Posts com a tag ‘médico’

Escrito em 30 de ago de 2010

Jornada Interdisciplinar: Cirurgia Bucomaxilofacial

Categorias: Falando em Saúde    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

A cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial é uma especialidade da odontologia, que trata cirurgicamente algumas doenças, traumatismos e deformidades da cavidade bucal. Nesta edição da Jornada Interdisciplinar, falaremos sobre as principais deformidades dentofaciais, detalhando alguns tratamentos ortodônticos, ortopédicos e cirúrgicos para a manutenção da saúde e da estética facial.

O evento vai reunir médicos, profissionais de saúde e estudantes em São Paulo, no próximo dia 11 de Setembro. A coordenação fica por conta do centro de estudos do Hospital 9 de Julho, com apoio da Associação Nacional de Estudos Odontológicos (ANEO).

Quer participar? Inscreva-se antecipadamente pelo telefone (11) 3147-9644. O folder abaixo dá mais informações. Caso você esteja visualizando esse post em um leitor de feeds, pode acessar essas mesmas informações na página do Hospital 9 de Julho no Scribd.

 
Escrito em 26 de jul de 2010

Jornada Interdisciplinar: Traqueostomias

Categorias: Falando em Saúde    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

A Traqueostomia e o cuidado pós-operatório com o paciente traqueostomizado são os temas da Jornada Interdisciplinar que acontece no Hospital 9 de Julho. Organizado pelo GruPAC Pneumo & Tórax, o evento — voltado para médicos, profissionais de saúde e estudantes — contará com palestras e workshops sobre tipos de cânula, abordagem fonoterápica e discussão de casos clínicos.

O evento vai acontecer no próximo dia 31 de julho, no Auditório do Hospital 9 de Julho em São Paulo. Participe! As inscrições devem ser antecipadamente realizadas pelo telefone 11 3147-9644.

O folder abaixo dá mais informações. Caso você esteja visualizando esse post em um leitor de feeds, pode acessar essas mesmas informações na página do Hospital 9 de Julho no Scribd.

 
Escrito em 30 de mar de 2010

4×4 além da mesa de cirurgia

Categorias: Quem faz o H9J    Autor: Átila Iamarino   
 

O Dr. Araripe Varella, cirurgião do Aparelho Digestivo, do Hospital 9 de Julho, em princípio, segue o padrão dos médicos. Rigoroso com sua agenda, atento aos seus plantões, objetivo. No entanto, o motivo da entrevista [e desse post] é justamente o fato do Dr. Araripe ser um pouco diferente do tipo de cirurgião que conhecemos. Durante os finais de semana que tem folga, ele deixa a rotina da cidade de São Paulo e a concentração das mesas de cirurgias para se dedicar a outra aventura: trilhas e jipe. Sua paixão começou aos poucos, quando decidiu comprar um jipe em parceria com um amigo.

Dr. Araripe tentava chegar à praia de Castelhanos, na Ilha Bela, e descobriu que um utilitário popular não era o suficiente para a trilha. Ele já tinha ouvido falar do lugar e de como o caminho podia ser um passeio à parte, para quem conseguisse chegar. Considerou o jipe em sociedade, mas Antônio Ferme, amigo e primo da esposa do cirurgião, preferiu algo mais próximo de um SUV. O médico comprou um utilitário mais esporte e trilhas mais tranquilas eram a maioria dos destinos.

No entanto, os carros ficaram castigados demais e então, decidiram comprar um Willys, ano 82. O carro foi ideal para o tipo de trilhas que passaram a fazer, mais agressivas. As aventuras foram crescendo e Dr. Araripe vendeu sua parte do Willys 82 para o amigo e comprou um Bandeirante. A essa altura, o sogro também havia tomado gosto pelas aventuras! Além das novas possibilidades de trilhas, o jipe aproximou mais ainda o médico de seu sogro. “Nas nossas últimas viagens, minha esposa acabou indo no nosso carro do dia a dia e fomos eu e meu sogro no jipe, conversando sobre carros, claro, mas também sobre outras coisas de nossas vidas”.

Assim, Dr. Araripe em pouco tempo, passou a fazer caminhos alternativos, combinados a um bom destino, como ir a São Sebastião pela estrada da Petrobrás, sem usar a Tamoios. “Já fiz algumas boas viagem de jipe. A última foi ir a Trancoso, na Bahia, pois assim poderíamos passear na praia também”, contou o médico.

É em busca de ‘problemas’ e dificuldades que o cirurgião usa seu tempo livre. “Estávamos na trilha de Campos do Jordão, havia chovido muito. No meio do caminho passamos por um lugar alagado. O Willys do meu amigo passou, já que estava com um pneu 70% terra, 30% asfalto. O meu ficou no meio do alagamento e entrou água no jipe até a altura do banco. Ficamos três horas esperando alguma ajuda, já que não conseguíamos puxar meu carro, devido à quantidade de lama no terreno. Uma Land Rover passou por nós e ofereceu ajuda. Ela enganchou no Willys do Antônio, que enganchou no meu Bandeirante e só assim conseguimos tirar o carro.”

Ele garante que apesar do contratempo, é isso que faz a aventura. Algo muito diferente ao seu dia a dia, mas que guarda algumas semelhanças entre as duas atividades.

“Para realizar uma cirurgia é necessário a presença de uma equipe qualificada, material adequado, local apropriado e técnica apurada. Se faltar alguma dessas quatro coisas, corremos um risco muito grande para realizar o procedimento. Para percorrer uma trilha, não é muito diferente. Sempre, sempre, é indispensável a presença de mais um jipe com você, com equipe qualificada, caso ocorra algum imprevisto muito sério. Não pode faltar também o equipamento adequado: guincho, pneu estepe, macaco, entre outros. O local é a própria trilha, com suas imprevisibilidades inerentes! A técnica é, também, parte fundamental. Por exemplo, se você está subindo uma rampa e as quatro rodas deslizam, o que você faz pra descer? Se frear, o carro descerá sem controle. Por isso, é necessário engatar a marcha ré, para dar tração e não perder o controle do jipe”.

Por isso, o zelo do cirurgião permite que os pequenos problemas continuem pequenos e acabem complementando as trilhas, sem deixá-lo na mão. “Sempre quebra alguma coisa. Uma vez foi o banco do passageiro, outra o limpador de parabrisa e na outra caiu um farol… Mas nunca voltei para casa guinchado ou tive de ficar esperando mecânico”, diz o médico.

 
Escrito em 28 de ago de 2009

Referência em atendimento

Categorias: Institucional    Autor: Simone Machado   
 

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Em um modelo tradicional, o paciente com alguma queixa ou desconforto procura o médico especialista, agenda uma consulta, vai até sua clínica e, provavelmente, sai de lá com uma lista de exames na mão. Procura então um laboratório de análises clínicas e diagnósticos, agenda horário para realização dos exames solicitados e, após tê-los feito, retorna ao médico com os resultados para fechar o diagnóstico e iniciar um  tratamento. Em alguns casos, é preciso que passe por outro médico especialista – e aí começa tudo outra vez.

Esse tipo de atendimento, bastante descentralizado, é o mais comum e mais conhecido da maioria da população – médicos em um lugar, exames em outro, hospital em outro. Há, no entanto, uma outra forma de organização do atendimento médico, focado em equipes especializadas em áreas específicas, com equipamentos de última geração e integradas a uma unidade hospitalar. São os chamados centros de referência, que compõem o fluxo assistencial.

“O centro de referência reúne especialistas para tratar de todas as patologias envolvidas em uma área médica com o máximo de recursos internos possíveis. Por exemplo, um centro de gastroenterologia atende doenças do estômago, fígado, intestino. Desde uma gastrite até tumores, explica o Dr. José Luiz Capalbo, superintendente médico do Hospital 9 de Julho. “O atendimento que o paciente recebe é o mais completo possível”, afirma.

Seguindo à risca esse conceito, o Hospital 9 de Julho disponibiliza para os pacientes o Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional, formado por uma equipe multidisciplinar para tratamento de pacientes que convivem com vários tipos de dores, o Centro de Trauma, preparado para atendimentos de urgência e emergência, o Centro de Medicina do Esporte, que reúne profissionais especialistas nas grandes áreas da fisiologia, traumatologia do exercício e do esporte e, ortopedia. Há também o Centro de Rim, para tratamentos de doentes renais agudos, crônicos, das doenças endócrinas e vasculares; o Centro de Gastroenterologia, para doenças do estômago, fígado, intestino, cirurgias bariátricas; o Centro de Cardiologia, preparado para atender todas as patologias ligadas ao coração e,  por fim, o Centro Integrado para tratamento Oncológico, com toda a infra-estrutura necessária para oferecer o melhor atendimento e acompanhamento a pacientes com tumores.

“O diferencial do centro de referência é a agilidade no agendamento de consultas, apoio logístico para realização de exames e médicos especialistas trabalhando conjuntamente, integrados no hospital”, ressalta Dr. Capalbo. Em outras palavras, o centro de referência oferece todo o atendimento que o paciente precisa em um único lugar, em um modelo que reúne troca de informações entre especialistas e acesso a recursos médicos e tecnológicos. O resultado é um ambiente com mais conforto e segurança para o paciente e seus acompanhantes.

 
Escrito em 06 de ago de 2009

Do centro cirúrgico para as montanhas do mundo

Categorias: Quem faz o H9J    Autor: Simone Machado   
 

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Em pouco mais de vinte anos percorrendo o mundo atrás de trilhas, paisagens, caminhos e montanhas, o Dr. Renato Poggetti, de 56 anos, cirurgião responsável pelo Centro de Referência de Trauma do Hospital 9 de Julho, já passou pelos povoados gélidos da Patagônia, encarou o solo árido do Grand Canyon americano, refez a trilha inca que leva à Machu Picchu no Peru, subiu o Monte Kilimanjaro, no ponto mais alto da África, e chegou até o acampamento base do Everest, na fronteira do Nepal com a China.

“Você aprende a conhecer seus limites e atingir objetivos”, diz ele. “É  como na vida, em que você traça uma meta, enfrenta os obstáculos, se prepara para encarar os problemas. Na caminhada, é a mesma coisa, sem contar que você conhece o mundo, descobre tudo o que tem por aí e aprende a conviver melhor com todos os tipos de pessoas”, conta o médico. Em suas aventuras, programadas com pelo menos um ano de antecedência, ele tem sempre como companhia a mulher e, às vezes, a filha.

A paixão pelas caminhadas de aventura, que podem durar de uma a duas semanas fazendo paradas em acampamentos e abrigos, combina com a dedicação a uma rotina profissional dinâmica, coordenando um serviço de emergência que atende vítimas de atropelamento, violências e acidentes de todo tipo. “O preparo físico que a caminhada exige me ajuda a exercer melhor a minha profissão, ajuda a operar por horas em situações de bastante estresse”, diz.

Sem contar que, durante algumas viagens, a experiência médica ajudou a salvar vida de outras pessoas. “Na trilha inca, por exemplo, ajudei a atender um rapaz de 16 anos que sofreu uma queda grave e teve fratura nos braços e trauma nas costas”, conta Dr. Poggetti, que sempre leva equipamento médico de emergência na bagagem. “Conseguimos socorrê-lo e ele foi levado de maca até Machu Picchu, onde um helicóptero foi buscá-lo.” Durante a escalada ao Kilimanjaro, de acordo com ele a segunda mais desafiante que fez até hoje (seguida do Everest), também prestou os primeiros socorros a um homem que havia quebrado a bacia.

“Tem coisas na vida que devem ser feitas em determinadas épocas. Por isso, o importante é aproveitarmos o tempo que temos. O equilíbrio é tudo na vida, e o que busco é um equilíbrio entre trabalho e lazer”, resume ele. Dr. Renato Poggetti não pretende parar. Para 2010, já planeja uma de suas maiores aventuras: subir o Monte Aconcágua, com 7 mil metros de altitude – o ponto mais alto das Américas, localizado nos Andes argentinos. “Não podemos deixar a vida passar muito rápido.”

 
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