Posts com a tag ‘infarto’

Escrito em 22 de nov de 2012

Maus hábitos provocam alta incidência de doenças cardiovasculares nos homens

Categorias: Sua Saúde    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

Problemas cardiovasculares como infarto agudo do miocárdio são as principais causas de morte dos homens no Brasil. Alimentação rica em gordura e carboidrato, tabagismo, consumo excessivo de bebidas alcoólicas e sedentarismo são os provocadores dessas complicações, também responsáveis pelo acúmulo da gordura abdominal, alto índice de colesterol ruim e Diabetes.

Os maus hábitos funcionam como uma bola de neve no organismo, especialmente no masculino, que é mais propenso a infartos e no qual a gordura abdominal é muito mais prejudicial que na mulher. No caso dos homens, a barriguinha de chope produz substâncias inflamatórias, aumenta a resistência do corpo à insulina, pode levar à impotência sexual e também pode causar a apneia do sono.

“Os piores inimigos da saúde masculina são totalmente evitáveis e estão relacionados aos maus hábitos. Para mudar o jogo, o paciente precisa ter força de vontade e consciência de que vai precisar de ajuda de um especialista. Às vezes, ele só percebe que é necessário adotar medidas mais saudáveis tarde demais, depois de ter sofrido um infarto ou descobrir que é diabético ou que tem um câncer de pulmão”, comenta o urologista do H9J, Dr. Otero Gil.

Alguns homens ainda evitam consultar um médico regularmente, sendo que depois dos 40 anos a incidência de doenças aumenta e muitos dos problemas que causam as complicações cardiovasculares não apresentam sintomas no início e, geralmente, só sendo descobertos em estágio avançado. Por isso, ressalta o urologista, quanto antes tratar as causas e mudar os hábitos, menores e menos complicadas são as chances de desenvolver problemas cardiovasculares.

 
Escrito em 09 de mar de 2012

Dores no peito são um sinal de alerta inclusive para as mulheres

Categorias: Sua Saúde    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

Mais do que nunca, a mulher conquistou um papel chave na sociedade e dentro do núcleo familiar ainda são elas que dominam o dia a dia. Com isso, a mulher vem acumulando funções, cobranças e responsabilidades. Mas, e a saúde, como fica nessa história?

Quando pensamos em doenças relacionadas ao público feminino logo vêm à mente os cânceres ginecológicos ou, os problemas com infertilidade. Mas a mulher também está suscetível a muitas das doenças que atingem o público masculino, até por assumir uma vida mais corrida e acabar se expondo a fatores de risco como estresse, tabagismo e má alimentação. Um dos grandes vilões para esse estilo de vida é o infarto – lesão do coração por falta de oxigenação, que leva à “morte” da área atingida.

Há indícios de que as mulheres têm uma resistência maior à dor por uma questão hormonal, mas ainda não há nada comprovado. Segundo o Dr. José Luiz Cassiolato, cardiologista do Hospital 9 de Julho, pelo menos uma evidência é bem clara: “Culturalmente quando se fala que uma mulher está com dor no peito, vincula-se a isso uma questão emocional, mas o problema pode ser físico e deve ser levado a sério”.

A dificuldade de se pensar no infarto em mulheres está entre as principais causas do considerável número de vítimas fatais da doença: 50%. As diferenças anatômicas entre os dois sexos podem influenciar na gravidade do problema. “As artérias coronárias são mais finas e com maior capilaridade, podendo aumentar o risco das obstruções que levam ao infarto”, explica o médico.

Além das dores no peito, um infarto pode ser sentido como dor de estômago, nas costas ou mesmo no rosto. O atendimento médico imediato pode diminuir significativamente as sequelas. Por isso ao menor sinal, procure um atendimento de emergência.

 
Escrito em 05 de ago de 2011

Feliz dia Nacional da Saúde!

Categorias: Institucional, Sua Saúde    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

Quando foi a última vez que você visitou um médico sem “precisar”?

A maioria das pessoas só procura um profissional de saúde quando sente algum mal-estar e sabe que não vai melhorar sem a ajuda de um médico, não é mesmo?

Entretanto, muitas doenças não se manifestam por meio de sintomas externos ou tão facilmente perceptíveis como dor, febre ou infecções.

Com a evolução da idade, especialmente a partir dos 35 anos -, é importante fazer uma visita periódica ao médico para analisar possíveis fatores de risco que levariam a doenças como hipertensão arterial, diabetes e problemas ligados ao colesterol. São doenças silenciosas e que podem passar sem sintomas por muitos anos, mas estão muito relacionadas ao estilo de vida e à história familiar de cada um.

Uma avaliação como um check-up, pode dar a segurança quanto a estas doenças e prevenir outras como câncer de mama, prostata, doenças como hipotireoidismo e riscos cardiovasculares como infarto do miocárdio.

Num check-up bem adequado e abrangente, há uma consulta com um clínico geral, fundamental para levantar suspeitas de doenças e pistas para futuros riscos. É uma consulta bem detalhada e muito personalizada, analisando todos os aspectos de saúde geral, hábitos e estilo de vida. Além disto, são coletados  exames de laboratório  e outras análises complementares dentro de um protocolo padrão para cada faixa de idade, sexo e, algumas vezes tipo de trabalho. Caso precise de complementação, o médico acrescenta conforme necessário.

As avaliações comumente feitas:

- Avaliação de altura, peso, pressão arterial, freqüência cardíaca, exame físico geral;

- Dos exames sanguíneos avalia-se o hemograma completo para investigação de anemias, o perfil de gorduras com o exame de colesterol suas frações e triglicérides, glicemia de jejum para diabetes e função do rim com uréia e creatinina;

- Visão e audição por testes específicos;

- Testes de função cardiovascular com eletrocardiograma de repouso e o teste ergométrico, ou teste de esforço para avaliação de possíveis arritmias cardíacas, hipertensão arterial no esforço e possíveis alterações que reflitam em infarto do miocárdio;

Outros exames mais específicos e relacionados com os sintomas relatados na consulta podem ser solicitados como: ultrassonografia de abdômen, exames para diagnóstico de hipotireoidismo, deficiências de cálcio e problemas intestinais, por exemplo.

Por isso, não deixe de se avaliar periodicamente. Prevenir é o melhor remédio. Um feliz dia nacional da saúde a todos!

 
Escrito em 07 de abr de 2010

Qual a diferença entre a dor crônica e a dor aguda?

Categorias: Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

A dor aguda é aquela decorrente de um evento recente, tal como a provocada pela angina ou infarto do miocárdio, a dor do queimado, a dor da cólica renal, do trauma agudo e do pós-operatório, tendo como característica básica alertar o organismo de que tal segmento do corpo humano apresenta um fator agressivo. Ela tem um tempo relativamente curto de evolução, cedendo na proporção direta da cura da lesão inicial. Conceitualmente não ultrapassa três meses.

A dor crônica é definida como a dor que persiste por mais de três meses, geralmente decorrente de lesão neurológica primária, de câncer ou de processos degenerativos de evolução crônica. Frequentemente o paciente com dor crônica apresenta co-morbidades na esfera emocional, incluindo depressão, irritabilidade, ansiedade e nervosismo.