Escrito em 08 de mar de 2013

Emergência: você sabe como socorrer alguém?

Categorias: Sua Saúde    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

Provavelmente você deve ter pensado “eu me viro, qualquer coisa chamo alguém para me ajudar”. Claro que chamar ajuda é fundamental, mas conhecer algumas técnicas básicas de primeiro atendimento pode até evitar futuras sequelas na vítima.

O Dr. Renato Poggetti, cirurgião responsável pelo Centro de Trauma do Hospital 9 de Julho, lembra que a primeira atitude é ligar para o serviço de atendimento pré-hospitalar, que é o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), pelo número 192 ou o resgate do Corpo de Bombeiros, pelo 193.

A seguir, é necessário avaliar se a vítima está consciente, se tem machucados aparentes e hemorragia. “Caso esteja consciente, procure mantê-la acordada, identifique como ocorreu o acidente, se a pessoa toma alguma medicação e pergunte quais partes do corpo estão doendo”, explica.

Quando encontrar uma pessoa aparentemente desmaiada, se possível, coloque-a deitada de costas deixando o pescoço reto, se não for possível, mantenha-a na posição em que foi encontrada. Se ela estiver respirando, mantenha as vias aéreas (boca e nariz) limpos e, se necessário, remova corpos estranhos e secreções com a mão protegida com saco plástico. Assim, a vítima irá respirar melhor. Verifique se existe sangramento ativo em alguma parte do corpo, se houver, comprima com a mão protegida com um plástico ou com um pano amarrado no local.

Se não estiver respirando, pode ter tido uma parada cardíaca. Neste caso, tente identificar se há pulsação no pescoço. Se não houver pulso, a massagem cardíaca precisa ser iniciada imediatamente. São 30 repetições por minuto, seguidas de duas ventilações, a respiração boca a boca, que pode ser realizada com a proteção de uma sacola de plástico furada no meio, por exemplo. Realize o procedimento até a chegada de ajuda especializada. “Com atitudes relativamente simples, podemos salvar vidas!”, finaliza o Dr. Poggetti.

 
Escrito em 08 de mar de 2013

Categorias: Sua Saúde    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

 
Escrito em 21 de fev de 2013

Quando o relógio digital afeta o biológico

Categorias: Sua Saúde    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

Entre os meses de outubro e fevereiro, alguns estados do Brasil aderem ao horário de verão para que possa haver uma economia de energia neste período. Quando inicia ou termina este período, a mudança no relógio causa uma alteração na rotina das pessoas, ainda que pequena, mas que pode afetar o organismo. “Nas primeiras semanas de mudança, ao adiantar ou atrasar o relógio em uma hora, acabamos dormindo mais tarde e levantando mais cedo ou vice-versa. Isso impacta no ciclo do sono e pode causar alguns transtornos temporários”, afirma o Superintendente Médico do Hospital 9 de Julho, Dr. José Capalbo.

O médico acrescenta que ter uma noite de sono de pelo menos oito horas é fundamental para recarregar as energias e manter o bom funcionamento do organismo e da mente. “Dormir pouco pode afetar a produtividade, causar dores no corpo e estresse. A diferença de horário pode também causar insônia em algumas pessoas”, explica Dr. Capalbo.

Outro fator que pode ser prejudicado pela mudança de horário é a digestão e o funcionamento do intestino, já que os horários de alimentação também mudam. Estas complicações causadas pelas alterações no relógio são mais complexas quando viajamos para países com horários ainda mais distantes dos nossos. “A orientação, nestes casos, é que o viajante tente dormir e fazer as refeições nos horários locais já no primeiro dia de viagem, assim fica mais fácil para que o corpo se acostume à nova rotina”, orienta Dr. Capalbo.

Quem precisa de tratamento medicamentoso, que exija horários controlados para tomar remédio, deve procurar um médico antes de cair na estrada para que ele ajude a programar a nova rotina.

As mudanças no organismo normalmente são passageiras e nos adaptamos com facilidade ao  novo horário.  A dica é ficar atento aos sinais que o corpo dá e procurar um profissional, caso note que algo não está bem.

 
Escrito em 14 de fev de 2013

Medicamentos e bebida alcoólica: mistura perigosa

Categorias: Sua Saúde    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

Você já deve ter ouvido falar que não se deve misturar remédio com bebidas alcoólicas. Isso porque a maioria dos medicamentos, assim como o álcool, é metabolizada no fígado, e essa mistura pode demandar muito trabalho do órgão. Ela pode potencializar o efeito do remédio e intoxicar o organismo, ou ainda atrapalhar o efeito terapêutico.

“Um remédio para dor de cabeça, que contenha o analgésico paracetamol se tomado com álcool pode causar uma Hepatite fulminante. O medicamento exige que o fígado trabalhe mais e suas funções ficam comprometidas com a ingestão de álcool”, explica a hepatologista do H9J, Dra. Marta Deguti. “Ao tomar um medicamento para curar uma enxaqueca, por exemplo, é recomendável esperar no mínimo 24 horas para ingerir bebidas alcoólicas. No caso de tratamento com antibióticos ou anti-inflamatórios, o tempo deve ser maior, varia de pessoa para pessoa, mas é importante perguntar ao médico”, comenta Dra. Marta.

Drogas para combater depressão e ansiedade também causam graves complicações se consumidas com bebidas alcoólicas. “Elas podem deixar o indivíduo mais deprimido. Ao tomar esses medicamentos com bebidas alcoólicas, a pessoa corre o risco de sofrer insuficiência respiratória e há casos de indivíduos que ficam mais propensos a cometer suicídio ao misturá-las”, diz a médica. É importante ressaltar que o consumo de bebidas alcoólicas por pessoas com doenças mentais deve ser evitado, pois pode piorar o quadro do indivíduo.

“O álcool é a porta de entrada para outras drogas, como a maconha, cocaína ou mesmo o crack. Quem consome essas substâncias geralmente é porque já experimentou o álcool e gosta da sensação que ele dá. Com isso, acaba tendo curiosidade de provar outras drogas”, informa a hepatologista. Fique atento à quantidade de álcool que consome e nunca tome sequer uma dose enquanto estiver em tratamento medicamentoso.

 
Escrito em 08 de fev de 2013

Prepare-se para o Carnaval!

Categorias: Sua Saúde    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

O Carnaval é momento de folia para muitos e é por isso que o cuidado com a saúde deve ser dobrado. Só nas estradas, os acidentes em 2012 foram 3.345, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal, sendo que a grande maioria deles foi provocada pela combinação bebida e direção. Para tentar evitar esse tipo de conduta entrou em vigor, no começo de fevereiro, uma nova regulamentação da Lei Seca. Agora, a regulamentação promete ter tolerância zero para quem é pego dirigindo com qualquer teor alcoólico no sangue, ou seja, essa atitude pode render uma alta multa e perda da carteira e também ser considerada crime.

 

O superintendente Médico do H9J, Dr. José Capalbo dá orientações para um Carnaval sem estresse:

 

- Não beba excessivamente: o consumo exagerado de bebida alcoólica irá atrapalhar a sua comemoração, causará mal estar , sonolência , vômitos e ressaca. Além disso, o álcool é responsável por provocar doenças hepáticas, como a cirrose. Se estiver tomando medicamento, de qualquer tipo, deixe a bebida de lado. A combinação de remédio e álcool pode causar problemas graves.

 

- Não se esqueça de usar camisinha em toda relação sexual: sexo sem proteção pode transmitir uma série de doenças, como AIDS, gonorreia, sífilis, HPV etc.

 

- Faça refeições leves e tome muita água: o calor não combina com alimentação pesada e comer uma feijoada antes de correr atrás do trio pode causar indigestão e acabar com sua festa.

 

-Use filtro solar: proteja-se do sol, seja na praia ou na avenida. O filtro solar não só ajuda a evitar que você vire um pimentão, mas também protege contra o câncer de pele.

 

Lembre-se dessas dicas e tenha um Carnaval cheio de alegria!

 
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