Posts com a tag ‘dor’

Escrito em 19 de out de 2009

Informação ainda é o melhor remédio contra dor

Categorias: Dor e Neurocirurgia Funcional    Autor: Simone Machado   
 

centrodedor_h9j

Ela é temida em todas as idades, condições e situações. Quando chega, vem sem pedir licença e toma conta, causando desconforto, irritação e outros inconvenientes. Assim funciona a dor, que pode estar relacionada aos mais variados motivos, mas que devido aos constantes avanços científicos não precisa, necessariamente, estar presente quando o organismo não está bem. Para isso já existem alternativas eficazes, capazes de aliviar o sofrimento e melhorar a qualidade de vida do paciente. Por isso, na hora de tratar da dor, nada melhor que receber antes uma boa dose de informação.

A dor é classificada em dois tipos: a aguda, causada por traumatismo, procedimento cirúrgico ou inflamação, e a crônica, que nem sempre é resultado de uma causa específica, dura mais de três meses e pode acompanhar a pessoa por toda a vida. Estima-se que no Brasil cerca de 30% dos pacientes portadores de dores crônicas não realizam seu tratamento da maneira adequada, principalmente em relação à ingestão de medicamentos. Isso mostra que além de criar soluções para o problema, é preciso fazer com que os tratamentos e novidades também sejam assimilados pela sociedade.

Justamente pela importância do tema, e pelo comprometimento da qualidade de vida que ele traz, a dor é objeto de estudos científicos em todo o mundo, desafiando médicos e profissionais. No Brasil, uma das iniciativas mais recentes foi a 9ª edição do Simbidor – Simpósio Brasileiro e Encontro Internacional sobre dor, que aconteceu em São Paulo. Considerado o maior evento da América Latina sobre atualidades para o tratamento da dor crônica, o Simbidor contou com a participação de 160 profissionais, que apresentaram estudos e coordenaram debates sobre as mais avançadas técnicas e novidades para o tratamento da dor.

“O objetivo é a atualização dos profissionais que trabalham nesta área e a formação dos que estão começando, porque a universidade de Medicina não tem disciplinas sobre tratamento da dor, principalmente da dor crônica”, explica o Dr. Cláudio Corrêa, coordenador do Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho. “Além disso, o estudo da dor tem se desenvolvido muito nos últimos anos, com bastante novidades, tanto nos medicamentos quanto nas tecnologias cirúrgicas”, diz.

Por isso, quando o assunto é dor, a informação e a consulta ao especialista é o melhor remédio!

 
Escrito em 16 de set de 2009

O bem-estar em primeiro lugar

Categorias: Falando em Saúde    Autor: Simone Machado   
 

cuidados_paliativos3_h9j

Dentro e fora dos hospitais, todo cuidado médico está em constante evolução – seja para desenvolver tratamentos para doenças antes sem cura ou oferecer cuidados que promovam o bem-estar em situações difíceis. No primeiro caso, há um fluxo constante de medicamentos sendo lançados, técnicas cirúrgicas sendo aperfeiçoadas e exames de diagnóstico cada vez mais sofisticados. Na segunda situação, há profissionais de várias áreas da saúde estudando e pesquisando as melhores formas de oferecer um atendimento humanizado, centrado na qualidade de vida do paciente e de sua família. Esta abordagem, que foi sistematizada a partir da Segunda Guerra Mundial e colocada como disciplina médica há cerca de dez anos, atende hoje pelo nome de cuidados paliativos.

“Desde que existe a Medicina, existem os cuidados paliativos. O lema é curar quando possível, mas dar conforto e uma vida digna ao paciente sempre”, resume o Dr. Marcelo Levites, médico de família e membro do Grupo de Estudos em Cuidados Paliativos do Hospital 9 de Julho. Ele explica que essa abordagem médica está centrada em três princípios básicos: controle de sintomas, comunicação eficaz e suporte emocional. “Procuramos melhorar a comunicação, explicar o que está acontecendo ao paciente e sua família, oferecendo um suporte emocional para que eles enfrentem a situação da melhor maneira possível, sem se sentirem desamparados”, diz o médico.

Em hospitais onde há um grupo especializado em cuidados paliativos, como no caso do Hospital 9 de Julho, a equipe (médicos, enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, entre outros profissionais) trabalha em conjunto para oferecer os recursos mais modernos da medicina aliado a esse suporte emocional, dialogando sempre que possível com o paciente e seus familiares. “Os próprios médicos recorrem ao grupo quando sentem necessidades, pedindo orientações sobre os melhores cuidados para seus pacientes”, afirma o Dr. Levites. O objetivo principal de quem trabalha na área é minimizar a dor e o sofrimento enquanto a cura não é possível. “É o compromisso médico de dar conforto além da cura”, finaliza o médico.

 
Escrito em 03 de set de 2009

Viva sem dor

Categorias: Dor e Neurocirurgia Funcional    Autor: Simone Machado   
 

centrodedor_h9j

Quem nunca sentiu dor? Desde que de nascemos até ao final de nossas vidas estamos sujeitas a ela. Apesar de não ser uma sensação agradável, a dor é um importante sinal do nosso corpo, avisando-nos de que algo pode não estar funcionando e servindo de alerta para complicações mais sérias. É o caso das dores agudas como as geradas por apendicites, infartos do miocárdio, cólicas e traumas.

Há, porém, algumas dores que deixam de ser sinal de alerta para se tornar um verdadeiro martírio. São as chamadas dores crônicas, que ocorrem muitas vezes mesmo que o seu motivo – a doença – já nem exista mais, e persistem ao longo dos anos. São exemplos as neuropatias diabéticas, herpes-zoster, entre outras.

Quem sofre de dor crônica acumula diversas disfunções, já que ela interfere diretamente nas atividades físicas, na qualidade do sono, na auto-estima e nos relacionamentos de uma forma geral, gerando um ciclo vicioso de problemas físicos e emocionais.

No Brasil, a terapia da dor chegou há mais de 30 anos. O conceito de ser a parceira inseparável da doença deixou de ser aceito e hoje há controle para os mais diversos tipos de problemas, desde a enxaqueca, que atinge 1/5 da população mundial, até as dores originárias de doenças mais sérias, como o câncer.

O Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho, em São Paulo, foi o pioneiro no segmento privado brasileiro inteiramente dedicado ao tratamento da dor, e conta atualmente com a mais completa infraestrutura para este tipo de atendimento.  São 40 profissionais de diversas especialidades, como acupuntura, fisiatria, fisioterapia, neurologia, neurocirurgia, psicologia, odontologia e enfermagem, que de forma integrada avaliam as melhores soluções para cada paciente.

“Enxergamos o indivíduo em sua especificidade, discutindo em equipe as melhores opções terapêuticas entre medicamentos, reabilitação física, acompanhamento psicológico e procedimento cirúrgico que possam gerar melhores resultados para o seu caso”, relata o coordenador do Centro, Dr. Cláudio Fernandes Corrêa.

Dr. Cláudio ressalta ainda que o Centro diferencia-se dos demais do segmento por ser integrado a um serviço de neurocirurgia funcional e neuro-oncologia, que engloba o tratamento de disfunções correlatas com a dor, como distúrbios do movimento e tumores cerebrais. “São áreas que requerem profissionais especializados e afins com o tratamento da dor e suas mais avançadas tecnologias”.

“Ainda que nem todas as dores possam ser totalmente extinguidas, é possível voltar a ter qualidade de vida. No mais, o pensamento positivo diante da dor é a melhor forma de torná-la menos importante”, finaliza o especialista.

 
Escrito em 01 de set de 2009

Informativo mensal do Hospital 9 de Julho – edição de Agosto/2009

Categorias: Institucional    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

Clique aqui caso você esteja visualizando este post de um leitor de feed.

 
Página 2 de 212