Escrito em 19 de out de 2010

Reunião Científica: A Dor e a Atividade Física

Categorias: Medicina do Exercício e do Esporte    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

Dando prosseguimento ao programa de Educação Continuada em Medicina do Exercício e do Esporte, o Hospital 9 de Julho promove uma nova Reunião Científica. O tema agora é a Dor e a Atividade Física. Falaremos sobre a relação entre os treinamentos em excesso e as lesões musculares e articulares que estes causam. E também, como o exercício físico pode contribuir para a melhora da dor crônica miofascial.

Contando coma presença de especialistas, o evento irá acontecer no próximo dia 26 de outubro, no Auditório do Hospital 9 de Julho em São Paulo. Você está convidado a participar! Para isso, sua inscrição deve ser feitas antecipadamente pelo telefone 11 3147-9644 ou pelo e-mail: centrodeestudos@h9j.com.br.

O folder abaixo dá mais informações. Caso você esteja visualizando esse post em um leitor de feeds, pode acessar essas mesmas informações na página do Hospital 9 de Julho no Scribd.

 
Escrito em 04 de out de 2010

Reunião Científica: Joelho no Esporte

Categorias: Medicina do Exercício e do Esporte    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

Durante a Reunião Científica sobre Joelhos nos Esportes, que aconteceu no dia 28 de setembro, o  Dr. José Luiz Runco, Ortopedista e Médico da Seleção Brasileira de Futebol, falou sobre  a evolução da Medicina Esportiva e o valor desta na Copa do Mundo de 2010.

Veja quais são as atividades de um médico nos Esportes. Entenda a evolução das técnicas operatórias, a importância que a qualificação de profissionais médicos vem ganhando ao longo dos anos e como a abertura para outros profissionais afetou a Medicina no Esporte.

Leia o material abaixo, usado na palestra, para saber mais sobre o assunto. Caso você esteja visualizando esse post em um leitor de feeds, pode acessar essas mesmas informações na página do Hospital 9 de Julho no SlideShare.

 
Escrito em 04 de out de 2010

Cuidados com a pele

Categorias: Dermatologia    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

A pele é nosso maior órgão e, por sua função de barreira, está em contato íntimo com o meio ambiente. A consequência disso é que variações de temperatura ao longo do ano influenciam diretamente nossa pele.

Quem é que não sentiu literalmente na pele a necessidade de aplicar um hidratante naqueles dias mais secos?

Nos meses mais frios do ano, as baixas temperaturas do ambiente, a umidade do ar reduzida, somadas a uma diminuição da transpiração que naturalmente ocorre nesta época, trazem alterações à nossa pele que podem e devem ser tratadas.

Essas alterações manifestam-se como sensação de aspereza ao toque, descamação fina principalmente na pele das costas e pernas, e até uma sensação de coceira.

Para que isso não aconteça, deve-se:

  • Evitar banhos muito quentes e prolongados, pois a temperatura elevada da água intensifica a remoção da camada de oleosidade que recobre nossas pele e que confere hidratação e proteção.
  • Evitar uso de buchas e esponjas que promovem uma remoção mecânica desta mesma camada de oleosidade, necessária à pele.
  • Evitar uso de sabonetes muito concentrados, com perfumes e cores fortes, pois a quantidade de produtos químicos ali presentes pode ser um fator agravante no ressecamento cutâneo.
  • Evitar uso de roupas confeccionadas com tecidos sintéticos em contato direto com a pele.
  • Usar duas a três vezes ao dia cremes ou loções hidratantes, de preferência prescritos pelo dermatologista, e que não tenham perfumes nem cores fortes;
  • Usar hidratantes faciais. A pele da face, por ser mais delicada que a do corpo e por estar sempre exposta, merece cuidado especial.
  • Os hidratantes faciais devem ser específicos para cada tipo de pele. Para saber qual o tipo mais indicado para seu tipo de pele, consulte seu dermatologista.
  • Aplicar o hidratante naqueles minutinhos após o banho, quando a pele apresenta uma grande capacidade de absorção do produto.

O seguimento das recomendações acima com certeza auxiliará na obtenção e manutenção de uma pele bem hidratada e protegida. Se tiver alguma dúvida, comente aqui e não deixe de consultar seu médico.

Por: Dra. Patrícia Fagundes – Dermatologista do Hospital 9 de Julho

 
Escrito em 30 de set de 2010

Reunião Científica: Joelho no Esporte

Categorias: Medicina do Exercício e do Esporte    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

O tema da última Reunião Científica do Hospital 9 de Julho, que aconteceu no dia 28 de setembro, foi o Joelho nos Esportes. Os diversos especialistas presentes, entre eles o Dr. José Luiz Runco da seleção brasileira, falaram sobre prevenção de lesões microtraumáticas e macrotraumáticas, e a anatomia do joelho.

“O desejo do atleta em retornar rapidamente à prática esportiva é imenso, mas não é maior do que as necessidades dos processos biológicos para reparar os tecidos e condicioná-los adequadamente”.

Veja quais são os principais fatores de risco e como acontecem as comuns lesões de ligamentos. Entenda o processo de reabilitação do atleta lesionado e seu retorno ao esporte.

Leia o material abaixo, usado nas palestras, para saber mais sobre o assunto. Caso você esteja visualizando esse post em um leitor de feeds, pode acessar essas mesmas informações na página do Hospital 9 de Julho no SlideShare.

Veja outras apresentações do Hospital 9 de Julho.
 
Escrito em 29 de set de 2010

Um pouquinho sobre sol, radiação e filtro solar

Categorias: Dermatologia    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

Os raios solares chegam até nosso planeta trazendo incontáveis benefícios. Mas com eles vem também o potencial deletério da radiação solar, que pode causar câncer de pele, envelhecimento precoce e outras doenças.

A intensidade desta radiação, a frequência e duração da exposição ao sol, danificam o DNA das células da epiderme e derme. Uma vez danificado seu DNA, a célula pode originar um câncer de pele.

Um dos mais importantes e relativamente recentes avanços na prevenção às doenças de pele causadas pelo sol foi o desenvolvimento dos chamados filtros solares. Nos anos 70, estas substâncias fotoprotetoras começaram a ser desenvolvidas e, desde então, são recomendados para prevenção de câncer de pele, principalmente para aqueles indivíduos de maior risco.

São requisitos fundamentais de um protetor solar: absorver radiação UVA e UVB; apresentar boa substantividade, ou seja, aderir bem à epiderme; ser quimicamente estável e não manchar vestuários.

Para se alcançar uma fotoproteção ideal, é essencial que os filtros solares sejam aplicados de um modo suave, uniforme e na quantidade adequada orientada pelo fabricante a fim de se alcançar um filme fino na superfície da pele exposta.

Para melhor proteção, os fotoprotetores devem ser aplicados pelo menos 30 minutos antes da exposição solar, assegurando melhor difusão das substâncias na pele e portanto, proteção mais eficiente.

Também para garantir ótima proteção, o usuário deve evitar, logo após a aplicação, qualquer contato com roupas a fim de evitar a remoção do filtro solar e com isso diminuir a fotoproteção.

As indústrias farmacêuticas e de dermocosméticos têm gasto anualmente milhões em pesquisas na busca do filtro solar que melhor atenda às necessidades dos pacientes. Se pensarmos nos vários tipos de pele que podem ser encontrados, nas diversas etnias, nos muitos climas ao redor do mundo – sem mencionar as variações de pele que ocorrem em cada fase da vida – fica fácil imaginar o quão difícil e desafiador é a busca pelo filtro solar ideal. Mas de uma coisa podemos ter certeza: o uso adequado de um bom filtro solar nos garante uma pele livre de doenças, sem manchas e com algumas “ruguinhas” a menos.

Por: Dra. Patrícia Fagundes – Dermatologista do Hospital 9 de Julho