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Escrito em 06 de abr de 2011

A evolução da anestesia, pelo Dr. Valberto Cavalcante

Categorias: Dor e Neurocirurgia Funcional    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

Passando por métodos rudimentares, a anestesia evoluiu muito desde sua criação, há centenas de anos. Seu uso se estendeu da sedação em cirurgias até as mais recentes drogas para o controle da dor crônica.

Com grande versatilidade no seu uso, ela é parte fundamental dos mais diversos procedimentos médicos. No videocast da campanha Viva Sem Dor, do Centro de Dor do Hospital 9 de Julho, o anestesiologista Dr. Valberto Cavalcante aborda o assunto amplamente.

O Dr. Cavalcante fala sobre a atuação do anestesista, desde a primeira anestesia geral aplicada em um paciente a dor no pós-operatório. Passando pela atuação dos anestésicos na dor crônica, a bomba de PCA (Analgesia Controlada pelo Paciente) e as contra-indicações da anestesia. Confira abaixo:

 
Escrito em 07 de abr de 2010

Quais os tratamentos para dor crônica e aguda?

Categorias: Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

No controle da dor crônica é comum o uso de antidepressivos e anticonvulsivantes, por ativarem sistemas supressores de dor. Na dor aguda, os mais usados são os analgésicos antiinflamatórios não hormonais e, com menos frequência, os hormonais. Analgésicos puros como a morfina e seus derivados podem ser utilizados em dores agudas e, eventualmente, nas crônicas. Drogas adjuvantes, como miorrelaxantes e os neurolépticos, também são frequentemente empregadas.

 
Escrito em 07 de abr de 2010

Qual a diferença entre a dor crônica e a dor aguda?

Categorias: Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

A dor aguda é aquela decorrente de um evento recente, tal como a provocada pela angina ou infarto do miocárdio, a dor do queimado, a dor da cólica renal, do trauma agudo e do pós-operatório, tendo como característica básica alertar o organismo de que tal segmento do corpo humano apresenta um fator agressivo. Ela tem um tempo relativamente curto de evolução, cedendo na proporção direta da cura da lesão inicial. Conceitualmente não ultrapassa três meses.

A dor crônica é definida como a dor que persiste por mais de três meses, geralmente decorrente de lesão neurológica primária, de câncer ou de processos degenerativos de evolução crônica. Frequentemente o paciente com dor crônica apresenta co-morbidades na esfera emocional, incluindo depressão, irritabilidade, ansiedade e nervosismo.

 
Escrito em 19 de out de 2009

Informação ainda é o melhor remédio contra dor

Categorias: Dor e Neurocirurgia Funcional    Autor: Simone Machado   
 

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Ela é temida em todas as idades, condições e situações. Quando chega, vem sem pedir licença e toma conta, causando desconforto, irritação e outros inconvenientes. Assim funciona a dor, que pode estar relacionada aos mais variados motivos, mas que devido aos constantes avanços científicos não precisa, necessariamente, estar presente quando o organismo não está bem. Para isso já existem alternativas eficazes, capazes de aliviar o sofrimento e melhorar a qualidade de vida do paciente. Por isso, na hora de tratar da dor, nada melhor que receber antes uma boa dose de informação.

A dor é classificada em dois tipos: a aguda, causada por traumatismo, procedimento cirúrgico ou inflamação, e a crônica, que nem sempre é resultado de uma causa específica, dura mais de três meses e pode acompanhar a pessoa por toda a vida. Estima-se que no Brasil cerca de 30% dos pacientes portadores de dores crônicas não realizam seu tratamento da maneira adequada, principalmente em relação à ingestão de medicamentos. Isso mostra que além de criar soluções para o problema, é preciso fazer com que os tratamentos e novidades também sejam assimilados pela sociedade.

Justamente pela importância do tema, e pelo comprometimento da qualidade de vida que ele traz, a dor é objeto de estudos científicos em todo o mundo, desafiando médicos e profissionais. No Brasil, uma das iniciativas mais recentes foi a 9ª edição do Simbidor – Simpósio Brasileiro e Encontro Internacional sobre dor, que aconteceu em São Paulo. Considerado o maior evento da América Latina sobre atualidades para o tratamento da dor crônica, o Simbidor contou com a participação de 160 profissionais, que apresentaram estudos e coordenaram debates sobre as mais avançadas técnicas e novidades para o tratamento da dor.

“O objetivo é a atualização dos profissionais que trabalham nesta área e a formação dos que estão começando, porque a universidade de Medicina não tem disciplinas sobre tratamento da dor, principalmente da dor crônica”, explica o Dr. Cláudio Corrêa, coordenador do Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho. “Além disso, o estudo da dor tem se desenvolvido muito nos últimos anos, com bastante novidades, tanto nos medicamentos quanto nas tecnologias cirúrgicas”, diz.

Por isso, quando o assunto é dor, a informação e a consulta ao especialista é o melhor remédio!