Posts com a tag ‘saúde’

Escrito em 08 de fev de 2013

Prepare-se para o Carnaval!

Categorias: Sua Saúde    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

O Carnaval é momento de folia para muitos e é por isso que o cuidado com a saúde deve ser dobrado. Só nas estradas, os acidentes em 2012 foram 3.345, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal, sendo que a grande maioria deles foi provocada pela combinação bebida e direção. Para tentar evitar esse tipo de conduta entrou em vigor, no começo de fevereiro, uma nova regulamentação da Lei Seca. Agora, a regulamentação promete ter tolerância zero para quem é pego dirigindo com qualquer teor alcoólico no sangue, ou seja, essa atitude pode render uma alta multa e perda da carteira e também ser considerada crime.

 

O superintendente Médico do H9J, Dr. José Capalbo dá orientações para um Carnaval sem estresse:

 

- Não beba excessivamente: o consumo exagerado de bebida alcoólica irá atrapalhar a sua comemoração, causará mal estar , sonolência , vômitos e ressaca. Além disso, o álcool é responsável por provocar doenças hepáticas, como a cirrose. Se estiver tomando medicamento, de qualquer tipo, deixe a bebida de lado. A combinação de remédio e álcool pode causar problemas graves.

 

- Não se esqueça de usar camisinha em toda relação sexual: sexo sem proteção pode transmitir uma série de doenças, como AIDS, gonorreia, sífilis, HPV etc.

 

- Faça refeições leves e tome muita água: o calor não combina com alimentação pesada e comer uma feijoada antes de correr atrás do trio pode causar indigestão e acabar com sua festa.

 

-Use filtro solar: proteja-se do sol, seja na praia ou na avenida. O filtro solar não só ajuda a evitar que você vire um pimentão, mas também protege contra o câncer de pele.

 

Lembre-se dessas dicas e tenha um Carnaval cheio de alegria!

 
Escrito em 14 de dez de 2012

Cardiologia intervencionista diminui riscos causados por procedimentos mais agressivos

Categorias: Sua Saúde    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

A maior causa de mortalidade no país são as doenças cardiovasculares, como a Insuficiência Coronária e o Infarto Agudo do Miocárdio. Para tratar esses problemas e minimizar os riscos ao paciente, existe uma área da medicina chamada Cardiologia Intervencionista, que analisa a circulação sanguínea do coração pela realização de exames para diagnosticar e tratar doenças com maior segurança e com técnicas menos invasivas.

Entre as técnicas usadas estão a coronariografia (estudo contrastado das artérias do coração) e a angioplastia, que é a desobstrução dos vasos. A coronariografia mostra em tempo real a circulação sanguínea do coração por punções em artérias dos braços ou pernas e introdução de um cateter que é guiado até a artéria a ser estudada, através da injeção de um contraste visível ao RX. Ao detectar uma obstrução esta pode ser dilatada com um balão e implante de uma prótese metálica (Stent), que mantém o vaso desobstruído.

“A Cardiologia Intervencionista diagnostica e trata doenças das coronárias, válvulas e malformações congênitas do coração com o mínimo de trauma possível para o paciente, por meio de pequenos orifícios na pele que dão acesso a vasos que se comunicam com o coração, diminuindo complicações e o tempo de recuperação”, explica o cardiologista intervencionista do Hospital 9 de Julho, Dr. João Guimarães, responsável pela Hemodinâmica da instituição. “Assim como qualquer outra técnica invasiva, apresenta alguns riscos. Pode haver sangramento da artéria que foi puncionada, por exemplo. Mas, no caso do cateterismo, o índice de complicações graves é bastante baixo, menor que 1%”, complementa o médico.

O uso dessas práticas só é possível com a ajuda de equipamentos de Hemodinâmica, que permitem que os médicos vejam em alta resolução e em tempo real a circulação sanguínea. Devido a melhora na qualidade das imagens proporcionada pelos mais novos equipamentos de  Hemodinâmica há diminuição do volume de contraste iodado necessário e diminuição da exposição à radiação, fatores que podem causar graves problemas de saúde.

O Hospital 9 de Julho possui um dos laboratórios de Hemodinâmica mais modernos do país e conta com um corpo clínico multiprofissional e capacitado para realizar os procedimentos nas áreas de Cardiologia Intervencionista, Neuro-Radiologia e Radiologia Intervencionista.

 
Escrito em 06 de dez de 2012

Miocardite é a causa de até 20% das mortes súbitas em jovens

Categorias: Sua Saúde    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

Doença pouco conhecida, a inflamação do miocárdio, músculo do coração, é responsável por até 20% das mortes em jovens sem causa aparente. A Miocardite, como também é conhecida, está relacionada a insuficiência cardíaca e arritmia em pessoas com até 40 anos.

A Miocardite normalmente ocorre por consequência de doenças infecciosas, sendo a etiologia viral a mais comum, além das doenças autoimunes. A exposição a certos medicamentos (antraciclicinas), drogas ilícitas (cocaína), agentes tóxicos como arsênico, chumbo, veneno de algumas aranhas e escorpião também podem levar à Miocardite. A inflamação pode ser autolimitada, quando a doença regride sem grandes problemas, ou pode se tornar crônica.

Segundo o Dr. Marcelo Paiva, cardiologista do Hospital 9 de Julho, a maioria dos casos é pouco sintomática e evolui de maneira satisfatória. Entretanto, aqueles pacientes que procuram o pronto-socorro com sinais e sintomas sugestivos de disfunção cardíaca precisam ser diagnosticados e tratados adequadamente.

Aproximadamente 50% dos casos de Miocardite respondem ao tratamento e melhoram sem sequelas, 25% vão apresentar algum tipo de comprometimento apesar da melhora inicial e 25% evoluem de forma desfavorável, podendo ser necessário, em alguns casos, o encaminhamento para transplante cardíaco.

“A investigação de dores torácicas no atendimento de emergência deve ser criteriosa e rápida. No caso da Miocardite, os sintomas são inespecíficos. A pessoa pode sentir pontadas ou sintomas relacionados ao infarto inclusive com alteração no eletrocardiograma e nos exames de sangue”, alerta o médico, ao informar que o Hospital 9 de Julho possui um protocolo no Departamento de Emergência que prioriza o atendimento de pacientes que reportam dor torácica.

O objetivo principal é tratar rapidamente os pacientes com diagnóstico de infarto agudo do miocárdio, onde o tempo para a desobstrução da artéria comprometida é fundamental para a boa evolução do paciente. O protocolo também permite descartar outras doenças, com apresentação clínica semelhante, como embolia pulmonar, dissecção de aorta e pneumonia.

“Se há suspeita de miocardite, a ressonância magnética do miocárdio pode ser indicada para confirmar se há inflamação no músculo cardíaco, direcionando, se necessário, para exames mais invasivos”, explica o Dr. Paiva, ao informar que sintomas de infecções como febre associado a outros achados clínicos, eletrocardiográficos e laboratoriais podem sugerir a investigação de miocardite pela RM. “Para avaliação não invasiva do coração o exame é fundamental”.

O tratamento inclui repouso, medicação e acompanhamento médico para identificar se a inflamação regrediu sem sequelas. “É preciso atenção ao diagnóstico, principalmente nos mais jovens onde os casos de dor no peito muitas vezes não são valorizados. A doença é grave, mas o tratamento é eficaz na maioria dos casos”, salienta o Dr. Paiva.

 
Escrito em 08 de nov de 2012

Barreira do preconceito tem diminuído quando o assunto é câncer de próstata

Categorias: Sua Saúde    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

O câncer de próstata é o segundo mais comum em homens, depois do câncer de pele, do tipo não-melanoma, segundo o Instituto Nacional do Câncer. De acordo com o urologista do H9J, Dr. Otero Gil, a doença pode atingir cerca de 15% dos homens durante a vida destes. Essa incidência aumenta com o envelhecimento sendo que aproximadamente 40% dos homens aos 80 anos de idade podem apresentar a doença, seja clinicamente ou apenas histologicamente. A próstata é uma glândula fundamental para a saúde e sexualidade, produzindo a secreção prostática, responsável pela vitalidade e liquefação do espermatozoide. Contudo, ela é passível de inflamações, infecções, e outras doenças.

Os exames preventivos e periódicos para quem tem mais de 45 anos são fundamentais para diagnosticar doenças ainda no início, quando as chances de cura são maiores. Para detectar o câncer de próstata, o exame mais recomendado é o de toque retal, que para alguns homens pode ser o maior inimigo. No entanto, não há o que temer. “É um exame insubstituível, rápido e indolor. O paciente sente apenas um incômodo”, garante o urologista Dr. Otero Gil. “A próstata produz uma proteína chamada PSA (antígeno prostático específico) e medir as taxas da substância é importante, mas esse não deve ser o único exame, pois os índices podem estar normais e mesmo assim, o paciente pode ter a doença. Quando ele finalmente aceitar fazer o exame de toque, o câncer pode estar em estado avançado”, explica.

Nos últimos anos, foram feitas algumas ações por parte da sociedade médica e Ministério da Saúde para alertar sobre os perigos do câncer de próstata e outras doenças que atingem os homens. Para o médico, essas medidas ajudaram a diminuir o preconceito existente entre o público masculino na hora de procurar o consultório, sobretudo nas classes A e B.

O tratamento ideal do câncer de próstata implica na retirada do tumor, monitoramento para evitar o retorno da doença, manutenção da continência urinária e do padrão sexual do homem. Como todo procedimento médico, apresenta riscos de complicações e, segundo o Dr. Otero, com as recentes drogas e técnicas, o índice de cura sem cargas colaterais tem sido muito alto.

O câncer de próstata ainda assombra muitos homens, mas prevenção e tratamento correto podem oferecer uma vida normal, distante da doença.

 
Escrito em 12 de jan de 2011

Cuidados paliativos na TV Aparecida

Categorias: Falando em Saúde    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

Nem sempre é possível curar alguém que você ama, mas existem formas de trabalhar em benefício do bem estar dessa pessoa. Esse tipo de trabalho é chamado de Cuidado Paliativo. O Dr. Marcelo Rozenfeld Levites, Diretor da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e responsável pelo Grupo de Cuidados Paliativos no Hospital 9 de Julho, falou mais sobre esses cuidados no Programa Espaço Vida, da TV Aparecida.

Confira a entrevista na íntegra:

 
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