Posts com a tag ‘dor’

Escrito em 28 de fev de 2011

Campanha Viva Sem Dor 2011

Categorias: Dor e Neurocirurgia Funcional    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

Ninguém gosta de sofrer, e quem já enfrentou problemas com dores agudas sabe que a própria dor pode ser muito mais incômoda do que a doença ou o acidente que a gerou.

Pensando nisso, pelo quarto ano consecutivo, o Hospital 9 de Julho promove o desenvolvimento de ações educativas para a conscientização da população e dos profissionais da saúde sobre a importância do tratamento da dor.

No último dia de 22 de fevereiro aconteceu a abertura da Campanha Viva Sem Dor de 2011, no anfiteatro do Hospital 9 de Julho, cujo foco esse ano são as dores agudas.

Para iniciar a campanha, o Dr. Claudio Corrêa, coordenador do Centro de Dor e neurocirurgião funcional, palestrou sobre os aspectos da dor aguda no cotidiano e suas implicações no longo prazo. A palestra foi assistida por pacientes e profissionais da saúde, que puderam colher informações aprofundadas sobre a importância de não tratar apenas as lesões, mas também a dor aguda.

Prevenir, tratar, preservar” é o slogan e bandeira deste ano, em alinhamento com a International Association for the Study of Pain (IASP) – associação internacional para o estudo da dor.

Para saber mais sobre a Campanha Viva Sem Dor de 2011 e também sobre dor aguda, visite o blog do Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho.

 
Escrito em 10 de set de 2010

As deformidades faciais e seus tratamentos

Categorias: Falando em Saúde    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

Quando ocorre uma discrepância no crescimento e formação dos maxilares de um indivíduo, acontecem as chamadas deformidades dentofaciais. Elas envolvem tanto a parte dentária quanto a parte esqueletal, e podem ocorrer por questões genéticas ou maus hábitos durante a infância.

Esse tipo de deformidade é mais comum do que se imagina. “Quando um maxilar cresce mais do que o outro, a mordida fica desalinhada”, explica o Dr. Luciano Del Santo, cirurgião bucomaxilofacial do Hospital 9 de Julho. “Isso sobrecarrega um dos lados do rosto, fazendo com que o paciente tenha má oclusão, ou seja, uma mordida torta”. Essa mordida errada causa instabilidade no osso móvel da face, chamado mandíbula, que provoca não só uma alteração estética da face, mas também dores e estalos na articulação têmporo-mandibular (ATM), dificuldades respiratórias, de abertura bucal, de deglutição, entre outros problemas.

Uma característica desse tipo de disfunção é a chamada dor difusa. “O paciente não consegue apontar exatamente a origem da dor”, continua o dr. Del Santo. “Ele acaba reclamando de dores de cabeça ou sente dores de ouvido, dor no fundo do olho. Mas os exames não apontam nada. Por exclusão das áreas de neurologia, otorrino e oftalmologia, descobre-se que a origem é na articulação. Isso acontece pela proximidade dessas estruturas na lateral da cabeça”.

O tratamento, porém, é simples. Para o caso de desalinhamento dos maxilares, dentes tortos, ou estalos na ATM, recomenda-se uma combinação de procedimento cirúrgico e ortopedia. “Os aparelhos deixam os dentes bem posicionados em relação aos respectivos ossos, independente da relação entre eles”, conta o dr. Luciano. “Já o tratamento cirúrgico reposiciona os maxilares para buscar um equilíbrio e estabilidade da mordida”. Esse procedimento cirúrgico é chamado cirurgia bucomaxilofacial. O paciente fica um dia internado e sai da cirurgia podendo falar e se alimentar normalmente. “Antigamente, o paciente chegava a ficar 45 dias sem poder falar, se alimentar e nem respirar adequadamente”.

Não existe cicatriz externa, o procedimento é realizado totalmente dentro da boca. Os materiais de fixação utilizados, como mini-placas e parafusos de titânio, são extremamente delicados, de modo que o paciente só consegue vê-los com raio-x. E além de corrigir o posicionamento estético e funcional da boca, o tratamento tem um benefício psicológico, elevando a auto-estima consideravelmente.

Vale lembrar que o tratamento ortopédico só funciona para corrigir o posicionamento dos maxilares quando o paciente está em crescimento. Quando adulto, a cirurgia é o único método para correção, a partir de 18 anos para mulheres, e 21 anos para homens. “Em alguns casos, a cirurgia acontece mais cedo,” — conta o dr. Luciano Del Santo — “se a diferença dos maxilares é muito grande e não há tempo hábil para corrigir isso apenas com o tratamento ortopédico”.

O Hospital 9 de Julho ministra a Jornada Bucomaxilofacial no dia 11 de Setembro, que vai reunir médicos, profissionais de saúde e estudantes para falar sobre estes e outros assuntos relacionados a deformidades da face.  Todo o tratamento, desde o início, os sinais e sintomas, a preparação, a cirurgia, até o pós-operatório. Quer participar? Então não perca tempo e inscreva-se antecipadamente pelo telefone (11) 3147-9644.

 
Escrito em 07 de abr de 2010

Quais os tratamentos para dor crônica e aguda?

Categorias: Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

No controle da dor crônica é comum o uso de antidepressivos e anticonvulsivantes, por ativarem sistemas supressores de dor. Na dor aguda, os mais usados são os analgésicos antiinflamatórios não hormonais e, com menos frequência, os hormonais. Analgésicos puros como a morfina e seus derivados podem ser utilizados em dores agudas e, eventualmente, nas crônicas. Drogas adjuvantes, como miorrelaxantes e os neurolépticos, também são frequentemente empregadas.

 
Escrito em 29 de mar de 2010

O que é dor?

Categorias: Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

A dor é uma sensação desagradável – que varia desde desconforto leve a intenso – associada a uma lesão tecidual, que se expressa através de uma reação orgânica ou emocional. A dor é uma resposta da integração central de impulsos dos nervos periféricos, ativados por estímulos locais.

Há basicamente três tipos de estímulos que podem levar a essa resposta dos nervos:

* Mecânicos ou térmicos que ativam diretamente as terminações nervosas.
* Mediadores químicos libertados na área da terminação nervosa.
* Mediadores libertados pelas células inflamatórias como bradicinina, serotonina ou histamina.

Ninguém, certamente, gosta desta sensação. Entretanto, a dor aguda pode ser muito benéfica: ao lado da pressão arterial, frequência cardíaca, temperatura e respiração, a dor é considerada o quinto sinal vital. É a maneira encontrada pelo corpo de chamar a atenção para um problema. Portanto, não é normal sentir dor, especialmente aquela que não tem a finalidade de alerta. É necessário avaliá-la, levando em consideração intensidade, freqüência e duração, para se tratá-la devidamente.

 
Escrito em 02 de jan de 2010

2010: Ano Mundial contra a Dor Musculoesquelética

Categorias: Dor e Neurocirurgia Funcional    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

Pelo terceiro ano consecutivo, o Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho realizará sua campanha educativa em alinhamento com a IASP – International Association for the Study of Pain. Em 2010, os trabalhos estarão voltados para a Dor Musculoesquelética, com abordagens sobre o esforço repetitivo e o uso excessivo que provocam distúrbios como dor em articulações, músculos e estruturas circunjacentes. O Centro de Dor promoverá ao longo do próximo ano diversas ações para esclarecer o público leigo (pacientes e cuidadores), assim como profissional, dando continuidade à campanha VIVA SEM DOR, iniciada pelo Serviço em 2008.

Da dor lombar baixa (a mais comum dor musculoesquelética crônica) à tendinite, o objetivo do Centro de Dor é abordar aspectos físico, econômico e social relativos às doenças mais comuns neste segmento.

Você pode ajudar a campanha participando ativamente de nossas discussões e ações. E pode começar agora, nos informando o que gostaria que o Centro de Dor abordasse em benefício à prevenção e tratamentos adequados relativos à Dor Musculoesquelética.

Sua participação é importante e, por isto, aguardamos seus comentários.

Em breve, teremos mais informações sobre a campanha, com o calendário de atividades.

Siga o Viva Sem Dor no Twitter: @vivasemdor

Participe! Comente!


Texto publicado originalmente no blog do Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional.

 
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