Posts com a tag ‘acreditação’

Escrito em 01 de set de 2009

Informativo mensal do Hospital 9 de Julho – edição de Julho/2009

Categorias: Institucional    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

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Escrito em 01 de set de 2009

Informativo mensal do Hospital 9 de Julho – edição de Junho/2009

Categorias: Institucional    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

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Escrito em 28 de ago de 2009

Referência em atendimento

Categorias: Institucional    Autor: Simone Machado   
 

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Em um modelo tradicional, o paciente com alguma queixa ou desconforto procura o médico especialista, agenda uma consulta, vai até sua clínica e, provavelmente, sai de lá com uma lista de exames na mão. Procura então um laboratório de análises clínicas e diagnósticos, agenda horário para realização dos exames solicitados e, após tê-los feito, retorna ao médico com os resultados para fechar o diagnóstico e iniciar um  tratamento. Em alguns casos, é preciso que passe por outro médico especialista – e aí começa tudo outra vez.

Esse tipo de atendimento, bastante descentralizado, é o mais comum e mais conhecido da maioria da população – médicos em um lugar, exames em outro, hospital em outro. Há, no entanto, uma outra forma de organização do atendimento médico, focado em equipes especializadas em áreas específicas, com equipamentos de última geração e integradas a uma unidade hospitalar. São os chamados centros de referência, que compõem o fluxo assistencial.

“O centro de referência reúne especialistas para tratar de todas as patologias envolvidas em uma área médica com o máximo de recursos internos possíveis. Por exemplo, um centro de gastroenterologia atende doenças do estômago, fígado, intestino. Desde uma gastrite até tumores, explica o Dr. José Luiz Capalbo, superintendente médico do Hospital 9 de Julho. “O atendimento que o paciente recebe é o mais completo possível”, afirma.

Seguindo à risca esse conceito, o Hospital 9 de Julho disponibiliza para os pacientes o Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional, formado por uma equipe multidisciplinar para tratamento de pacientes que convivem com vários tipos de dores, o Centro de Trauma, preparado para atendimentos de urgência e emergência, o Centro de Medicina do Esporte, que reúne profissionais especialistas nas grandes áreas da fisiologia, traumatologia do exercício e do esporte e, ortopedia. Há também o Centro de Rim, para tratamentos de doentes renais agudos, crônicos, das doenças endócrinas e vasculares; o Centro de Gastroenterologia, para doenças do estômago, fígado, intestino, cirurgias bariátricas; o Centro de Cardiologia, preparado para atender todas as patologias ligadas ao coração e,  por fim, o Centro Integrado para tratamento Oncológico, com toda a infra-estrutura necessária para oferecer o melhor atendimento e acompanhamento a pacientes com tumores.

“O diferencial do centro de referência é a agilidade no agendamento de consultas, apoio logístico para realização de exames e médicos especialistas trabalhando conjuntamente, integrados no hospital”, ressalta Dr. Capalbo. Em outras palavras, o centro de referência oferece todo o atendimento que o paciente precisa em um único lugar, em um modelo que reúne troca de informações entre especialistas e acesso a recursos médicos e tecnológicos. O resultado é um ambiente com mais conforto e segurança para o paciente e seus acompanhantes.

 
Escrito em 18 de ago de 2009

O que você deve saber sobre Gestão de Qualidade e Riscos

Categorias: Institucional    Autor: Mariana Vendemiatti   
 

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Quando um hospital coloca um documento na parede atestando que aquela instituição está certificada ou acreditada, está dizendo muito mais do que: aqui você será bem atendido. Essas certificações mostram que a instituição está fazendo um enorme esforço, estruturando todos seus processos com base em parâmetros de qualidade, para garantir que o cliente tenha um ótimo atendimento, com o máximo de segurança e receba uma assistência com a mais alta qualidade possível.

Optar por uma gestão da qualidade é um escolha complexa, que gera impactos em toda a instituição. São mudanças que envolvem desde a estrutura física e de pessoal, até o controle dos processos, passando inclusive pela análise dos resultados. Mas nem tudo é facilmente percebido pelos clientes.

Todos os meses nos reunimos para discutir os indicadores assistenciais e administrativos e fazemos questão que toda a equipe saiba fazer uma análise crítica da situação e consiga propor melhorias naquele processo.

Quando a meta é atingida por mais de três meses consecutivos, consideramos que seja hora de aumentar a exigência. E isso é o que chamamos de melhoria contínua.

Em um hospital, é  importante ainda destacar os esforços feitos para o gerenciamento de risco. Desde a entrada do paciente no hospital, seja para uma simples consulta ou para uma grande cirurgia, esse processo de gestão vigora, e continua até o momento da alta do cliente.

Por exemplo, se um paciente menciona uma alergia, diversas ações são disparadas. Inicialmente ele é identificado com uma pulseira que garante que toda a equipe do hospital esteja alerta para a situação, em seguida a informação vai para o sistema de gerenciamento hospitalar e, portanto, todo profissional que acessar as informações do paciente terá conhecimento da alergia.

Já na unidade de internação, existe um painel de risco específico para cada paciente, ressaltando os pontos que merecem atenção em cada caso. E por fim, o próprio sistema possui travas de segurança, que impedem que um medicamento seja prescrito para um indivíduo com alergia a qualquer uma das substâncias presentes naquele remédio.

Aqui, no Hospital 9 de Julho, nossos esforços levaram a conquista de vários certificados de qualidade, garantindo o controle dos nossos processos, a segurança dos nossos pacientes, a qualidade da assistência prestada e a busca pela melhoria contínua.

E se você quiser ainda entender um pouco mais sobre acreditação, qualidade, gestão de riscos e outros assuntos relacionados, faça uma visita ao nosso stand no CONARH (Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas) – entre os dias 18 e 21 de agosto de 2009, ou escreva para qualidade@h9j.com.br.

 
Escrito em 08 de jul de 2009

Processos de Acreditação no H9J

Categorias: Institucional    Autor: Simone Machado   
 

Em fevereiro de 2008 o Hospital 9 de Julho obteve a Acreditação Nível 3 da ONA.

Esta pode parecer uma informação extremamente técnica ou apenas um parâmetro administrativo, mas ela é bastante útil aos pacientes. Ao obter esta certificação, o hospital, ou qualquer outra instituição que o tenha, atesta que todos os seus procedimentos estão de acordo com os princípios de excelência do Manual Brasileiro de Acreditação no que diz respeito à estrutura, aos processos e aos resultados obtidos.

Todo esse processo de certificação começou em 2003, quando o hospital recebeu a Acreditação Nível 2 da ONA. Apesar de bastante satisfeitos, mas decididos a um aprimoramento contínuo, a administração decidiu, em 2007, fazer uma revisão na missão e nos objetivos estratégicos da instituição, realizando mudanças no modelo de gestão, envolvendo toda a equipe.

Motivados pela busca da excelência e pela melhoria contínua em seus processos, logo após a conquista do Nível 3, em 2008, o Hospital 9 de Julho deu inicio a um novo desafio: conquistar a Acreditação Internacional – Modelo Canadense. “Os nossos referenciais comparativos mudaram: não comparamos nossos indicadores apenas com as melhores práticas nacionais, mas com as melhores práticas e indicadores de qualidade consagrados mundialmente“, explica Mariana Vendemiatti, responsável pela Gestão da Qualidade e Riscos da instituição.

O grande diferencial da Acreditação Internacional – Modelo Canadense é a avaliação do fluxo do paciente como um todo, ou seja, as áreas não são avaliadas individualmente, cada uma com seus processos específicos. A avaliação é feita em todo o caminho percorrido pelo paciente durante o seu processo de internação, garantindo assim maior integração entre as áreas, a continuidade do cuidado prestado e a máxima segurança do paciente.

O Hospital 9 de Julho está se preparando para receber a visita do CCHSA (Conselho Canadense para Acreditação dos Serviços de Saúde) em novembro de 2009, na certeza de que irá sempre trabalhar para a segurança do paciente e melhoria dos processos institucionais.