Escrito em 29 de set de 2011

Dieta hipossódica

Categorias: Sua Saúde    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

Uma das maneiras de prevenir e controlar a pressão alta é através de uma dieta hipossódica, ou seja, com pouco sódio, elemento encontrado em abundância no sal de cozinha, mas também em outros alimentos.

Por padrão, a quantidade de sal contida nos alimentos já é suficiente para suprir as necessidades diárias de sódio em nosso corpo. Quando adicionamos sal à comida, extrapolamos nossa demanda natural. Por isso, é sempre bom evitar exageros no uso do saleiro na preparação de nossas refeições.

Veja algumas recomendações para controlar a quantidade de sódio que ingerimos:

- Procure usar óleos vegetais (milho, canola, girassol, soja) e temperos naturais (alho, cebola, salsinha, coentro, etc) na preparação dos alimentos. Vinagre, limão, manjericão e outros condimentos sem sal em sua composição também são ótimos para realçar o sabor da comida e não contêm sódio;

- Alimentos enlatados, como sardinha, palmito, ervilha e milho verde devem ser evitados. Fique longe também das conservas e alimentos instantâneos como macarrão tipo lamen e sopas prontas;

- Queijos como prato, provolone e parmesão também contêm sal;

- Não utilize temperos industrializados (alho e sal), glutamato monossódico, pasta de soja-missô. O mesmo vale para molhos (catchup, mostarda, maionese, shoyo) e pimentas em geral;

- Manteiga, banha, bacon, creme de leite ou creme vegetal devem ser utilizados com parcimônia;

- Evite também frituras, produtos de pastelaria, salgadinhos e outros petiscos que contém sal.

Lembre-se que se você tem algum problema relacionado a pressão alta, mudanças na dieta podem não ser o suficiente para seu controle.

Consulte o seu médico para saber o tratamento adequado.

 
Escrito em 23 de set de 2011

Diabetes – Correção endovascular

Categorias: Diabetes    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

O diabetes é uma doença que ocorre pelo aumento da taxa de açúcar no sangue devido a diminuição da insulina.

A doença não tem cura, porém, se o paciente seguir o tratamento e mantiver a glicemia sob controle é possível ter uma vida sadia. Porém, é importante repetir que o diabetes não tem cura, por isso, de acordo com o Dr. José Resende, cirurgião vascular do Hospital 9 de Julho, mesmo se a sua glicemia está sob controle, isso não significa que você pode se descuidar e interromper o tratamento.

O tratamento da doença inclui uso de medicações, prática de exercícios e dieta restrita e os riscos de não cumprir esse tratamento são seríssimos.

Segundo o médico, as complicações são principalmente graves no que diz respeito às artérias. Essas complicações podem atingir todos os órgãos; nos olhos, há risco de retinoplastia diabética que pode levar até à cegueira. Na coronária, pode resultar em infarto, nas intracranianas pode desencadear AVC, nos nervos neuropatia periférica. Mas, é nos membros inferiores que essas complicações são mais comuns.

A falta de circulação associada à perda de sensibilidade nos membros inferiores é o que chamamos “pé diabético” e pode levar a pessoa a se ferir (mesmo apenas se coçando) e, sem sensibilidade, sequer perceber, o que pode resultar em uma úlcera, infecção ou, devido à própria falta de circulação, até à amputação do membro afetado.

Em alguns casos, existe um procedimento cirúrgico que pode ajudar a reversão do quadro. É a correção endovascular, que é a revascularização das artérias afetadas.

Dr. José Resende ainda ressalta que para prevenir essa situação é importante cuidar bem da higiene, cortar as unhas com cuidado, hidratar a pele e tomar muito cuidado com traumas ou lesões, já que o simples ato de se coçar pode levar a uma lesão mais grave.

Importante para não desencadear complicações da doença é seguir rigorosamente o tratamento, aliado a 30 minutos de caminhada diária. E, também essencial, NUNCA fume se você é diabético!

Seguindo as orientações médicas, você evita as complicações e consegue viver de forma saudável apesar da doença.

 
Escrito em 20 de set de 2011

Reunião Científica – Atividade Física em Condições Extremas

Categorias: Medicina do Exercício e do Esporte    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

 
Escrito em 19 de set de 2011

Nova técnica de Cirurgia Bariátrica

Categorias: Gastroenterologia    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

A cirurgia bariátrica, popularmente conhecida como redução estomacal é um procedimento cirúrgico onde parte do estômago é removida. Por consequência, a pessoa ingere menos alimentos e acaba emagrecendo.

O procedimento só pode ser recomendado por um médico gastroenterologista e é indicado apenas para quem está na faixa de obesidade mórbida (40 ou mais kg acima do peso ideal) – cerca de 3,5 milhões de pessoas se encontram nessa faixa, de acordo com o Ministério da Saúde.

Entre 2009 e 2010, foram realizadas 100 mil cirurgias bariátricas e metabólicas no Brasil, colocando o país na segunda posição do ranking mundial, atrás apenas dos Estados Unidos, com 300 mil procedimentos por ano.

Além dos riscos esperados de um procedimento tão radical e invasivo, uma das consequências da cirurgia bariátrica é que a função de absorção de nutrientes do estômago fica severamente comprometida e, após a cirurgia, a pessoa precisa ingerir complementos nutricionais pelo resto da vida.

Porém, uma nova técnica, chamada gastrectomia vertical, promete revolucionar esse quadro.

A gastrectomia vertical é mais segura, menos invasiva, com menor tempo para recuperação do paciente de anestesia e com índice de mortalidade próximo a zero.

Segundo o Dr. Almino Cardoso Ramos, cirurgião do aparelho digestivo do Hospital 9 de Julho, além das vantagens acima, este tipo de procedimento evita, ainda, problemas com absorção de nutrientes.

O estômago tem cerca de dois litros e, após a cirurgia, sua capacidade fica em torno de 200 ml a 300 ml. Embora o tamanho do estômago seja reduzido em dois terços, a função do órgão não sofre alteração, mas a sensação de saciedade é estimulada, já que o procedimento mantém as conexões nervosas.

De acordo com o médico, o mecanismo de saciedade é otimizado porque a cirurgia provoca alterações no sistema neuro-hormonal. “A produção de grelina, o hormônio responsável pela fome, é reduzida. Assim, a pessoa se sente mais saciada e altera seus hábitos alimentares, aumentando o intervalo entre as refeições” diz o médico.

Com a cirurgia, o estômago adquire um aspecto tubular, que segue do esôfago ao duodeno. Isso previne um desvio intestinal que provocaria falhas na absorção dos alimentos. Por isso, o paciente dispensa suplementação alimentar para o resto da vida.

Mais que emagrecimento, o novo procedimento garante qualidade de vida aos que passam por ele.

Pergunte a seu médico se essa é a cirurgia certa para você.

 
Escrito em 16 de set de 2011

Linfoma

Categorias: Oncologia    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

O sistema linfático é nosso sistema de defesa. Nele, se encontram células, entre as quais está o linfócito, que reconhecem corpos estranhos em nosso organismo e são responsáveis por nossa reação a esses corpos.

De acordo com o Dr. Fabio Kater, oncologista clínico do Hospital 9 de Julho, o linfoma ocorre quando esse linfócito ao invés de “nascer, crescer, se multiplicar e morrer” não morre e continua a se multiplicar, podendo ocasionar tumores (acúmulos de células), principalmente – mas não exclusivamente – nos gânglios.

Os linfomas são divididos em duas “categorias” principais: os linfomas de Hodgkin e os Não-Hodgkin. Esse segundo tem aproximadamente cinquenta subtipos, o que significa que nem todo linfoma é igual e, da mesma forma, seu diagnóstico e tratamento são individuais.

No vídeo, o Dr. Fábio fala mais a respeito dos linfomas, seus principais sintomas, diagnóstico, riscos e tratamento. Confira: