aumentados e diarreia podem aparecer logo depois da infecção, mas esses sintomas podem ser confundidos com outra infecção, e a maioria dos pacientes fica um longo tempo sem apresentar sintomar depois disso.

Por isso, é fundamental o uso de preservativo em todas as relações sexuais, não compartilhar nunca agulhas ou seringas, não dispensar o acompanhamento pré-natal durante a gravidez e evitar contato com o sangue de outras pessoas.

“O tratamento antirretroviral permite, até o momento, apenas o controle da doença e não a sua cura. Assim, se o tratamento for suspenso ou realizado de forma irregular, ele poderá não surtir o melhor efeito e além disso, o HIV pode ficar resistente aos medicamentos”, explica a doutora Sakabe. Para detectar o HIV, é preciso realizar exames específicos para isso. O governo brasileiro mantém os CTA, Centros de Testagem e Aconselhamento, onde qualquer um pode fazer exame gratuito para detectar o HIV e receber orientação sobre a doença. Ligue para o Disque DST/Aids: 0800 16 25 50 para descobrir o CTA mais próximo da sua casa.

 
Escrito em 16 de dez de 2011

AIDS: esclareça suas dúvidas

Categorias: Sua Saúde, Vídeos    Autor: Hospital 9 de Julho   
 
Existem muitos mitos sobre a AIDS: maneiras de contágio, prevenção, tratamento.

A Dra. Sumire Sakabe, Especialista em Infectologia do Hospital 9 de Julho, esclarece algumas dúvidas sobre a doença no #seegravee9.

 
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