Escrito em 01 de nov de 2010

Cuidados com a pele negra

Categorias: Dermatologia    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

A pele negra merece cuidado especial, já que tem predisposição a ter manchas escuras e tendência à oleosidade, devido à maior produção de melanina nesse tipo de pele. É comum que – após pequenos machucados, acnes e até mesmo picadas de insetos – a pele fique marcada por pontos mais escuros e mais resistentes ao tratamento clareador.

Para evitar que a pele fique toda marcada, em primeiro lugar deve-se tentar evitar os agentes causadores de possíveis manchas escuras:

  • Tratar a acne assim que aparecer
  • Evitar coçar ou escoriar a pele
  • Suspender o uso de qualquer produto que cause irritação na pele
  • Usar repelentes ou buscar tratamento dermatológico específico em casos de muitas picadas de insetos

“Para aqueles casos em que a mancha já tenha se instalado, o ideal é que seja iniciado um tratamento dermatológico com medicamentos clareadores e que haja um acompanhamento desse tratamento para que eventuais reações adversas sejam tratadas a tempo”, explica a dermatologista do Hospital 9 de Julho, Drª Patrícia Fagundes.

Outra preocupação comum de quem tem a pele escura é o excesso de oleosidade. Isso acontece devido a uma produção excessiva de sebo, mesma substância que confere um aspecto de viço bonito à pele negra, que quando produzida em quantidades exageradas, leva a um quadro de oleosidade. “O tratamento, salvo eventuais casos mais graves, é destinado a remoção do sebo excessivamente produzido e a contenção da dispersão da oleosidade. É feito por meio de soluções matificantes que contenham micropartículas absorventes”, esclarece Drª Patrícia Fagundes.

 
Escrito em 27 de out de 2010

H9J – Mais Excelência Internacional em Qualidade

Categorias: Institucional    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

Sendo um hospital geral, clínico e cirúrgico, com foco na excelência do atendimento, eficiência operacional e alta resolutividade, o Hospital 9 de Julho sempre construiu seus processos pautados e apoiados pela Gestão da Qualidade e Riscos.

Os esforços empenhados em garantir a constante melhoria dos processos e a segurança do paciente, levaram o H9J à conquista de vários certificados que atestam a qualidade da assistência oferecida aos nossos pacientes.

Sob a ótica da Qualidade, o Hospital 9 de Julho sempre foi pioneiro no mercado de saúde, sendo um dos primeiros hospitais a conquistar a certificação nacional de qualidade, pela ONA (Organização Nacional de Acreditação), atingindo o nível de excelência em fevereiro de 2008.

Sempre motivados pela busca da excelência, logo após a conquista da ONA, o Hospital 9 de Julho deu início a um novo desafio: conquistar a Acreditação Internacional – Modelo Canadense (Canadian Council for Health Services Accreditation – CCHSA), que veio em março de 2010.

Os destaques desta primeira certificação internacional foram a competência técnica da instituição, a seriedade nas relações com o mercado e com os clientes, o envolvimento do Corpo Clínico nos processos de melhoria da qualidade e, de forma geral, os padrões assistenciais de excelência internacional!

O H9J ficou satisfeito? Sim. Mas não paramos por aqui!

Na incessante busca pela excelência assistencial, já foi dado início ao processo de acreditação pela Joint Commission Internacional – JCI, considerada a mais conceituada acreditação hospitalar do mundo.

A metodologia da JCI vem trazer novos conceitos para a Gestão da Qualidade no H9J, sempre complementando tudo aquilo que já vem sendo trabalhado pela instituição.

 

 Os principais focos da JCI são:

  • Segurança do paciente e melhoria da contínua da qualidade;
  • Direção e capacitação das lideranças;
  • Capacitação dos recursos humanos;
  • Educação de pacientes e familiares;
  • Vigilância e controle de infecção hospitalar;
  • Gerenciamento e segurança das instalações;
  • Direitos dos pacientes e familiares;
  • Gerenciamento da comunicação e informação;
  • Avaliação do paciente;
  • Acesso e continuidade do cuidado;
  • Cuidados do paciente;
  • Anestesia e cuidados cirúrgicos;
  • Gerenciamento e uso de medicamentos;

                   

Além destes focos (que são os 13 capítulos do manual), a JCI tem por objetivo garantir a implantação das 6 metas internacionais de segurança do paciente, que são:

1)      Identificar corretamente o paciente;

2)      Melhorar a comunicação efetiva;

3)      Melhorar a segurança para uso de medicamentos de risco;

4)      Eliminar cirurgia em membro ou paciente errado;

5)      Reduzir o risco de adquirir infecções;

6)      Reduzir o risco de lesão decorrente de queda.

 

 Fonte: Mariana Vendemiatti

 
Escrito em 27 de out de 2010

Reunião Científica: A Dor e a Atividade Física

Categorias: Medicina do Exercício e do Esporte    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

A repetição do exercício físico com alta intensidade leva ao overtraining e lesões, como rupturas musculares, tendinites, lesões articulares, fraturas por estresse, etc. Por outro lado a atividade física também pode contribuir  para a melhora da dor crônica miofascial e fibromialgia.

O Dr. Ricardo Augustus Barone, ortopedista, traumatologista e cirurgião de joelhos do Hospital 9 de Julho apresentou, durante a Reunião Científica sobre a Dor e a Atividade Física que aconteceu no dia 26 de outubro, os maleficios e benefícios dos exercícios físicos e seus impactos na saúde do atleta e praticante de esportes.

Leia o material abaixo, usado na palestra, para saber mais sobre o assunto. Caso você esteja visualizando esse post em um leitor de feeds, pode acessar essas mesmas informações na página do Hospital 9 de Julho no SlideShare.

 
Escrito em 25 de out de 2010

Reunião Científica: Joelho nos Esportes

Categorias: Medicina do Exercício e do Esporte    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

O Dr. José Luiz Runco, Ortopedista e Médico da Seleção Brasileira de Futebol, explicou durante a Reunião Científica sobre Joelhos nos Esportes, que aconteceu no dia 28 de setembro, a evolução da Medicina Esportiva e como a qualificação de profissionais médicos vem ganhando importância em competições internacionais, como a Copa do Mundo de 2010. Para saber mais sobre o assunto, assista a entrevista!

 

 
Escrito em 22 de out de 2010

Câncer de pele

Categorias: Dermatologia    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

Por Dr. Renato Santos

Qualquer pessoa pode ter câncer de pele, sendo a ocorrência mais comum em pessoas de pele clara, olhos claros, que se exponham de forma frequente e prolongada ao sol. Mediante diagnóstico precoce e imediato tratamento, a maioria dos cânceres de pele pode ser curada. A principal modalidade de tratamento é a cirurgia.

Os tipos mais freqüentes são: carcinomas basocelular e espinocelular, e o melanoma. O melanoma é o mais raro dos três e também o mais maligno, apresentando alta letalidade devido a sua capacidade de se espalhar. O melanoma pode ocorrer sobre uma pinta já existente (de nascença ou não), os surgir sobre pele normal (de novo).

Um dos principais fatores que levam ao surgimento do câncer de pele é a exposição aos raios solares, que se tornaram mais perigosos com a destruição da camada de ozônio. Bronzear é uma reação protetora da pele aos raios UV, porém, não previne câncer de pele. Recebemos 80% de toda exposição solar de nossa vida até os 18 anos de idade. Daí a importância da proteção ao sol para as crianças e adolescentes. Todas as pessoas, principalmente as de pele e cabelos claros, devem observar o aparecimento de feridas que não cicatrizam, de manchas escuras ou nódulos na pele, ou de alterações em pintas já existentes (aumento, modificação da cor, prurido, sangramento).

MEDIDAS PARA REDUÇÃO DE RISCOS:

  1. Minimize sua exposição ao sol entre 10h e 16h.
  2. Use roupas e chapéu para se proteger do sol.
  3. Não utilize câmaras de UV para se bronzear.
  4. Proteja as crianças. Não use protetor solar em crianças abaixo de 6 meses. Estas devem ter exposição solar limitada.
  5. Faça auto-exame regular da pele, usando espelhos e procure médico caso apareça ferida que não cicatrize, mancha escura ou nódulo na pele duradouros, ou alterações em pintas já existentes (aumento, modificação da cor, prurido, sangramento).

Melanoma

O melanoma é um câncer de pele potencialmente letal, capaz de produzir metástases. Ele pode se originar em pele normal, porém, na maioria das vezes, origina-se sobre uma pinta já existente.

Algumas características dessas pintas que aumentam as chances delas estarem se transformando em melanoma podem ser avaliadas pela chamada regra do ABCD: AAssimetria; B - Bordas ou limites que se tornam irregulares, mal definidos em relação à pele adjacente; CCor que se altera, de marrom para negro, por variação de tonalidade ou aparecimento de áreas negras, brancas, azuis ou vermelhas; DDiâmetro – aumento de tamanho em diâmetro, extensão ou volume e diâmetro igual ou maior que 0,6 cm.

Alterações clínicas da pinta, como aparecimento de dor, coceira, diminuição do tamanho ou desaparecimento total da pinta, manchas ou pontos escuros em sua volta, sangramento ou pequenas feridas na sua superfície também devem ser valorizadas.

O melanoma tem se manifestado de forma relativamente precoce com maiores taxas de incidência em pessoas com idade entre 30-40 anos. A detecção precoce e o tratamento cirúrgico adequados podem curar mais de 90% dos pacientes.

Evidências sugerem que evitar exposição ao sol, especialmente nas crianças e adolescentes, pode reduzir a incidência de melanoma cutâneo. A exposição pode ser evitada mudando-se certos hábitos, como usar roupas protetoras e protetores solares. Assim reduz-se o tempo de exposição à radiação ultravioleta B.

Importante: Os protetores solares não substituem a não exposição ao sol.

Serviço de Dermatologia e Oncologia Cutânea