Posts com a tag ‘atendimento’

Escrito em 28 de mar de 2013

Especialista dá dicas para evitar quedas de crianças

Categorias: Sua Saúde    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

A Dra. Jeanne D’arc Correa, cirurgiã traumatologista do Centro de Trauma do Hospital 9 de Julho, costuma dizer que todo o acidente é evitável, mas acaba acontecendo por uma série de fatores, como a falta de atenção, ou porque o risco não foi calculado corretamente etc.

Quando se fala em crianças, a situação é um pouco mais complicada, pois os pequenos ainda não têm plena capacidade de julgamento. Segundo a Organização não Governamental Criança Segura, as quedas são a principal causa de internação por acidentes em crianças até os 14 anos.

A proteção começa em casa. Algumas medidas como limitar o acesso a escadas, manter portas que dão acesso à rua trancadas e sem a chave para evitar a abertura pela criança, além de janelas e varandas protegidas por grades estão entre as medidas de segurança mais importantes. “O ideal é que a casa não tenha tapetes para evitar que a criança tropece. Os eletrodomésticos como TV e forno de micro-ondas também merecem atenção redobrada. Deixe-os fora do alcance dos pequenos e, sempre que possível, esconda os cabos para evitar que eles os puxem”, lembra a médica.

Todas as lesões requerem atendimento rápido para evitar o risco de infecção e a possibilidade de sequelas, mas quedas em que a criança bate a cabeça ou se queixa de dor abdominal com inchaço local exigem atenção especial e ajuda especializada imediata. “Mas mesmo que, passado o susto, a criança pare de chorar e aparente estar bem, é necessário levá-la a um pronto-socorro para uma avaliação mais completa e descarte de problemas como pequenas fissuras nos ossos, que podem atrapalhar o seu desenvolvimento, ou situações mais graves como coágulos no cérebro”, finaliza a Dra. Jeanne.

Saiba mais em: http://criancasegura.org.br/page/dicas-de-prevencao-queda

 
Escrito em 08 de mar de 2013

Emergência: você sabe como socorrer alguém?

Categorias: Sua Saúde    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

Provavelmente você deve ter pensado “eu me viro, qualquer coisa chamo alguém para me ajudar”. Claro que chamar ajuda é fundamental, mas conhecer algumas técnicas básicas de primeiro atendimento pode até evitar futuras sequelas na vítima.

O Dr. Renato Poggetti, cirurgião responsável pelo Centro de Trauma do Hospital 9 de Julho, lembra que a primeira atitude é ligar para o serviço de atendimento pré-hospitalar, que é o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), pelo número 192 ou o resgate do Corpo de Bombeiros, pelo 193.

A seguir, é necessário avaliar se a vítima está consciente, se tem machucados aparentes e hemorragia. “Caso esteja consciente, procure mantê-la acordada, identifique como ocorreu o acidente, se a pessoa toma alguma medicação e pergunte quais partes do corpo estão doendo”, explica.

Quando encontrar uma pessoa aparentemente desmaiada, se possível, coloque-a deitada de costas deixando o pescoço reto, se não for possível, mantenha-a na posição em que foi encontrada. Se ela estiver respirando, mantenha as vias aéreas (boca e nariz) limpos e, se necessário, remova corpos estranhos e secreções com a mão protegida com saco plástico. Assim, a vítima irá respirar melhor. Verifique se existe sangramento ativo em alguma parte do corpo, se houver, comprima com a mão protegida com um plástico ou com um pano amarrado no local.

Se não estiver respirando, pode ter tido uma parada cardíaca. Neste caso, tente identificar se há pulsação no pescoço. Se não houver pulso, a massagem cardíaca precisa ser iniciada imediatamente. São 30 repetições por minuto, seguidas de duas ventilações, a respiração boca a boca, que pode ser realizada com a proteção de uma sacola de plástico furada no meio, por exemplo. Realize o procedimento até a chegada de ajuda especializada. “Com atitudes relativamente simples, podemos salvar vidas!”, finaliza o Dr. Poggetti.

 
Escrito em 16 de jun de 2011

Queimaduras: sua atenção é fundamental

Categorias: Trauma    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

No cotidiano, estamos sujeitos à possibilidade de acidentes. Algo que pode acontecer a qualquer momento e ter repercussões sérias para a saúde são queimaduras.

Chamamos de queimadura uma lesão que acontece por um fator externo e que tem um aspecto característico. Queimaduras podem acontecer por calor, eletricidade e até mesmo por agentes químicos, sendo este o menos frequente.

Essas lesões podem ser classificadas de diferentes formas, chamadas normalmente de graus:

Primeiro grau: atinge somente a camada superficial da pele, identificada por uma vermelhidão na área atingida.

Segundo grau: é uma queimadura mais profunda que causa muita dir e apresenta bolhas de água embaixo da pele.

Terceiro grau: atinge todas as camadas da pele, mas não causa muita dor, pois as terminações nervosas são destruídas, acabando com a sensibilidade da área atingida. A pele fica dura e seca e pode ficar tanto escurecida quanto esbranquiçada.

A maioria dos casos de queimadura podem ser evitados facilmente com cuidados simples“, afirma o Dr. Luiz Philipe Molina Vana, cirurgião plástico do Hospital 9 de Julho. “O descuido ao manusear líquidos ou objetos quentes na cozinha, por exemplo, é um cenário propício à queimadura”, comenta.

Como a principal reação do corpo à queimadura é a dor, muitas pessoas são levadas pelo momento a utilizar qualquer meio para amenizá-la. Porém, é preciso tomar cuidado para não prejudicar ainda mais a área atingida e complicar o atendimento profissional. “O indicado é lavar o local com água corrente”, explica o Dr. Molina.

Em casos de queimaduras químicas, que podem ser causadas por misturas de produtos de limpeza, por exemplo, o ideal é lavar bem o local e pedir auxílio médico. Não aplique nenhum material sobre a área atingida nem retire possíveis secreções da lesão.

Em queimaduras que apresentem bolhas é importante não furá-las. Em caso de queimaduras nos olhos, lave-os com soro fisiológico, faça uma venda com gaze umedecida e procure um médico imediatamente.

Existem dois tipos de queimaduras que podem ser evitadas facilmente e que podem ser tratadas emergencialmente de modos específicos:

Queimaduras solares
São comuns, principalmente no verão. O maior problema relacionado a queimaduras solares é a insolação, que pode ser mascarada pelo ardor da pele e acarretar mais danos à saúde.

Para tratar esse tipo de queimadura, podem ser utilizados óleos de alívio rápido.

Queimaduras por frio
As queimaduras causadas pelo frio tem sintomas específicos, como calafrios, perda da sensibilidade pulsação lenta e até perda temporária da visão e dos sentidos. O que pode ser feito numa situação emergencial é levar o queimado para um local quente e seco, para ser aquecido com cobertores. Também deve ser incentivada a ingestão de líquidos quentes.

Em qualquer caso de queimadura, a atenção médica é essencial”, afirma do Dr. Molina. Em caso de acidentes, procure sempre o atendimento médico para evitar complicações.

 
Escrito em 21 de dez de 2010

Jornada de Trauma

Categorias: Trauma, Vídeos    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

O Dr. Renato Poggetti, Cirurgião e responsável pelo Centro de Referência de Trauma do Hospital 9 de Julho, fala sobre a Jornada de Trauma, realizada no dia 11 de dezembro de 2010.

O evento contou com a presença de profissionais com vasta experiência em atendimentos realizados em situações de tragédias e desastres, como o Dr. Andrés Llarena, responsável pelo resgate dos mineiros chilenos, o Dr. Jay Doucet, que participou de operações durante a Guerra no Afeganistão; e o Dr. Jorge Ribera, presente na operação de resgate em cidades como São Luís do Paraitinga.

No vídeo, Dr. Poggetti fala da importância desse evento para que todos os profissionais estejam preparados para prestarem o melhor atendimento ao traumatizado, assista à entrevista.

 
Escrito em 27 de out de 2010

H9J – Mais Excelência Internacional em Qualidade

Categorias: Institucional    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

Sendo um hospital geral, clínico e cirúrgico, com foco na excelência do atendimento, eficiência operacional e alta resolutividade, o Hospital 9 de Julho sempre construiu seus processos pautados e apoiados pela Gestão da Qualidade e Riscos.

Os esforços empenhados em garantir a constante melhoria dos processos e a segurança do paciente, levaram o H9J à conquista de vários certificados que atestam a qualidade da assistência oferecida aos nossos pacientes.

Sob a ótica da Qualidade, o Hospital 9 de Julho sempre foi pioneiro no mercado de saúde, sendo um dos primeiros hospitais a conquistar a certificação nacional de qualidade, pela ONA (Organização Nacional de Acreditação), atingindo o nível de excelência em fevereiro de 2008.

Sempre motivados pela busca da excelência, logo após a conquista da ONA, o Hospital 9 de Julho deu início a um novo desafio: conquistar a Acreditação Internacional – Modelo Canadense (Canadian Council for Health Services Accreditation – CCHSA), que veio em março de 2010.

Os destaques desta primeira certificação internacional foram a competência técnica da instituição, a seriedade nas relações com o mercado e com os clientes, o envolvimento do Corpo Clínico nos processos de melhoria da qualidade e, de forma geral, os padrões assistenciais de excelência internacional!

O H9J ficou satisfeito? Sim. Mas não paramos por aqui!

Na incessante busca pela excelência assistencial, já foi dado início ao processo de acreditação pela Joint Commission Internacional – JCI, considerada a mais conceituada acreditação hospitalar do mundo.

A metodologia da JCI vem trazer novos conceitos para a Gestão da Qualidade no H9J, sempre complementando tudo aquilo que já vem sendo trabalhado pela instituição.

 

 Os principais focos da JCI são:

  • Segurança do paciente e melhoria da contínua da qualidade;
  • Direção e capacitação das lideranças;
  • Capacitação dos recursos humanos;
  • Educação de pacientes e familiares;
  • Vigilância e controle de infecção hospitalar;
  • Gerenciamento e segurança das instalações;
  • Direitos dos pacientes e familiares;
  • Gerenciamento da comunicação e informação;
  • Avaliação do paciente;
  • Acesso e continuidade do cuidado;
  • Cuidados do paciente;
  • Anestesia e cuidados cirúrgicos;
  • Gerenciamento e uso de medicamentos;

                   

Além destes focos (que são os 13 capítulos do manual), a JCI tem por objetivo garantir a implantação das 6 metas internacionais de segurança do paciente, que são:

1)      Identificar corretamente o paciente;

2)      Melhorar a comunicação efetiva;

3)      Melhorar a segurança para uso de medicamentos de risco;

4)      Eliminar cirurgia em membro ou paciente errado;

5)      Reduzir o risco de adquirir infecções;

6)      Reduzir o risco de lesão decorrente de queda.

 

 Fonte: Mariana Vendemiatti

 
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