Escrito em 17 de abr de 2013

Insônia, ansiedade e outros sentimentos podem prejudicar o coração?

Categorias: Sua Saúde    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

A resposta correta é que tudo em excesso faz mal. O nosso corpo é como a apresentação de uma orquestra, em que todos os instrumentos precisam estar regulados e funcionando em perfeita sintonia.

Os sentimentos são processados no cérebro, que dá os comandos para que o corpo reaja da maneira certa para cada ocasião. Em uma situação de perigo, libera hormônios como a adrenalina que permitem uma reação rápida, como a defesa ou a fuga. O mesmo processo acontece quando estamos ansiosos ou tristes, ou ainda depois de ficarmos muitas noites sem dormir direito e temos muito sono ou diminuição da concentração durante o dia.

Algo está errado quando você passa a maior parte do tempo com o corpo trabalhando em desequilíbrio.

“Quadros prolongados de estresse, ansiedade, tristeza ou insônia precisam de uma avaliação multidisciplinar criteriosa, pois as substâncias liberadas nessas situações podem sobrecarregar o organismo, inclusive o coração”, explica o Dr. Marcelo Paiva, coordenador do Núcleo de Cardiologia do Hospital 9 de Julho.

Hipertensão Arterial, Obesidade e Diabetes estão entre as doenças crônicas associadas ao mau funcionamento do corpo – e a irregularidade emocional prolongada está entre os fatores que as desencadeiam. “Precisamos diferenciar os sentimentos normais do dia a dia do que é patológico. Uma pessoa que passa a maior parte do tempo estressada, ou que dorme mal por meses a fio vai acabar tendo uma repercussão na saúde”, adverte.

Se você perceber que tem passado muito tempo com a sua orquestra desafinada, se está respondendo de forma exagerada a situações normais do cotidiano ou se não consegue dormir com regularidade ou qualidade, procure ajuda médica. Os seus “instrumentos” agradecem!

 
Escrito em 11 de abr de 2013

Por que procurar um médico antes de sair do sedentarismo?

Categorias: Sua Saúde    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

Tem dias que a gente acorda mais disposto e pensa: hoje vou me matricular na academia perto de casa! Porém, muito mais do que aproveitar esse lampejo de inspiração, é importante realizar uma avaliação médica para evitar que a boa vontade não se reverta em surpresa desagradável.

Isso porque pessoas saudáveis também precisam se atentar a algumas questões antes de tornar o sedentarismo uma lembrança do passado. Por exemplo: você sabe qual é a frequência cardíaca ideal para você? Pois é, esta informação é importante para que o exercício seja realizado com segurança.

O Dr. Marcelo Paiva, responsável pelo Núcleo de Cardiologia do Hospital 9 de Julho, alerta: “Para que o exercício tenha resultados, é preciso que os batimentos cardíacos estejam em uma frequência aceitável, que mantenha a oxigenação do corpo sem deixar o coração em ‘sofrimento’”, exemplifica ao comentar que uma frequência acima do normal pode sobrecarregar o órgão e estimular o desenvolvimento de doenças como as arritmias, o infarto agudo do miocárdio, entre outras.

Quando você está em repouso não se pode ultrapassar a marca de 85, com uma média de 70 batimentos por minuto. A visita ao médico é importante para você saber qual a frequência máxima que pode ser atingida no seu caso. Idade, peso, histórico familiar, tipo de atividade física estão entre os fatores que influenciam a definição deste teto, que varia entre 120 e 140 batimentos por minuto.

“Muito mais do que definir a frequência segura, uma avaliação médica completa pode fazer a pessoa lembrar-se de um tio que sofreu um infarto, por exemplo. Fatos como esse, que não têm a ver diretamente com o paciente, podem ser decisivos para uma investigação mais completa, que descarte a possibilidade doenças até então sem diagnóstico”, finaliza o Dr. Paiva ao citar que as doenças cardiovasculares estão entre as principais causas de mortalidade no Brasil.

Aproveite a inspiração e marque a consulta com o seu médico antes do primeiro dia na academia, na natação, no futebol, na aula de dança e etc.

 
Escrito em 05 de abr de 2013

A bomba que é sinônimo de vida

Categorias: Sua Saúde    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

Ao ler este título talvez você tenha acertado de primeira que vamos falar do coração, mas nem todo mundo sabe realmente a importância deste órgão. Sua função é manter o sangue circulando para levar tanto oxigênio quanto nutrientes às células.

“O coração é um órgão relativamente pequeno, um pouco maior do que o punho de um adulto, mas com uma função muito importante. É a bomba que mantém o nosso ‘carro’ funcionando”, compara o Dr. Luiz Alberto de Melo, cardiologista responsável pelo Núcleo de Insuficiência Cardíaca do Hospital 9 de Julho.

Segundo o especialista, diversas doenças podem atingir o órgão e, se não diagnosticadas e tratadas corretamente, costumam ter repercussão sistêmica, ou seja, um coração desregulado pode atrapalhar a irrigação sanguínea e a oxigenação das células de todo o corpo, lesionando órgãos e predispondo o organismo a uma variada gama de doenças.

Por dia, o coração de um adulto chega a bater 100 mil vezes. A média em repouso é de 70 a 85 batimentos por minuto. A manutenção desse ritmo é fundamental para que o corpo funcione corretamente. “O baixo fluxo sanguíneo diminui a performance do organismo, prejudicando a função dos rins, do cérebro, fadiga muscular, absorção inadequada pelo intestino explica o Dr. Melo citando exemplos de problemas relacionados à também chamada insuficiência cardíaca.

O ideal é procurar um médico quando o seu corpo der sinais como cansaço, falta de ar, inchaço nas pernas, tontura, dificuldade para ficar deitado e dor no peito. Estes sinais podem sugerir que o coração não esta conseguindo bombear o sangue adequadamente.

Já o contrário, quando o coração passa a bater a um ritmo acima do natural, também é prejudicial a saúde e será tema do último post do mês aqui no blog.

Aguarde e confira!

 
Escrito em 28 de mar de 2013

Feliz Páscoa!

Categorias: Sua Saúde    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

 
Escrito em 28 de mar de 2013

Especialista dá dicas para evitar quedas de crianças

Categorias: Sua Saúde    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

A Dra. Jeanne D’arc Correa, cirurgiã traumatologista do Centro de Trauma do Hospital 9 de Julho, costuma dizer que todo o acidente é evitável, mas acaba acontecendo por uma série de fatores, como a falta de atenção, ou porque o risco não foi calculado corretamente etc.

Quando se fala em crianças, a situação é um pouco mais complicada, pois os pequenos ainda não têm plena capacidade de julgamento. Segundo a Organização não Governamental Criança Segura, as quedas são a principal causa de internação por acidentes em crianças até os 14 anos.

A proteção começa em casa. Algumas medidas como limitar o acesso a escadas, manter portas que dão acesso à rua trancadas e sem a chave para evitar a abertura pela criança, além de janelas e varandas protegidas por grades estão entre as medidas de segurança mais importantes. “O ideal é que a casa não tenha tapetes para evitar que a criança tropece. Os eletrodomésticos como TV e forno de micro-ondas também merecem atenção redobrada. Deixe-os fora do alcance dos pequenos e, sempre que possível, esconda os cabos para evitar que eles os puxem”, lembra a médica.

Todas as lesões requerem atendimento rápido para evitar o risco de infecção e a possibilidade de sequelas, mas quedas em que a criança bate a cabeça ou se queixa de dor abdominal com inchaço local exigem atenção especial e ajuda especializada imediata. “Mas mesmo que, passado o susto, a criança pare de chorar e aparente estar bem, é necessário levá-la a um pronto-socorro para uma avaliação mais completa e descarte de problemas como pequenas fissuras nos ossos, que podem atrapalhar o seu desenvolvimento, ou situações mais graves como coágulos no cérebro”, finaliza a Dra. Jeanne.

Saiba mais em: http://criancasegura.org.br/page/dicas-de-prevencao-queda

 
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