
Qual o melhor caminho para a medicina familiar atingir a excelência e, assim, contribuir para a proposta “Saúde para Todos” de maneira eficiente? Além dos sistemas e políticas de saúde, existem os próprios médicos de família, como seres humanos e responsáveis pelos resultados desses sistemas. Esse estudo focam em como formar o médico competente e humanista. Por isso, os autores estabelecem a questão principal nesse assunto: é possível educar os médicos em matéria de humanismo e competência?
Eles analisam e fazem comentários sobre algumas publicações recentes na área, que retratam um guia educativo para a formação de médicos dentro desses objetivos. Existe um caminho claro para o ensino de empatia, que resulta em competência profissional. Há, também, um percurso desafiador para auxiliar a abordagem generalista, incluindo o jeito de ser, maneiras de adquirir conhecimento, modos de percepção, tomada de decisão e de como colocar tudo isso em prática.
Finalmente, eles analisam mais um documento que aponta como o generalista, ou clínico-geral, competente faz a diferença em sistemas de saúde. Resta mais uma dúvida e esses são os comentários finais: Se há um caminho claro para educar os médicos humanistas, por que é tão difícil de percorrê-lo? A resposta vem com uma perspectiva filosófica. Integrar todas essas atitudes e conhecimento exige que os médicos incorporem-nas em suas próprias vidas. É desta forma – evitando rupturas interiores, vivendo a verdadeira vocação para a prática médica e não se dividindo entre pessoal e profissional – que eles conseguirão uma prática plena de competência e humanismo.
Esse resumo que você acabou de ter acesso faz parte do estudo que o Dr. Marcelo Levites apresentou em território argentino sobre o conceito de competência e humanismo. Este material é fruto do último congresso da SOBRAMFA feita com suporte e apoio da Associação Paulista de Medicina.
Se você se interessou, pode ver mais sobre o artigo no site da SOBRAMFA














