Posts com a tag ‘alta complexidade’

Escrito em 20 de abr de 2012

Como é um hospital de alta complexidade?

Categorias: Institucional    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

O termo alta complexidade hospitalar é muito conhecido entre os profissionais de saúde, mas e a população em geral, sabe exatamente do que se trata? No post dessa semana vamos explicar um pouco melhor o que isso significa e como um hospital com esse perfil pode fazer a diferença no atendimento.

Normalmente quando pensamos em alta complexidade vem à mente uma situação de emergência e a necessidade de correr para o hospital. No entanto, uma informação é fundamental para entendermos o termo: a alta complexidade não está diretamente relacionada com uma emergência médica. Uma apendicite, por exemplo, é uma emergência, pois precisa de atendimento rápido, mas não se enquadra como atendimento altamente complexo.

Já uma cirurgia de coluna pré-agendada não é uma emergência, mas é um procedimento complexo. Se houver alguma complicação durante ou após a cirurgia, o paciente precisa contar com o apoio de uma equipe multiprofissional (cardiologistas, nefrologistas etc), banco de sangue (caso haja hemorragia) e alta tecnologia de apoio à resolução do problema, como exames de imagem de última geração, unidade de terapia intensiva, entre outros.

Um hospital focado em alta complexidade pode tanto resolver uma apendicite, como as complicações de uma cirurgia eletiva (agendada) de coluna, ou mesmo identificar um aneurisma cerebral antes do rompimento em uma pessoa que só foi ao pronto-socorro por estar com uma forte dor de cabeça.

Esse paciente, por exemplo, pode ser tratado no mesmo local com o apoio da radiologia intervencionista realizando um procedimento endovascular não invasivo e que, portanto, tem menor possibilidade de sequelas. Uma outra opção, quando esses recursos não estão disponíveis, seria o tratamento cirúrgico convencional.

A Dra. Regina Tranchesi, diretora Técnica do Hospital 9 de Julho, resume em uma frase o que é alta complexidade hospitalar: “São atendimentos onde você precisa de recursos tecnológicos avançados e competência médica multiprofissional para resolver o problema de maneira eficaz”.

Essa estrutura diferenciada, até por ser mais dispendiosa, não é encontrada em todos os hospitais. Por isso, é importante saber se o hospital de sua preferência ou aquele que fica mais próximo de sua casa tem estrutura de alta complexidade. Assim você saberá a quem recorrer se houver necessidade.

 
Escrito em 14 de set de 2011

#Se é Grave é 9

Categorias: Institucional    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

Como já dissemos aqui antes, o Hospital 9 de Julho vem sendo, cada vez mais, reconhecido por parceiros, por médicos e pela população em geral como um hospital especializado em Alta Complexidade.

Nesse sentido, baseado em todo o investimento que o Hospital 9 de Julho vem fazendo em pessoas, processos, equipamentos e infraestrutura, foi criada a campanha #Se é Grave é 9.

A campanha conta com o apoio de diversos veículos, entre eles revistas e rádios. Também, no meio online, abrimos canais diretos por meio dos quais você pode mandar sua dúvida para que um de nossos especialistas responda. A cada semana abordaremos um tema diferente como Doenças Hepáticas, Linfoma, entre outros.

O “grave” se refere ao que é complexo. Mas, quando você vai ao médico com uma preocupação, você não pergunta se o caso é complexo, você quer logo saber se a situação é grave.

Por essa razão, no Twitter, você pode mandar a pergunta simplesmente escrevendo #éGraveDr? no final.

Porém, se você não se sentir confortável expondo sua dúvida a todos seus seguidores, não tem problema. No HotSite da campanha, você pode simplesmente escrever sua dúvida no espaço reservado (mesmo caso do Facebook) e somente o Hospital 9 de Julho terá acesso a suas informações. Essa pergunta vai diretamente para uma base que reúne as dúvidas coletadas em todos os canais.

As perguntas a serem respondidas são então selecionadas com base em alguns critérios. Selecionamos as mais “populares” (que mais se repetem) e as que o médico especialista no assunto da semana julga mais comuns. Assim, tentamos garantir que todas as perguntas sejam respondidas.

Nós do Hospital 9 de Julho esperamos sempre que o seu caso não seja grave! Usamos nossos canais para dar ferramentas e informações para que sua saúde esteja 100% em dia. Porém, se chegar o dia em que você precisar de um hospital especializado em Alta Complexidade, estaremos prontos a lhe atender.

 
Escrito em 26 de ago de 2011

Alta Complexidade

Categorias: Trauma    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

Alta complexidade, como o próprio nome diz, se refere a algo que não é simples. Porém, quando tratamos do corpo humano, muito pouco é simples.

Na medicina, a expressão “alta complexidade” é usada para os casos que exigem uma investigação mais profunda e um acompanhamento mais próximo do paciente. De acordo com o Dr. Renato Poggetti, cirurgião responsável pelo Centro de Trauma do Hospital 9 de Julho, se encaixam nessa categoria, os pacientes que precisam ficar internados em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e que precisam de uma atenção especial no período inicial de internação.

Para avaliar se um trauma é de alta complexidade, são avaliados alguns critérios, entre os quais se destacam:

  • A gravidade da lesão
  • A simultaneidade das lesões.

Algumas áreas do corpo, quando lesionadas, demandam uma maior atenção. Por se tratarem de áreas com órgãos vitais, ou mais delicadas e de difícil recuperação.

Os segmentos do corpo onde as lesões se caracterizam como de maior importância são:

Se um desses segmentos é lesionado gravemente, ou se dois ou mais deles sofrem lesões simultâneas, o trauma automaticamente deve ser tratado como de alta complexidade.

Algumas situações também caracterizam lesões graves. Uma queda de altura de três ou mais vezes a altura do indivíduo; uma queda ou colisão com veículo de duas rodas a partir de 30 km/h; uma colisão com veículo de quatro ou mais rodas a partir de 55 km/h; perda de consciência – mesmo que temporária; fratura de ossos longos ou da bacia, qualquer trauma em idosos (acima de 65 anos), entre outras, são traumas que podem levar a lesões graves.

Ao chegar ao hospital, uma vítima de trauma é recepcionada no Pronto Socorro, que aciona a equipe de trauma. O cirurgião dessa equipe, que presta o primeiro atendimento ao paciente, será o responsável por acompanhá-lo até o fim de seu tratamento – e posterior reabilitação.

É esse cirurgião de trauma que vai avaliar a vítima e decidir se há necessidade de uma internação ou intervenção cirúrgica. Essa avaliação é baseada em exames físicos, diagnósticos de imagens e, quando necessário, avaliações da equipe médica multidisciplinar.

O médico responsável pelo paciente aciona outros médicos especializados em áreas específicas quando necessário. Por exemplo, se o indivíduo sofreu trauma na cabeça e precisa de cirurgia, ele aciona o neurocirurgião, se sofreu trauma em algum osso que requeira intervenção, ele aciona um ortopedista, se o trauma demanda uma intervenção vascular, um especialista nessa área é chamado e assim por diante.

Além desses médicos, os especialistas em diagnósticos por imagens, o banco de sangue, o laboratório, o endoscopista, entre outros também são essenciais no bom atendimento a uma vítima de trauma de alta complexidade.

Para entender um pouco melhor esse processo, assista ao vídeo gravado com o Dr. Renato Poggetti em que ele explica em mais detalhes a rotina de atendimento do trauma e o envolvimento do médico desde o atendimento pré-hospitalar até a reabilitação.

O Hospital 9 de Julho é referência no tratamento de casos de alta complexidade, pois trabalha com a integração total das equipes de todas as áreas e especialidades para garantir o melhor atendimento possível, especialmente aos casos que demandam mais atenção e agilidade para que você tenha a tranquilidade de saber que estamos sempre pensando no que é melhor para você.

 
Escrito em 23 de mar de 2010

Cirurgias cardíacas e cardiopatias de alta complexidade

Categorias: Falando em Saúde    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

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