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Escrito em 09 de set de 2009

Oxigênio como tratamento

Categorias: Diabetes    Autor: Simone Machado   
 

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Dra. Mariza D’Agostino Dias, médica-chefe da UTI geral do Hospital 9 de Julho

Todos sabemos da importância do oxigênio na vida dos seres vivos. O que muitas pessoas não imaginam é que esse elemento, fundamental na respiração e combustão, também pode ser usado, por meio da tecnologia, como um recurso médico no tratamento de diversos problemas, como infecções de tratamento geralmente demorado e difícil. Este é o princípio da câmara hiperbárica, um equipamento moderno que faz parte dos recursos oferecidos aos pacientes pelo Hospital 9 de Julho.

De acordo com a Dra. Mariza D’Agostino Dias, médica-chefe da UTI geral do hospital, a câmara hiperbárica é responsável por levar oxigênio a lugares do corpo que apresentem alguma deficiência. O paciente fica confortavelmente deitado dentro da câmara com oxigênio puro para respirar, enquanto a pressão é elevada gradualmente – acima da pressão ambiente. As sessões duram de 90 a 120 minutos.

“O paciente recebe oxigênio puro que, por meio da respiração, vai dos pulmões para o sangue e circula em grande quantidade pelo corpo, principalmente em locais onde exista uma carência, como feridas crônicas, infecções rebeldes, lesões como traumatismos, queimaduras e outros problemas complexos”, explica Dra. Mariza. “Esse tratamento é chamado de oxigenoterapia hiperbárica (OHB).”

O tratamento combate bactérias e fungos que estejam provocando infecções no corpo do paciente. Na grande maioria dos casos, ele não provoca qualquer tipo de desconforto. Alguns efeitos começam a aparecer logo após a primeira sessão, outros são mais tardios, surgindo no decorrer de horas ou dias após as aplicações.

O serviço de oxigenoterapia hiperbárica do Hospital 9 de Julho foi o primeiro do tipo em uma instituição privada e conta com três câmaras hiperbáricas. “Estudos comprovam, por exemplo, que em casos de feridas em pés de diabéticos, a necessidade de amputação diminui de 33% para 8% quando se acrescenta este recurso ao tratamento”, complementa.

 
Escrito em 28 de ago de 2009

Referência em atendimento

Categorias: Institucional    Autor: Simone Machado   
 

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Em um modelo tradicional, o paciente com alguma queixa ou desconforto procura o médico especialista, agenda uma consulta, vai até sua clínica e, provavelmente, sai de lá com uma lista de exames na mão. Procura então um laboratório de análises clínicas e diagnósticos, agenda horário para realização dos exames solicitados e, após tê-los feito, retorna ao médico com os resultados para fechar o diagnóstico e iniciar um  tratamento. Em alguns casos, é preciso que passe por outro médico especialista – e aí começa tudo outra vez.

Esse tipo de atendimento, bastante descentralizado, é o mais comum e mais conhecido da maioria da população – médicos em um lugar, exames em outro, hospital em outro. Há, no entanto, uma outra forma de organização do atendimento médico, focado em equipes especializadas em áreas específicas, com equipamentos de última geração e integradas a uma unidade hospitalar. São os chamados centros de referência, que compõem o fluxo assistencial.

“O centro de referência reúne especialistas para tratar de todas as patologias envolvidas em uma área médica com o máximo de recursos internos possíveis. Por exemplo, um centro de gastroenterologia atende doenças do estômago, fígado, intestino. Desde uma gastrite até tumores, explica o Dr. José Luiz Capalbo, superintendente médico do Hospital 9 de Julho. “O atendimento que o paciente recebe é o mais completo possível”, afirma.

Seguindo à risca esse conceito, o Hospital 9 de Julho disponibiliza para os pacientes o Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional, formado por uma equipe multidisciplinar para tratamento de pacientes que convivem com vários tipos de dores, o Centro de Trauma, preparado para atendimentos de urgência e emergência, o Centro de Medicina do Esporte, que reúne profissionais especialistas nas grandes áreas da fisiologia, traumatologia do exercício e do esporte e, ortopedia. Há também o Centro de Rim, para tratamentos de doentes renais agudos, crônicos, das doenças endócrinas e vasculares; o Centro de Gastroenterologia, para doenças do estômago, fígado, intestino, cirurgias bariátricas; o Centro de Cardiologia, preparado para atender todas as patologias ligadas ao coração e,  por fim, o Centro Integrado para tratamento Oncológico, com toda a infra-estrutura necessária para oferecer o melhor atendimento e acompanhamento a pacientes com tumores.

“O diferencial do centro de referência é a agilidade no agendamento de consultas, apoio logístico para realização de exames e médicos especialistas trabalhando conjuntamente, integrados no hospital”, ressalta Dr. Capalbo. Em outras palavras, o centro de referência oferece todo o atendimento que o paciente precisa em um único lugar, em um modelo que reúne troca de informações entre especialistas e acesso a recursos médicos e tecnológicos. O resultado é um ambiente com mais conforto e segurança para o paciente e seus acompanhantes.

 
Escrito em 18 de ago de 2009

O que você deve saber sobre Gestão de Qualidade e Riscos

Categorias: Institucional    Autor: Mariana Vendemiatti   
 

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Quando um hospital coloca um documento na parede atestando que aquela instituição está certificada ou acreditada, está dizendo muito mais do que: aqui você será bem atendido. Essas certificações mostram que a instituição está fazendo um enorme esforço, estruturando todos seus processos com base em parâmetros de qualidade, para garantir que o cliente tenha um ótimo atendimento, com o máximo de segurança e receba uma assistência com a mais alta qualidade possível.

Optar por uma gestão da qualidade é um escolha complexa, que gera impactos em toda a instituição. São mudanças que envolvem desde a estrutura física e de pessoal, até o controle dos processos, passando inclusive pela análise dos resultados. Mas nem tudo é facilmente percebido pelos clientes.

Todos os meses nos reunimos para discutir os indicadores assistenciais e administrativos e fazemos questão que toda a equipe saiba fazer uma análise crítica da situação e consiga propor melhorias naquele processo.

Quando a meta é atingida por mais de três meses consecutivos, consideramos que seja hora de aumentar a exigência. E isso é o que chamamos de melhoria contínua.

Em um hospital, é  importante ainda destacar os esforços feitos para o gerenciamento de risco. Desde a entrada do paciente no hospital, seja para uma simples consulta ou para uma grande cirurgia, esse processo de gestão vigora, e continua até o momento da alta do cliente.

Por exemplo, se um paciente menciona uma alergia, diversas ações são disparadas. Inicialmente ele é identificado com uma pulseira que garante que toda a equipe do hospital esteja alerta para a situação, em seguida a informação vai para o sistema de gerenciamento hospitalar e, portanto, todo profissional que acessar as informações do paciente terá conhecimento da alergia.

Já na unidade de internação, existe um painel de risco específico para cada paciente, ressaltando os pontos que merecem atenção em cada caso. E por fim, o próprio sistema possui travas de segurança, que impedem que um medicamento seja prescrito para um indivíduo com alergia a qualquer uma das substâncias presentes naquele remédio.

Aqui, no Hospital 9 de Julho, nossos esforços levaram a conquista de vários certificados de qualidade, garantindo o controle dos nossos processos, a segurança dos nossos pacientes, a qualidade da assistência prestada e a busca pela melhoria contínua.

E se você quiser ainda entender um pouco mais sobre acreditação, qualidade, gestão de riscos e outros assuntos relacionados, faça uma visita ao nosso stand no CONARH (Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas) – entre os dias 18 e 21 de agosto de 2009, ou escreva para qualidade@h9j.com.br.

 
Escrito em 08 de jul de 2009

Melhoria contínua

Categorias: Institucional    Autor: Simone Machado   
 

O Hospital 9 de Julho acredita que conforto e bem-estar em um ambiente saudável são fundamentais na recuperação de seus pacientes. Por isso o hospital está em constante processo de melhorias e modernização. Confira no vídeo o que já é realidade e o que está por vir, apresentado por Luciano Gehrke, Gerente de Engenharia do Hospital 9 de Julho.

A grande reforma – Hospital 9 de Julho