Posts com a tag ‘dor’

Escrito em 02 de jan de 2010

2010: Ano Mundial contra a Dor Musculoesquelética

Categorias: Dor e Neurocirurgia Funcional    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

Pelo terceiro ano consecutivo, o Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho realizará sua campanha educativa em alinhamento com a IASP – International Association for the Study of Pain. Em 2010, os trabalhos estarão voltados para a Dor Musculoesquelética, com abordagens sobre o esforço repetitivo e o uso excessivo que provocam distúrbios como dor em articulações, músculos e estruturas circunjacentes. O Centro de Dor promoverá ao longo do próximo ano diversas ações para esclarecer o público leigo (pacientes e cuidadores), assim como profissional, dando continuidade à campanha VIVA SEM DOR, iniciada pelo Serviço em 2008.

Da dor lombar baixa (a mais comum dor musculoesquelética crônica) à tendinite, o objetivo do Centro de Dor é abordar aspectos físico, econômico e social relativos às doenças mais comuns neste segmento.

Você pode ajudar a campanha participando ativamente de nossas discussões e ações. E pode começar agora, nos informando o que gostaria que o Centro de Dor abordasse em benefício à prevenção e tratamentos adequados relativos à Dor Musculoesquelética.

Sua participação é importante e, por isto, aguardamos seus comentários.

Em breve, teremos mais informações sobre a campanha, com o calendário de atividades.

Siga o Viva Sem Dor no Twitter: @vivasemdor

Participe! Comente!


Texto publicado originalmente no blog do Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional.

 
Escrito em 16 de dez de 2009

I Jornada de Cuidados Paliativos – Hospital 9 de Julho

Categorias: Grupos de Estudos    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

Grade de programação da I Jornada de Cuidados Paliativos do Hospital 9 de Julho:

Clique aqui caso você esteja visualizando este post de um leitor de feed.

 
Escrito em 08 de dez de 2009

Cuidados paliativos

Categorias: Grupos de Estudos    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

A medicina não se restringe à cura de doenças e, mesmo quando esta não é possível, ainda há muito o que se fazer pelo paciente. São os Cuidados Paliativos, que envolvem inclusive os familiares e dependem de uma relação humana entre paciente e médico.

Pensando nesta relação mais humana e na capacitação e formação de profissionais completos, o Hospital 9 de Julho promove dia 12 de dezembro de 2009 a I Jornada de Cuidados Paliativos com palestras e workshops que promovem esta abordagem recente e de importância cada vez maior.

Confira a programação do evento ou entre em contato pelo telefone 31479644 ou pelo e-mail no centrodeestudos@h9j.com.br para mais informações e inscrições.

Acompanhe o Dr. Marcelo Levites, médico de família e membro do Grupo de Estudos em Cuidados Paliativos do Hospital 9 de Julho explicando o que são os Cuidados Paliativos:

 
Escrito em 19 de out de 2009

Informação ainda é o melhor remédio contra dor

Categorias: Dor e Neurocirurgia Funcional    Autor: Simone Machado   
 

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Ela é temida em todas as idades, condições e situações. Quando chega, vem sem pedir licença e toma conta, causando desconforto, irritação e outros inconvenientes. Assim funciona a dor, que pode estar relacionada aos mais variados motivos, mas que devido aos constantes avanços científicos não precisa, necessariamente, estar presente quando o organismo não está bem. Para isso já existem alternativas eficazes, capazes de aliviar o sofrimento e melhorar a qualidade de vida do paciente. Por isso, na hora de tratar da dor, nada melhor que receber antes uma boa dose de informação.

A dor é classificada em dois tipos: a aguda, causada por traumatismo, procedimento cirúrgico ou inflamação, e a crônica, que nem sempre é resultado de uma causa específica, dura mais de três meses e pode acompanhar a pessoa por toda a vida. Estima-se que no Brasil cerca de 30% dos pacientes portadores de dores crônicas não realizam seu tratamento da maneira adequada, principalmente em relação à ingestão de medicamentos. Isso mostra que além de criar soluções para o problema, é preciso fazer com que os tratamentos e novidades também sejam assimilados pela sociedade.

Justamente pela importância do tema, e pelo comprometimento da qualidade de vida que ele traz, a dor é objeto de estudos científicos em todo o mundo, desafiando médicos e profissionais. No Brasil, uma das iniciativas mais recentes foi a 9ª edição do Simbidor – Simpósio Brasileiro e Encontro Internacional sobre dor, que aconteceu em São Paulo. Considerado o maior evento da América Latina sobre atualidades para o tratamento da dor crônica, o Simbidor contou com a participação de 160 profissionais, que apresentaram estudos e coordenaram debates sobre as mais avançadas técnicas e novidades para o tratamento da dor.

“O objetivo é a atualização dos profissionais que trabalham nesta área e a formação dos que estão começando, porque a universidade de Medicina não tem disciplinas sobre tratamento da dor, principalmente da dor crônica”, explica o Dr. Cláudio Corrêa, coordenador do Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho. “Além disso, o estudo da dor tem se desenvolvido muito nos últimos anos, com bastante novidades, tanto nos medicamentos quanto nas tecnologias cirúrgicas”, diz.

Por isso, quando o assunto é dor, a informação e a consulta ao especialista é o melhor remédio!

 
Escrito em 16 de set de 2009

O bem-estar em primeiro lugar

Categorias: Grupos de Estudos    Autor: Simone Machado   
 

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Dentro e fora dos hospitais, todo cuidado médico está em constante evolução – seja para desenvolver tratamentos para doenças antes sem cura ou oferecer cuidados que promovam o bem-estar em situações difíceis. No primeiro caso, há um fluxo constante de medicamentos sendo lançados, técnicas cirúrgicas sendo aperfeiçoadas e exames de diagnóstico cada vez mais sofisticados. Na segunda situação, há profissionais de várias áreas da saúde estudando e pesquisando as melhores formas de oferecer um atendimento humanizado, centrado na qualidade de vida do paciente e de sua família. Esta abordagem, que foi sistematizada a partir da Segunda Guerra Mundial e colocada como disciplina médica há cerca de dez anos, atende hoje pelo nome de cuidados paliativos.

“Desde que existe a Medicina, existem os cuidados paliativos. O lema é curar quando possível, mas dar conforto e uma vida digna ao paciente sempre”, resume o Dr. Marcelo Levites, médico de família e membro do Grupo de Estudos em Cuidados Paliativos do Hospital 9 de Julho. Ele explica que essa abordagem médica está centrada em três princípios básicos: controle de sintomas, comunicação eficaz e suporte emocional. “Procuramos melhorar a comunicação, explicar o que está acontecendo ao paciente e sua família, oferecendo um suporte emocional para que eles enfrentem a situação da melhor maneira possível, sem se sentirem desamparados”, diz o médico.

Em hospitais onde há um grupo especializado em cuidados paliativos, como no caso do Hospital 9 de Julho, a equipe (médicos, enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, entre outros profissionais) trabalha em conjunto para oferecer os recursos mais modernos da medicina aliado a esse suporte emocional, dialogando sempre que possível com o paciente e seus familiares. “Os próprios médicos recorrem ao grupo quando sentem necessidades, pedindo orientações sobre os melhores cuidados para seus pacientes”, afirma o Dr. Levites. O objetivo principal de quem trabalha na área é minimizar a dor e o sofrimento enquanto a cura não é possível. “É o compromisso médico de dar conforto além da cura”, finaliza o médico.

 
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