Posts com a tag ‘hospital’

Escrito em 17 de dez de 2009

Hospital 9 de Julho inaugura espaço Unic

Categorias: Institucional    Autor: Átila Iamarino   
 

01O Hospital 9 de Julho está inaugurado um andar vip de internação, o H9J Unic, com um ambiente sofisticado e aconchegante.

02 Com um investimento de cerca de R$5 milhões, o andar agora possui três suítes e 8 apartamentos de luxo que contam com um atendimento exclusivo que dá todas as condições para que o paciente se sinta em casa.

03 Os quartos dispõem de TV de LCD, DVD e um sistema de som, todos controlados por um mesmo controle remoto em um sistema de automação. O ambiente decorado em madeira completa o ambiente que dá ao paciente a impressão de estar no conforto do lar.

04 As suítes ainda contam com uma copa, além de banheiro e closet individual. Louças e lençóis de alto padrão são fruto de uma preocupação com todos os detalhes que inclui mordomo e concierge para atenderem a necessidade de cada paciente, como arrumação de malas e entrega de jornais e revistas.

05 Os acompanhantes, que possuem um papel muito importante para o paciente, não foram esquecidos. Eles têm à disposição uma sala vip com internet wireless e café Nespresso. Há também uma área de acesso exclusivo nas suítes para o closet e a copa.

06 Produtos La Façon, Kiehls, Granado e L’Occitane e refeições preparadas pelo Chef Alberto Marcelino são mais alguns serviços disponíveis para que cada cliente sinta-se atendido e contemplado em uma das mais importantes instituições de saúde privadas do país.

 
Escrito em 27 de out de 2009

Entenda o que é o Pneumotórax

Categorias: Falando em Saúde    Autor: Dr. Ricardo H. Bammann   
 

Pneumotórax é o acúmulo de AR no espaço pleural – o espaço entre o pulmão e as costelas.

O pneumotórax pode ser causado por trauma (acidentes, perfurações etc), mas também pode ser espontâneo – uma pequena parte do pulmão “fura” ou “rasga” e os alvéolos que foram rompidos permitem o vazamento de ar.

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Fonte: Cirurgia Torácica

Para entender melhor: imagine o pulmão como sendo uma bexiga de aniversário – se a bexiga estiver com um pequeno defeito, um furinho, ela murcha e o ar que estava dentro da bexiga sai e se mistura com o ar do salão de festas! No caso do pulmão, no entanto, a “bexiga” está dentro da caixa torácica – quando acontece o pneumotórax, o pulmão também murcha, mas o ar que vazou pelo “furo” fica preso dentro da caixa torácica, ou seja, no espaço pleural.

O paciente então percebe que o pulmão não está bem expandido como deveria e costuma descrever que o pulmão “sacode” lá dentro, que algo parece “solto”, o que provoca dor. E por estar com o pulmão murcho, a pessoa ainda pode sentir falta de ar.

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Fonte:  Harry’s Chest Radiology Atlas

O tratamento é cirúrgico: consiste em colocar um dreno (um tubo), geralmente sob anestesia local, acoplado a uma válvula que só permite o ar sair para fora do espaço pleural – chamada válvula unidirecional – e, assim, facilitar a reexpansão do pulmão.

Se o pneumotórax for pequeno, existe a opção do médico não colocar o dreno, mas isto implica uma vigilância clínica (e repetir o raio-x) para ter certeza de que a natureza vai conseguir resolver sozinha este problema, reabsorvendo o ar que vazou sem a ajuda do dreno.

Quem já teve pneumotórax espontâneo uma vez tem um risco maior de sofrer outro episódio (outro vazamento de ar) no futuro. Se este fenômeno ficar repetitivo demais, pode ser necessária uma operação mais complexa para evitar que isto continue acontecendo.

Para podermos respirar, nosso pulmão funciona como um balão, inflando e desinflando. Mas ao invés do ar ser soprado para dentro, nós fazemos o inverso, expandindo a caixa torácica e “chupando” o ar para dentro. Fazemos isso por meio do movimento do tórax e da descida do diafragma, o músculo que fica abaixo dos pulmões. O vídeo abaixo usa uma bexiga para exemplificar esse movimento:

 
Escrito em 18 de set de 2009

Centro de Medicina do Exercício e do Esporte

Categorias: Medicina do Exercício e do Esporte    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

Conheça mais esse Centro de Referência do Hospital 9 de Julho na apresentação abaixo:

 
Escrito em 28 de ago de 2009

Referência em atendimento

Categorias: Institucional    Autor: Simone Machado   
 

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Em um modelo tradicional, o paciente com alguma queixa ou desconforto procura o médico especialista, agenda uma consulta, vai até sua clínica e, provavelmente, sai de lá com uma lista de exames na mão. Procura então um laboratório de análises clínicas e diagnósticos, agenda horário para realização dos exames solicitados e, após tê-los feito, retorna ao médico com os resultados para fechar o diagnóstico e iniciar um  tratamento. Em alguns casos, é preciso que passe por outro médico especialista – e aí começa tudo outra vez.

Esse tipo de atendimento, bastante descentralizado, é o mais comum e mais conhecido da maioria da população – médicos em um lugar, exames em outro, hospital em outro. Há, no entanto, uma outra forma de organização do atendimento médico, focado em equipes especializadas em áreas específicas, com equipamentos de última geração e integradas a uma unidade hospitalar. São os chamados centros de referência, que compõem o fluxo assistencial.

“O centro de referência reúne especialistas para tratar de todas as patologias envolvidas em uma área médica com o máximo de recursos internos possíveis. Por exemplo, um centro de gastroenterologia atende doenças do estômago, fígado, intestino. Desde uma gastrite até tumores, explica o Dr. José Luiz Capalbo, superintendente médico do Hospital 9 de Julho. “O atendimento que o paciente recebe é o mais completo possível”, afirma.

Seguindo à risca esse conceito, o Hospital 9 de Julho disponibiliza para os pacientes o Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional, formado por uma equipe multidisciplinar para tratamento de pacientes que convivem com vários tipos de dores, o Centro de Trauma, preparado para atendimentos de urgência e emergência, o Centro de Medicina do Esporte, que reúne profissionais especialistas nas grandes áreas da fisiologia, traumatologia do exercício e do esporte e, ortopedia. Há também o Centro de Rim, para tratamentos de doentes renais agudos, crônicos, das doenças endócrinas e vasculares; o Centro de Gastroenterologia, para doenças do estômago, fígado, intestino, cirurgias bariátricas; o Centro de Cardiologia, preparado para atender todas as patologias ligadas ao coração e,  por fim, o Centro Integrado para tratamento Oncológico, com toda a infra-estrutura necessária para oferecer o melhor atendimento e acompanhamento a pacientes com tumores.

“O diferencial do centro de referência é a agilidade no agendamento de consultas, apoio logístico para realização de exames e médicos especialistas trabalhando conjuntamente, integrados no hospital”, ressalta Dr. Capalbo. Em outras palavras, o centro de referência oferece todo o atendimento que o paciente precisa em um único lugar, em um modelo que reúne troca de informações entre especialistas e acesso a recursos médicos e tecnológicos. O resultado é um ambiente com mais conforto e segurança para o paciente e seus acompanhantes.

 
Escrito em 18 de ago de 2009

O que você deve saber sobre Gestão de Qualidade e Riscos

Categorias: Institucional    Autor: Mariana Vendemiatti   
 

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Quando um hospital coloca um documento na parede atestando que aquela instituição está certificada ou acreditada, está dizendo muito mais do que: aqui você será bem atendido. Essas certificações mostram que a instituição está fazendo um enorme esforço, estruturando todos seus processos com base em parâmetros de qualidade, para garantir que o cliente tenha um ótimo atendimento, com o máximo de segurança e receba uma assistência com a mais alta qualidade possível.

Optar por uma gestão da qualidade é um escolha complexa, que gera impactos em toda a instituição. São mudanças que envolvem desde a estrutura física e de pessoal, até o controle dos processos, passando inclusive pela análise dos resultados. Mas nem tudo é facilmente percebido pelos clientes.

Todos os meses nos reunimos para discutir os indicadores assistenciais e administrativos e fazemos questão que toda a equipe saiba fazer uma análise crítica da situação e consiga propor melhorias naquele processo.

Quando a meta é atingida por mais de três meses consecutivos, consideramos que seja hora de aumentar a exigência. E isso é o que chamamos de melhoria contínua.

Em um hospital, é  importante ainda destacar os esforços feitos para o gerenciamento de risco. Desde a entrada do paciente no hospital, seja para uma simples consulta ou para uma grande cirurgia, esse processo de gestão vigora, e continua até o momento da alta do cliente.

Por exemplo, se um paciente menciona uma alergia, diversas ações são disparadas. Inicialmente ele é identificado com uma pulseira que garante que toda a equipe do hospital esteja alerta para a situação, em seguida a informação vai para o sistema de gerenciamento hospitalar e, portanto, todo profissional que acessar as informações do paciente terá conhecimento da alergia.

Já na unidade de internação, existe um painel de risco específico para cada paciente, ressaltando os pontos que merecem atenção em cada caso. E por fim, o próprio sistema possui travas de segurança, que impedem que um medicamento seja prescrito para um indivíduo com alergia a qualquer uma das substâncias presentes naquele remédio.

Aqui, no Hospital 9 de Julho, nossos esforços levaram a conquista de vários certificados de qualidade, garantindo o controle dos nossos processos, a segurança dos nossos pacientes, a qualidade da assistência prestada e a busca pela melhoria contínua.

E se você quiser ainda entender um pouco mais sobre acreditação, qualidade, gestão de riscos e outros assuntos relacionados, faça uma visita ao nosso stand no CONARH (Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas) – entre os dias 18 e 21 de agosto de 2009, ou escreva para qualidade@h9j.com.br.

 
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