Escrito em 01 de out de 2009

Teste Ergométrico

Categorias: Medicina do Exercício e do Esporte    Autor: Dr. Pablius Braga   
 

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Você tem ideia de como está a sua capacidade aerobia? Se a sua resposta for negativa, talvez seja o momento de considerar a realização de um teste ergométrico. Ao iniciar um programa de condicionamento físico saiba que é preciso muito mais do que uma roupa adequada. Antes de dar os primeiros passos, é fundamental saber se o seu organismo está preparado para suportar a carga de exercícios que você pretende realizar.

Conhecido também como teste de esforço, ele possibilita a investigação da saúde cardiovascular de uma maneira bastante simples. Nele, o paciente é submetido a um esforço físico sobre uma esteira ou bicicleta ergométrica, numa intensidade que é aumentada a cada 2 minutos, até que a pessoa atinja a fase de cansaço intenso ou quando o médico responsável pelo acompanhamento da avaliação achar necessário. Durante esse teste, são avaliadas possíveis alterações no eletrocardiograma, na pressão arterial e nos batimentos cardíacos.

Os resultados dão indicativos de eventuais problemas cardiocirculatórios que podem acometer o paciente, dependendo da intensidade do esforço físico empregada, como infarto do miocárdio, arritmias cardíacas e evolução de quadros como angina, hipertensão arterial e doenças crônicas do coração. Por isso, tão importante quanto diagnosticar essas doenças é conhecer a aptidão cardio-respiratória da pessoa, o que permitirá orientar exercícios físicos e cuidados com a saúde para a prevenção desses quadros.

Portanto, antes de colocar o pé na pista ou na academia, lembre-se dos benefícios que a realização de um teste ergométrico pode trazer para a sua saúde. Ao saber como está a sua aptidão física, você pode se exercitar com mais segurança, além de melhorar a sua performance e seus resultados.

 
Escrito em 21 de set de 2009

Previna-se contra a Gripe Suína – Influenza A (H1N1)

Categorias: Grupos de Estudos    Autor: Simone Machado   
 

Desde que foi notificada no México, a gripe Influenza A (H1N1), que ficou conhecida também como Gripe Suína, tem mobilizado as autoridades de saúde mundiais, que trabalham no monitoramento, prevenção e controle dos casos. Confira no vídeo os principais cuidados no combate ao vírus e as recomendações feitas pelo Dr. Gustavo Henrique Johanson, Infectologista do Hospital 9 de Julho.

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Escrito em 18 de set de 2009

Centro de Medicina do Exercício e do Esporte

Categorias: Medicina do Exercício e do Esporte    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

Conheça mais esse Centro de Referência do Hospital 9 de Julho na apresentação abaixo:

 
Escrito em 16 de set de 2009

O bem-estar em primeiro lugar

Categorias: Grupos de Estudos    Autor: Simone Machado   
 

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Dentro e fora dos hospitais, todo cuidado médico está em constante evolução – seja para desenvolver tratamentos para doenças antes sem cura ou oferecer cuidados que promovam o bem-estar em situações difíceis. No primeiro caso, há um fluxo constante de medicamentos sendo lançados, técnicas cirúrgicas sendo aperfeiçoadas e exames de diagnóstico cada vez mais sofisticados. Na segunda situação, há profissionais de várias áreas da saúde estudando e pesquisando as melhores formas de oferecer um atendimento humanizado, centrado na qualidade de vida do paciente e de sua família. Esta abordagem, que foi sistematizada a partir da Segunda Guerra Mundial e colocada como disciplina médica há cerca de dez anos, atende hoje pelo nome de cuidados paliativos.

“Desde que existe a Medicina, existem os cuidados paliativos. O lema é curar quando possível, mas dar conforto e uma vida digna ao paciente sempre”, resume o Dr. Marcelo Levites, médico de família e membro do Grupo de Estudos em Cuidados Paliativos do Hospital 9 de Julho. Ele explica que essa abordagem médica está centrada em três princípios básicos: controle de sintomas, comunicação eficaz e suporte emocional. “Procuramos melhorar a comunicação, explicar o que está acontecendo ao paciente e sua família, oferecendo um suporte emocional para que eles enfrentem a situação da melhor maneira possível, sem se sentirem desamparados”, diz o médico.

Em hospitais onde há um grupo especializado em cuidados paliativos, como no caso do Hospital 9 de Julho, a equipe (médicos, enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, entre outros profissionais) trabalha em conjunto para oferecer os recursos mais modernos da medicina aliado a esse suporte emocional, dialogando sempre que possível com o paciente e seus familiares. “Os próprios médicos recorrem ao grupo quando sentem necessidades, pedindo orientações sobre os melhores cuidados para seus pacientes”, afirma o Dr. Levites. O objetivo principal de quem trabalha na área é minimizar a dor e o sofrimento enquanto a cura não é possível. “É o compromisso médico de dar conforto além da cura”, finaliza o médico.

 
Escrito em 09 de set de 2009

Oxigênio como tratamento

Categorias: Diabetes    Autor: Simone Machado   
 

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Dra. Mariza D’Agostino Dias, médica-chefe da UTI geral do Hospital 9 de Julho

Todos sabemos da importância do oxigênio na vida dos seres vivos. O que muitas pessoas não imaginam é que esse elemento, fundamental na respiração e combustão, também pode ser usado, por meio da tecnologia, como um recurso médico no tratamento de diversos problemas, como infecções de tratamento geralmente demorado e difícil. Este é o princípio da câmara hiperbárica, um equipamento moderno que faz parte dos recursos oferecidos aos pacientes pelo Hospital 9 de Julho.

De acordo com a Dra. Mariza D’Agostino Dias, médica-chefe da UTI geral do hospital, a câmara hiperbárica é responsável por levar oxigênio a lugares do corpo que apresentem alguma deficiência. O paciente fica confortavelmente deitado dentro da câmara com oxigênio puro para respirar, enquanto a pressão é elevada gradualmente – acima da pressão ambiente. As sessões duram de 90 a 120 minutos.

“O paciente recebe oxigênio puro que, por meio da respiração, vai dos pulmões para o sangue e circula em grande quantidade pelo corpo, principalmente em locais onde exista uma carência, como feridas crônicas, infecções rebeldes, lesões como traumatismos, queimaduras e outros problemas complexos”, explica Dra. Mariza. “Esse tratamento é chamado de oxigenoterapia hiperbárica (OHB).”

O tratamento combate bactérias e fungos que estejam provocando infecções no corpo do paciente. Na grande maioria dos casos, ele não provoca qualquer tipo de desconforto. Alguns efeitos começam a aparecer logo após a primeira sessão, outros são mais tardios, surgindo no decorrer de horas ou dias após as aplicações.

O serviço de oxigenoterapia hiperbárica do Hospital 9 de Julho foi o primeiro do tipo em uma instituição privada e conta com três câmaras hiperbáricas. “Estudos comprovam, por exemplo, que em casos de feridas em pés de diabéticos, a necessidade de amputação diminui de 33% para 8% quando se acrescenta este recurso ao tratamento”, complementa.

 
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