Posts com a tag ‘insulina’

Escrito em 20 de jun de 2011

Diabetes: novidades no controle da doença

Categorias: Diabetes    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

A maioria das pessoas pode pensar que o grande inimigo para o desenvolvimento da diabetes é o açúcar, e que basta cortá-lo da alimentação para garantir que a doença não apareça. Porém, além de controlar os carboidratos, é preciso ficar de olho a quantidade de potássio da dieta.

Alimentos ricos em potássio, como o feijão e a banana, podem ajudar tanto a prevenir quanto a controlar a doença, uma vez que o quadro se apresente. É o que diz o estudo realizado pela Universidade de Johns Hopkins, nos Estados Unidos.

Segundo os pesquisadores, existe uma associação entre baixas quantidades de potássio no organismo e a elevação dos níveis de glicose no sangue. A explicação é que o mineral influencia os processos do corpo que atuam sobre a insulina, responsável por diminuir a glicemia (taxa de glicose no sangue). O potássio funciona equilibrando a produção desse hormônio e aumentando sua efetividade.

Quando nossa produção de insulina é instável e pouco eficiente, as chances de desenvolver diabetes aumentam consideravelmente. Os sintomas mais comuns da doença são fome e sede contínuas, resultando na necessidade de usar o banheiro constantemente.

Os benefícios do potássio não acabam aí: “o potássio auxiliaria no controle da pressão arterial, provavelmente porque esse nutriente compete com o sódio – que aumenta a pressão – e facilita sua excreção pelos rins”, afirma o Dr. Antonio Cezar Galvão, neurologista do Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho.

Essa “expulsão” beneficia a pressão porque o sódio retém líquido, aumentando o volume de sangue no corpo – quando menos sódio, menores as chances de hipertensão. Vale ressaltar que o consumo médio de sal do brasileiro é o dobro do indicado pela Organização Mundial da Saúde.

Porém, é preciso tomar cuidado: o consumo de potássio também deve ser controlado, pois o exagero pode prejudicar o coração. Vale a pena discutir a necessidade de suplementos do nutriente com seu médico. O importante é balancear sua alimentação para uma vida mais saudável.

E lembre-se: caso sua família tem histórico de diabetes, exames periódicos de sangue são importantes para garantir seu bem estar.

 
Escrito em 16 de nov de 2010

Dia Mundial do Diabetes

Categorias: Diabetes    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

Segundo dados da International Diabetes Federation (IDF), a cada dia surgem 500 novos casos de diabetes no país. Em todo mundo, pelo menos 245 milhões de pessoas são diabéticas. Só no Brasil, são cerca de 10 milhões de pessoas portadoras da doença.

Atento a esses números alarmantes, em 1991, foi criado o Dia Mundial do Diabetes, celebrado no dia 14 de novembro. A data foi escolhida devido ao nascimento de um dos responsáveis pela descoberta da insulina, o cientista canadense Frederick Banting, e tem o objetivo de ampliar e reforçar a conscientização de todos sobre o assunto, uma vez que o desconhecimento sobre a doença é um dos principais vilões dessa história.

Diabetes é o nome dado a doenças que causam aumento na quantidade de glicose no sangue, também conhecido como hiperglicemia, e pode ser dividido em dois tipos. O tipo 1 (ou diabetes juvenil), é uma doença auto-imune e acontece quando o corpo identifica as células produtoras de insulina como corpos estranhos por engano e passa a destruí-las. Sem a insulina produzida por elas, as células têm dificuldade em absorver o açúcar do sangue, que acaba se acumulando.

Já na diabetes do tipo 2, ou diabetes do adulto, o corpo perde sua sensibilidade à insulina ou tem uma diminuição drástica de sua produção. Esse tipo, em especial, possui maior relação com o sedentarismo e a obesidade. Sendo assim, sua prevenção e tratamento baseiam-se essencialmente na prática de exercícios físicos e na boa alimentação.

Para saber se você pode ter ou não a doença, consulte seu médico para fazer os exames adequados e fique atento aos sintomas do diabetes listados abaixo:

  • Urinar com frequência
  • Sede excessiva
  • Fome aumentada
  • Perda de peso
  • Cansaço
  • Falta de concentração e de interesse em atividades rotineiras
  • Vômitos e dores de estômago (frequentemente confundidas com gripe)
  • Sensação de formigamento ou torpor nas mãos e pés
  • Visão embaçada
  • Infecções frequentes
  • Feridas de difícil cicatrização

“O diabetes não tem cura e suas complicações podem levar a sequelas para a saúde do paciente, como: AVC, amputação de membro, cegueira, infarto, insuficiência renal, neuropatia periféricas” conta Dr. José Resende Neto, cirurgião vascular e coordenador do Centro de Diabetes do Hospital 9 de Julho. “O diabético precisa cuidar de sua dieta, fazer exames periódicos, contar com acompanhamento médico, principalmente, de um endocrinologista e ficar atento com as alterações que vai tendo durante sua vida para não ter sequelas importantes que possam alterar sua qualidade de vida.”

O Hospital 9 de Julho conta com o Núcleo de Diabetes, formado por uma equipe multidisciplinar preparada para atender todos os pacientes com patologias ligadas ao diabetes. O paciente poderá contar com os serviços de:

  • Endocrinologia
  • Nefrologia
  • Cardiologia
  • Infectologia
  • Oftalmologia
  • Dermatologia
  • Urologia
  • Cirurgia vascular e endovascular
  • Cirurgia cardíaca
  • Fisiatria
  • Ortopedia
  • Neurologia
  • Nutrologia
  • Nutricionista
  • Fisioterapia
  • Exames para diagnóstico

“O diferencial do Centro é a agilidade no atendimento ao paciente diabético, que passará em consulta com especialistas e poderá realizar todos os exames necessários no mesmo dia, fazendo com que tenha menos tempo de internação” ressalta Dr. Resende. Em outras palavras, o Centro de Referência oferece todo o atendimento que o paciente precisa em um único lugar, em um modelo que reúne troca de informações entre especialistas e acesso a recursos médicos e tecnológicos. O resultado é um ambiente com mais conforto e segurança para o paciente e seus acompanhantes.

 
Escrito em 08 de jul de 2010

Fumo e diabetes não combinam

Categorias: Diabetes, Sua Saúde    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

fumo

Convidamos a Dra. Roberta Frota Villas Boas, endocrinologista do Hospital 9 de Julho, para participar da nossa série de posts sobre o uso do tabaco e sua relação com a saúde. Confira o material que a Dra. Roberta preparou para alertar os diabéticos sobre as complicações que podem ser agravadas pelo tabagismo.

Abandonar o hábito de fumar faz bem a qualquer pessoa, uma vez que o fumo:

  • Reduz a quantidade de oxigênio em todos os tecidos, o que contribui para a ocorrência de ataques cardíacos e derrames cerebrais
  • Aumenta os níveis de colesterol e de gordura no sangue, o que aumenta o risco de ataque cardíaco
  • Danifica os vasos sangüíneos
  • Aumenta os riscos de câncer de boca, pulmões, garganta e bexiga
  • Danifica os nervos: a diminuição de oxigênio provocada pelo tabaco, lesa as estruturas nervosas, causando inchaço, possível dor e infecção nas extremidades
  • Propicia o aparecimento de cáries e afeta as gengivas, o que, associado com níveis elevados de glicose no sangue, costuma provocar complicações dentais

Para os diabéticos, os malefícios são ainda maiores, pois, assim como para qualquer pessoa vitima de doenças crônicas, o tabagismo agrava ainda mais os problemas de saúde que o paciente possui.

O fumo estimula a produção de hormônios que causam a redução dos vasos sanguíneos que, por sua vez aumentam a pressão arterial, sobrecarregando o coração, facilitando assim o surgimento de lesões coronárias e cerebrais, retinopatia (complicação crônica do diabetes que afeta os vasos da retina, com sangramentos, descolamento de retina e em graus mais graves, cegueira), nefropatia (acometimento dos rins pelo diabetes, levando a perda de proteína pela urina, com conseqüente inchaço e insuficiência renal com necessidade de diálise e transplante) e, principalmente, doenças cardiovasculares que, segundo o Ministério da Saúde, representam a primeira causa de óbitos no Brasil.

Diabetes é uma doença crônica que pode levar a várias complicações, como a necessidade da amputação de membros inferiores, que acontece devido a obstruções dos vasos das pernas, além da diminuição da sensibilidade em função da alteração dos nervos periféricos. O tabagismo também prejudica a circulação periférica, assim, o diabético fumante tem ainda mais risco de amputações de membros inferiores.

A nicotina interfere na ação da insulina, elevando os níveis de glicose no sangue. O cigarro também diminui o apetite, além de piorar o olfato e paladar, podendo interferir no controle adequado da alimentação, dificultando ainda mais o controle da diabetes. Se você é diabético e fuma, tem quatro vezes mais chances de ter um ataque do coração e 50% mais de chances de ter um derrame do que um diabético não fumante.

De acordo com estudos recentes, parar de fumar – especialmente para quem é diabético – beneficia a saúde, não importando a idade. Alguns benefícios, como a redução das dificuldades respiratórias, melhora na circulação sanguínea e na cicatrização dos tecidos – fator muito importante na doença diabética – começam logo que você parar de fumar. Por isso, não demore mais para tomar essa decisão, que pode salvar a sua vida.

O Hospital 9 de Julho apresenta  mais uma série Sua Saúde , falando sobre os malefícios do tabagismo. Nosso objetivo é informar a população, sem censurar as escolhas de cada indivíduo, para que cada um possa tomar a melhor decisão para sua saúde e seu bem estar. Se você se interessar, confira também os posts da série Sua Saúdesobre os efeitos do álcool no organismo.

 
Escrito em 02 de mar de 2010

Atividade física e diabetes

Categorias: Diabetes, Medicina do Exercício e do Esporte    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

A prática de atividades físicas é uma recomendação recorrente aqui no blog. Não é por menos: já vimos que, além de melhorar a qualidade de vida, atividades físicas podem ajudar na prevenção de doenças crônicas e até com de alguns tipos de câncer. Voltamos a mencioná-la hoje, como um fator importante no tratamento do diabetes.

Quando praticamos uma atividade física um dos processos que ocorrem é a utilização do açúcar disponível no corpo – a glicose – como fonte de energia para os músculos. Este mecanismo necessita de um hormônio produzido pelo pâncreas chamado insulina. Quando há uma deficiência de insulina no corpo e um aumento acima do normal de glicose no sangue, ocorre o tão conhecido diabetes.

Atividade física, prevenção e tratamento de diabetes têm muito em comum, como explica o Dr. Pablius Braga, do Centro de Medicina do Exercício e do Esporte, do Hospital 9 de Julho.

O diabetes é considerado uma doença crônica, ou seja, de longa duração e relacionada, em boa parte, com bons hábitos alimentares e uma dieta bem personalizada pobre em açúcares e gorduras. Não chega a ser uma novidade, isto porque a dieta proposta para pessoas com diabetes é muito usada por pessoas que querem apenas emagrecer e não apresentam risco para desenvolver a doença. Ou seja, pelo cuidado e prevenção de obesidade.

A curto prazo, o exercício regula a quantidade de açúcar no sangue, já que os músculos consomem mais este carboidrato. Esse efeito pode se prolongar por horas, ou até mesmo dias, depois do exercício. Assim, o exercício aumenta a sensibilidade à insulina e também à captação de açúcar pelo músculo. A insulina é o hormônio responsável pela redução da taxa de glicose no sangue. A longo prazo ocorre a diminuição da gordura corporal, além do aumento da concentração de HDL-colesterol (também chamado de colesterol bom) e diminuição de LDL-colesterol (ou colesterol ruim). Também ocorrem a diminuição da pressão arterial, melhora no funcionamento cardiovascular, aumento de massa muscular e, como resultado, melhora da qualidade de vida. Muitos benefícios que vão além da condição diabética.

Claro que esse processo deve estar associado a estratégias para monitorar e controlar a glicemia, principalmente nos casos de diabetes 1, o que geralmente se apresenta na criança e ocorre por uma deficiência na produção de insulina. “O uso frequente de técnicas de auto-monitoração glicêmica e a implantação de insulinoterapia intensificada permitem ao portador de diabetes do tipo 1 desenvolver estratégias e ajustes no consumo de carboidratos e doses de insulina, para poder participar de maneira mais segura em um programa de atividade física.”, ressalta Dr. Pablius. Isso explica o porquê pacientes com diabetes tipo 1 precisam de um acompanhamento médico antes de começar uma atividade física mais intensa.

Já o diabetes do tipo 2, a mais comum, geralmente aparece na idade adulta e está muito associada à obesidade. Segundo o Dr. Pablius, “o risco de diabetes do tipo 2 aumenta à medida em que aumenta o IMC (índice de massa corporal)”. Essa é a relação entre altura e peso: quanto maior o peso, maior o número do índice. Para os portadores deste tipo de diabetes, os benefícios da atividade física são mais imediatos.

O Dr. Pablius ainda explica: “Prescrição de atividade física para o portador de diabetes do tipo 2 é um grande coadjuvante no tratamento e hoje, junto da necessidade de perder peso, uma das indicações mais apropriadas para corrigir a resistência à insulina e controlar a glicemia nesse tipo de diabetes (que representa 90% dos casos)”. Vale lembrar que a dieta praticada pela pessoa também é um componente importante do controle do diabetes tipo 2.

Mas antes de começar a se exercitar, não se esqueça que o tipo exercício e sua intensidade dependem do estado de saúde de quem pratica. Portanto, o paciente com diabetes deve primeiro consultar um médico do esporte. Assim, será possível ter um diagnóstico das possibilidades de prática de exercícios, levando em conta a aptidão e a condição física do paciente, como deixa claro Dr. Pablius: “O paciente portador de diabetes deve submeter-se a um exame clínico geral (fundo de olho, presença de neuropatia, osteoartrite, entre outros), avaliação física e cardiovascular, incluindo, sempre que possível, uma prova de esforço (ergometria ou ergoespirometria)”.
Uma boa relação de dieta alimentar com um gasto calórico pela prática saudável de atividade física são eficazes para perda de peso, melhora de condicionamento físico e um bom aproveitamento de nutrientes recebidos pela alimentação.

Portanto, para o diabetes, o exercício físico tem os seguintes benefícios:

  • Melhora a utilização de açúcar (glicose) pelos músculos devido ao aumento de gasto de energia no momento do exercício.
  • Melhora a sensibilidade das células para a insulina. Exatamente o que está com produção diminuída no diabetes.
  • Diminui a gordura corporal, ou massa gorda que é tão ruim para quem tem diabetes quanto para quem quer tratar obesidade ou preveni-la. Diminuindo a gordura corporal a utilização de insulina pelas células torna-se mais eficaz .
  • Com a melhora a capacidade cardiorrespiratória, a circulação do corpo como um todo melhora. Consequentemente, a ação de medicamentos utilizados no tratamento de diabetes torna-se melhor.
  • Melhorando o tratamento de diabetes fatores como motivação, auto-estima e vontade para novos desafios tornam-se mais presentes.
  • Diminuiu a ansiedade para comer por exemplo. Este um fator muito importante, porque o exercício físico e a dieta saudável funcionam como reguladores do apetite.

Com uma boa orientação, feita pelo médico do esporte você vai descobrir que atividades como alongamento, atividade aeróbia (caminhada, corrida e bicicleta) e atividade de força ( a conhecida musculação) podem ser a chave de seu sucesso no tratamento e em seu investimento na sua saúde e forma física. Mas não se esqueça, o exercício físico deve ser prazeroso e deve atender às suas necessidades. Escolha uma modalidade de exercício que lhe agrade e que você tem certeza de que o fará feliz.

Diante de tantos argumentos, fazemos a pergunta: vale ou não a pena fazer exercício físico? Se a resposta é sim, procure um especialista em medicina do esporte e descubra: o que eu posso fazer de exercício físico, qual a carga de esforço saudável para mim e até onde eu posso chegar?

 
Escrito em 26 de jan de 2010

O que é a diabetes?

Categorias: Diabetes    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

Diabetes é o nome dado a doenças que causam aumento na quantidade de glicose no sangue (hiperglicemia). A glicose é muito importante para nosso metabolismo e é a principal fonte de energia do corpo. Mas não é por ser necessária que pode estar presente no sangue sem controle. O aumento do índice glicêmico gera uma série de problemas, em sua maioria, circulatórios. Segundo a Dra. Roberta Frota Villas Boas, endocrinologista do Hospital 9 de Julho, se não há um controle na quantidade de glicose no sangue, “todo o sistema vascular do diabético é comprometido, principalmente a circulação periférica, membros inferiores, dos olhos, ouvidos, rins e coração.”

Esse aumento pode ocorrer por vários motivos. Na diabetes tipo 1, ou diabetes juvenil, acontece uma resposta auto-imune do corpo (um ataque a si mesmo) contra as células produtoras de insulina no pâncreas. Sem a insulina produzida por elas, as células têm dificuldade em absorver o açúcar do sangue, que acaba se acumulando. Este tipo de diabetes geralmente se manifesta cedo e subitamente, quando a criança ou o adolescente começa a urinar com frequência ou perder peso sem causa aparente. No entanto, quando descoberta, pode ser tratada com injeções de insulina.

Já na diabetes do tipo 2, ou diabetes do adulto, o corpo pode perder a sensibilidade à insulina ou diminuir a produção dela. O tipo 2 é muito mais comum e sua incidência vem aumentando progressivamente. Suas consequências são as mesmas da diabetes tipo 1: hiperglicemia e problemas circulatórios. O tratamento pode ser feito com remédios que aumentem a sensibilidade ou estimulem a produção de insulina e em muitos casos é utilizada a própria insulina. Como essa condição pode ocorrer gradualmente, não é raro o diabético só descobrir a doença depois de conviver anos com o problema. Segundo a endocrinologista, “é comum a pessoa só descobrir por acaso, em um exame de rotina ou pré-operatório. Há casos de quem descubra em campanhas promovidas na empresa que trabalha. Por isso é importante checar a glicemia sempre.”

Há também a diabetes gestacional, que é uma hiperglicemia durante o período da gravidez. Embora exija cuidados e possa se resolver com o fim da gravidez, aumenta as chances da mãe posteriormente desenvolver diabetes tipo 2.

As causas também variam de acordo com o tipo de diabetes. A diabetes tipo 1 tem uma grande influência genética e alguma ambiental, como infecções. A do tipo 2 possui alguma influência genética, já que a ocorrência na família é um indicador de probabilidade, mas o principal componente é ambiental. O aumento de peso, tabagismo e a falta de exercício contribuem bastante. Conforme a Dra. Roberta explica, “a obesidade é um dos maiores fatores de risco para a diabetes do tipo 2. Como a população em geral está cada vez mais pesada, a incidência deste tipo tem crescido.”

Embora a diabetes juvenil não possa ser prevenida, a diabetes do adulto pode. Uma alimentação equilibrada, controle do peso e exercícios físicos regulares podem contribuir muito para evitá-la ou retardar o seu aparecimento. “O diabético sofre com algumas complicações em seu organismo, seu sistema vascular é comprometido e, com isso, são mais frequentes as infecções e problemas cardíacos. Quem tem histórico desta doença na família deve se cuidar mais. Perder peso e não fumar são medidas bastante eficientes para isso”, completa a Dra Roberta, ressaltando que os hábitos de vida são muito importantes na prevenção da doença.