O Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho apresenta área física própria com equipe multidisciplinar e multiprofissional, incluindo: neurologia, neurocirurgia, anestesiologia, fisiatria, odontologia, psiquiatria, psicologia, enfermagem, homeopatia, reumatologia, físico-médico, acupuntura, entre outros profissionais que oferecem um tratamento integrado nas diferentes áreas de atuação.
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Quais especialidades médicas são disponibilizadas pelo Centro de Referência em Dor e Neurocirurgia Funcional?
Categorias: Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional Autor: Hospital 9 de JulhoLei Seca, álcool e traumas
Categorias: Sua Saúde, Trauma Autor: Hospital 9 de Julho
Apesar da alegria ser a marca registrada das propagandas de bebidas alcoólicas, o consumo exagerado de álcool tem um lado distante dessas imagens. Dentre as várias consequências negativas que aquelas “cervejinhas a mais” podem trazer, o trauma tem destaque considerável. O impacto disso para a saúde de nossa sociedade é enorme, o que explica a repercussão que a Lei Seca teve em sua fase inicial, quando a fiscalização ainda era bem rígida.
Entretanto, além das consequências no trânsito, o álcool pode estar envolvido também em outros tipos de acidentes. De acordo com o Dr. Renato Poggetti, cirurgião responsável pelo Centro de Referência de Trauma do Hospital 9 de Julho, “é frequente termos acidentes de trabalho por causa do álcool, principalmente no caso de profissionais que lidam com equipamentos de risco.” Já outra causa frequente de traumas relacionada ao abuso de álcool é aquela resultante da violência, que atinge tanto a pessoa que tomou “umas a mais” quanto a vítima, que teve o azar de estar na hora e lugar errado.
Além de servir como gatilho para essas situações de risco, o álcool compromete também o atendimento das vítimas. “Muitas vezes, o paciente embriagado apresenta uma agitação que pode dificultar a realização de determinados procedimentos, como a simples colocação de um cateter na veia, por exemplo”, comenta o Dr. Poggetti. No entanto, de acordo com o cirurgião, o principal fator que sofre interferência no atendimento é a avaliação clínica do paciente. “Há comprometimento na avaliação do estado neurológico do indivíduo, pois o álcool altera o nível de consciência e as respostas dele a estímulos. Fica difícil saber se o acidentado está inconsciente por causa do álcool ou por uma lesão cerebral. Ou os dois. Pois a embriaguez pode ser responsável por mascarar um problema mais grave.” O cirurgião salienta ainda que o álcool deve ser a última hipótese a ser considerada durante a investigação das causas para essas alterações orgânicas. “No caso de dúvida, o indivíduo deve ficar em observação até que o efeito do álcool desapareça”, esclareceu.
Estima-se que mais de 50% dos acidentes de trânsito estejam relacionados com o álcool e essa incidência é similar nas vítimas de outros tipos de traumas. “No começo da lei seca, houve queda nas ocorrências de traumas em todos os hospitais. E por isso, acredito que fiscalização não pode diminuir, caso contrário, voltaremos aos mesmos níveis de antes”, afirma o Dr. Poggetti.

O Hospital 9 de Julho orienta a comunidade a respeitar sempre as leis e apoia atitudes governamentais que visam proteger o cidadão, como nesse caso, combatendo o consumo excessivo ou irresponsável do álcool. Por isso, esse post inaugura a série Sua Saúde que visa informar a população para que cada um possa fazer a melhor escolha para o seu bem estar e o da sociedade.
Viva sem dor
Categorias: Dor e Neurocirurgia Funcional Autor: Simone Machado
Quem nunca sentiu dor? Desde que de nascemos até ao final de nossas vidas estamos sujeitas a ela. Apesar de não ser uma sensação agradável, a dor é um importante sinal do nosso corpo, avisando-nos de que algo pode não estar funcionando e servindo de alerta para complicações mais sérias. É o caso das dores agudas como as geradas por apendicites, infartos do miocárdio, cólicas e traumas.
Há, porém, algumas dores que deixam de ser sinal de alerta para se tornar um verdadeiro martírio. São as chamadas dores crônicas, que ocorrem muitas vezes mesmo que o seu motivo – a doença – já nem exista mais, e persistem ao longo dos anos. São exemplos as neuropatias diabéticas, herpes-zoster, entre outras.
Quem sofre de dor crônica acumula diversas disfunções, já que ela interfere diretamente nas atividades físicas, na qualidade do sono, na auto-estima e nos relacionamentos de uma forma geral, gerando um ciclo vicioso de problemas físicos e emocionais.
No Brasil, a terapia da dor chegou há mais de 30 anos. O conceito de ser a parceira inseparável da doença deixou de ser aceito e hoje há controle para os mais diversos tipos de problemas, desde a enxaqueca, que atinge 1/5 da população mundial, até as dores originárias de doenças mais sérias, como o câncer.
O Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho, em São Paulo, foi o pioneiro no segmento privado brasileiro inteiramente dedicado ao tratamento da dor, e conta atualmente com a mais completa infraestrutura para este tipo de atendimento. São 40 profissionais de diversas especialidades, como acupuntura, fisiatria, fisioterapia, neurologia, neurocirurgia, psicologia, odontologia e enfermagem, que de forma integrada avaliam as melhores soluções para cada paciente.
“Enxergamos o indivíduo em sua especificidade, discutindo em equipe as melhores opções terapêuticas entre medicamentos, reabilitação física, acompanhamento psicológico e procedimento cirúrgico que possam gerar melhores resultados para o seu caso”, relata o coordenador do Centro, Dr. Cláudio Fernandes Corrêa.
Dr. Cláudio ressalta ainda que o Centro diferencia-se dos demais do segmento por ser integrado a um serviço de neurocirurgia funcional e neuro-oncologia, que engloba o tratamento de disfunções correlatas com a dor, como distúrbios do movimento e tumores cerebrais. “São áreas que requerem profissionais especializados e afins com o tratamento da dor e suas mais avançadas tecnologias”.
“Ainda que nem todas as dores possam ser totalmente extinguidas, é possível voltar a ter qualidade de vida. No mais, o pensamento positivo diante da dor é a melhor forma de torná-la menos importante”, finaliza o especialista.


















