Posts com a tag ‘infectologia’

Escrito em 01 de dez de 2009

Sexo não tem idade, proteção também não

Categorias: Institucional    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

AtitudeO título do texto é o slogan deste ano para a campanha do Dia Mundial de Combate à AIDS, que acontece hoje. Segundo o próprio site do Ministério da Saúde, o dia 1º de Dezembro foi escolhido em 1987 pela ONU e pela Assembléia Mundial de Saúde, como uma data simbólica para incentivar a solidariedade, tolerância, compaixão e compreensão para com o soro-positivo.

O Hospital 9 de Julho preparou uma campanha de conscientização que envolveu funcionários do hospital e estabelecimentos das redondezas. Foram distribuídos informativos aos funcionários e cartazes em pontos-chave do hospital, reforçando a importância do uso de preservativos. Em bares, cinemas e boates da região, foram colocados cartões em parceria com a MiCA Mídia Cards, visando conscientizar os frequentadores desses ambientes.

O tema da campanha governamental de 2009 é o preconceito, ainda muito presente no cotidiano do soro-positivo. Essa idéia, porém, está mais ligada ao pensamento de grupos de risco, que caiu em desuso. “Hoje em dia, fala-se de comportamento de risco” – explica a Dra. Regina Tranchesi, diretora técnica e infectologista do Hospital 9 de Julho. Ou seja, qualquer tipo de pessoa pode contrair o vírus HIV, inclusive você leitor. “Existem homossexuais que não têm atitudes de risco. E cada vez mais, – continua a Dra. Regina –  atendemos pessoas heterossexuais casadas, que se expuseram a situações de risco. Com os novos medicamentos para ereção, o homem passou a ter uma vida sexual ativa por mais tempo. Com isso, homens de 60 a 70 anos também ficaram mais suscetíveis à doença, por serem mais resistentes ao uso de preservativos”.

A forma mais comum de contágio ainda é a sexual: relações sem preservativo. Com o uso da camisinha, previne-se a transmissão sexual. No entanto, é preciso utilizá-la de maneira correta, ou seja, verificando se o preservativo está dentro do prazo de validade, guardado em local apropriado, longe de sol e umidade, além é claro de colocar o preservativo corretamente. Se a camisinha for mal colocada e estourar, o melhor é procurar atendimento imediato. Um médico poderá orientar sobre o que fazer.

Ainda segundo a infectologista, a introdução dos coqueteis de medicamentos aumentou bastante a sobrevida de pacientes soros-positivos, mas trata-se de um tratamento, e não de uma cura. Por isso, os casos não diminuíram. Uma reportagem da Folha de S.Paulo, de 26 de novembro, apontou que os casos de HIV positivo no país aumentaram 24% nos últimos dez anos, principalmente em municípios menores, com menos acesso à informação. Nos estados do Amazonas e do Piauí, por exemplo, existem cidades com aumento de mais de 300% em casos de contágio.

O Hospital 9 de Julho tem em seu centro médico uma equipe de infectologia preparada para atender a qualquer tipo de emergência e a responder demais dúvidas sobre o assunto. Você tem perguntas? Entre em contato.

 
Escrito em 23 de nov de 2009

Centro de Referência em Trauma – Hospital 9 de Julho

Categorias: Trauma    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

O Centro de Trauma do Hospital 9 de Julho possui todos os recursos para prestar o atendimento às vítimas de trauma. Tudo isso aliando tecnologia de ponta, profissionais especializados e atendimento com calor humano.

Veja mais informações abaixo:

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Escrito em 05 de out de 2009

Inclua orientações médicas na sua bagagem

Categorias: Grupos de Estudos    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

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Dr. Gustavo Henrique Johanson, infectologista do Hospital 9 de Julho

Levar o carro para a oficina mecânica antes de uma viagem é o tipo de recomendação que já  estamos acostumados, mas que tal incluir algumas orientações médicas na sua bagagem e visitar também um especialista em Medicina do Viajante antes de começar a sua excursão?

Muita gente deduz que essa especialidade se resume as doenças infecciosas, mas o Dr. Gustavo Henrique Johanson, médico infectologista do Hospital 9 de Julho, esclarece que isso ocorre em função da maioria dos profissionais da área terem essa formação, o que não exclui diversas outras problemáticas do foco de atenção desses médicos.

“De forma geral podemos dizer que a Medicina do Viajante se preocupa com o indivíduo antes, durante e depois da viagem em si, ou seja, orienta o paciente de acordo com seu itinerário, prescreve as vacinas e medicamentos necessários levando em conta todo seu histórico e ainda acompanha o tratamento de doenças que essa pessoa possa ter adquirido durante a estadia longe de casa” afirma o Dr. Johanson, exemplificando a vastidão dessa área de atuação.

Antes de viajar é necessário consultar se o seu destino faz parte de uma área endêmica ou se está passando por um surto de alguma doença. Em geral, a vacinação ou o uso preventivo de medicação pode evitar possíveis problemas.

Cada local possui suas particularidades e é preciso estar atento. Meca, por exemplo, é uma cidade de aproximadamente 400 mil habitantes, mas que durante as peregrinações recebe mais de 2 milhões de visitantes, tornando-se um local de alto risco de contaminação por doenças respiratórias como a Meningite Meningocócica e de ocorrência de traumas, por causa da alta aglomeração de pessoas em espaços reduzidos. Já o Zimbábue faz parte de uma área endêmica de cólera e a Alemanha tem no seu histórico surtos de sarampo.

O Brasil, por causa das suas dimensões continentais, é o tipo de destino que o viajante precisa apresentar dados específicos sobre o itinerário para que o médico possa dar as orientações adequadas. “Viajar para São Paulo e para a região da Floresta Amazônica, com certeza exige orientações e prevenções diferenciadas. Para ir até as florestas é preciso usar muito repelente para evitar os insetos que podem transmitir, entre outras doenças, a dengue. Já para combater a malária, é possível prescrever alguns medicamentos preventivos. E enquanto isso, para viajar até São Paulo, orientamos as pessoas a terem muito cuidado com o trânsito e com o consumo de alimentos oferecidos por ambulantes” explica o Dr. Johanson.

O percurso e o meio de transporte também são somados ao histórico médico do viajante para que as orientações sejam satisfatórias. Segundo o especialista, fatores de risco como obesidade, uso de anticoncepcional, tabagismo e idade avançada podem ser agravados em viagens de mais de 6 horas de avião, em função da pouca mobilidade, e por isso alguns exercícios são prescritos para que não existam seqüelas desse tipo de viagem, como uma Trombose Venosa Profunda (TVP).

Grávidas e crianças com menos de 6 meses também recebem orientações especiais, pois possuem contra indicações para algumas vacinas, como a Tríplice Viral no caso das gestantes e a vacina contra a febre amarela em ambos os casos.

Para os adeptos de regiões montanhosas, o médico pede mais atenção quando não houver tempo para a aclimatização e a altitude for superior aos dois mil metros. “Alguns medicamentos podem acelerar a adaptação e evitar o que é comumente chamado de mal da montanha, cujos sintomas são mal estar, dor de cabeça e náuseas”, afirma.

Mas mesmo com a grande variedade de doenças, os dados estatísticos ainda mostram que o trauma é a principal causa de morte nas viagens. “As orientações não são nenhuma surpresa para os viajantes, mas em posse desses dados, nos sentimos na obrigação do cumprimento da nossa função de orientar repetidas vezes: se vai viajar de moto, use capacete; viajar de carro, não esqueça o cinto de segurança, mesmo que seja no banco traseiro; não consuma álcool antes de dirigir, respeite os limites de velocidade, atenção redobrada com o possível afogamento de crianças e cuidado com tumultos típicos de cidades turísticas” conclui o Dr. Johanson.

A Medicina do Viajante é  uma especialidade que já existe há 18 anos no mundo e começou a ser exercida no Brasil 10 anos atrás. Portanto, lembre-se de colocar esse conhecimento em sua bagagem para trazer de volta das suas viagens apenas boas recordações.

 
Escrito em 21 de set de 2009

Previna-se contra a Gripe Suína – Influenza A (H1N1)

Categorias: Grupos de Estudos    Autor: Simone Machado   
 

Desde que foi notificada no México, a gripe Influenza A (H1N1), que ficou conhecida também como Gripe Suína, tem mobilizado as autoridades de saúde mundiais, que trabalham no monitoramento, prevenção e controle dos casos. Confira no vídeo os principais cuidados no combate ao vírus e as recomendações feitas pelo Dr. Gustavo Henrique Johanson, Infectologista do Hospital 9 de Julho.

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