Posts com a tag ‘saúde’

Escrito em 12 de jan de 2010

Planejando 2010

Categorias: Medicina do Exercício e do Esporte    Autor: Dr. Pablius Braga   
 

corrida

O ano inicia-se e o planejamento de todas as atividades e metas começa a ser feito. Com o condicionamento físico e com a corrida isso não é diferente.

A busca por um desempenho melhor acontece, por exemplo, com a diminuição nos tempos de corrida e no aumento de quilometragem semanal dos treinos. Essas já são motivações mais do que suficientes. Mas alguns passos e medidas, principalmente relacionados à saúde, devem ser respeitados.

O limite do corpo talvez seja o mais importante. Ele terá um melhor desempenho se você colocar limites de evolução para sua forma física e uma progressão gradativa, para que não sofra de problemas relacionados a esta atividade que também lhe dá prazer. Abaixo, algumas dicas que podem ser importantes para uma vida esportiva prazerosa e saudável:

1. Tenha sempre um médico do esporte para assisti-lo. Os resultados e o sucesso na modalidade demandam tempo, disciplina e aptidão física para este tipo de esporte.

2. Equilíbrio entre treinamento, descanso, alimentação e lazer podem ser um grande diferencial. Lembre-se que apenas o sono não é o suficiente.

3. Planeje bem a temporada de corridas. Escolha bem as competições e o tempo de intervalo entre elas para se recuperar bem e diminuir a chance de uma lesão pelo esporte.

4. Calçados adequados para cada tipo de atividade. Observe diferenças dos tipos de solo (terra, areia, asfalto e trilhas, por exemplo). Pode ser a grande diferença entre um bom resultado (com saúde) e o desgaste desnecessário, como dores musculares e articulares e lesões esportivas mais sérias.

5. Fique atento com as fases de treinamento. Tenha uma boa orientação de um nutricionista especializado em esportes. Os alimentos e nutrientes nas horas certas determinam um melhor aproveitamento de seu treino e competições, além de diminuir seu tempo de recuperação.

6. Mantenha seu prazer pelo esporte. Não pratique pela obsessão de ter saúde ou de melhorar sua forma física. Os resultados aparecem sem que você precise se lembrar deles.

 
Escrito em 05 de jan de 2010

Porque monitorar seu treinamento?

Categorias: Medicina do Exercício e do Esporte    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

Conhecendo sua frequência cardíaca

A frequência cardíaca, que é o número de vezes que o coração bate por minuto, na função de bombear sangue para as diversas partes de nosso corpo, tem grande importância no sucesso de seu programa de atividade física, em especial, na corrida. Ela é o reflexo da capacidade do coração em abastecer seu corpo com sangue transportando oxigênio, e também de seu condicionamento físico.

De acordo com o estado em que você se encontra, o valor da frequência cardíaca será diferente. Será baixa, normalmente abaixo de 100 bat/min em situações de repouso. E elevada progressivamente, conforme a quantidade de atividade e movimento que você estiver fazendo.

Observe que você tem um limite de esforço sem que atinja fadiga ou exaustão. Se monitorar este momento, provavelmente terá sua FC personalizada de limite para treinamento. Ou seja, o melhor resultado de seu treino, principalmente aeróbio, estará relacionado à FC que mediu.

Existem formas mais práticas e seguras de obter este valor. Através dos testes que utilizam esforço progressivo: teste ergoespirométrico que indica os limites de FC para o treinamento aeróbio pela avaliação de consumo de oxigênio máximo (VO2) e faixa de FC de treinamento aeróbio. O teste ergométrico também indica FC, mas sem a análise de consumo de oxigênio.

Com esses dados, fica mais fácil monitorar sua atividade física, tanto com segurança para sua saúde como para limites de sobrecarga no seu treinamento.
Para pessoas em tratamento de hipertensão arterial e problemas cardíacos, o controle da FC tem papel fundamental, pois garante um treinamento seguro com utilização da FC adequada.

Para monitorar a sua FC você pode utilizar os frequencímetros, que são monitores de pulso. São práticos porque podem ser levados a qualquer lugar e podem registrar todo seu treinamento. Muitos equipamentos de treinamento aeróbio como esteiras e bicicletas ergométricas já possuem este equipamento acoplado e com resultados bem confiáveis.

Procure seguir seus limites pessoais de treino. Utilize bem o monitoramento de FC de seu treinamento aeróbio. Com certeza, sua atividade será mais segura e seu planejamento muito mais fácil e eficaz.


Texto publicado originalmente no Blog do Páblius.

 
Escrito em 18 de set de 2009

Centro de Medicina do Exercício e do Esporte

Categorias: Medicina do Exercício e do Esporte    Autor: Hospital 9 de Julho   
 

Conheça mais esse Centro de Referência do Hospital 9 de Julho na apresentação abaixo:

 
Escrito em 18 de ago de 2009

O que você deve saber sobre Gestão de Qualidade e Riscos

Categorias: Institucional    Autor: Mariana Vendemiatti   
 

selo

Quando um hospital coloca um documento na parede atestando que aquela instituição está certificada ou acreditada, está dizendo muito mais do que: aqui você será bem atendido. Essas certificações mostram que a instituição está fazendo um enorme esforço, estruturando todos seus processos com base em parâmetros de qualidade, para garantir que o cliente tenha um ótimo atendimento, com o máximo de segurança e receba uma assistência com a mais alta qualidade possível.

Optar por uma gestão da qualidade é um escolha complexa, que gera impactos em toda a instituição. São mudanças que envolvem desde a estrutura física e de pessoal, até o controle dos processos, passando inclusive pela análise dos resultados. Mas nem tudo é facilmente percebido pelos clientes.

Todos os meses nos reunimos para discutir os indicadores assistenciais e administrativos e fazemos questão que toda a equipe saiba fazer uma análise crítica da situação e consiga propor melhorias naquele processo.

Quando a meta é atingida por mais de três meses consecutivos, consideramos que seja hora de aumentar a exigência. E isso é o que chamamos de melhoria contínua.

Em um hospital, é  importante ainda destacar os esforços feitos para o gerenciamento de risco. Desde a entrada do paciente no hospital, seja para uma simples consulta ou para uma grande cirurgia, esse processo de gestão vigora, e continua até o momento da alta do cliente.

Por exemplo, se um paciente menciona uma alergia, diversas ações são disparadas. Inicialmente ele é identificado com uma pulseira que garante que toda a equipe do hospital esteja alerta para a situação, em seguida a informação vai para o sistema de gerenciamento hospitalar e, portanto, todo profissional que acessar as informações do paciente terá conhecimento da alergia.

Já na unidade de internação, existe um painel de risco específico para cada paciente, ressaltando os pontos que merecem atenção em cada caso. E por fim, o próprio sistema possui travas de segurança, que impedem que um medicamento seja prescrito para um indivíduo com alergia a qualquer uma das substâncias presentes naquele remédio.

Aqui, no Hospital 9 de Julho, nossos esforços levaram a conquista de vários certificados de qualidade, garantindo o controle dos nossos processos, a segurança dos nossos pacientes, a qualidade da assistência prestada e a busca pela melhoria contínua.

E se você quiser ainda entender um pouco mais sobre acreditação, qualidade, gestão de riscos e outros assuntos relacionados, faça uma visita ao nosso stand no CONARH (Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas) – entre os dias 18 e 21 de agosto de 2009, ou escreva para qualidade@h9j.com.br.

 
Escrito em 17 de jul de 2009

Prontos para a lei antifumo

Categorias: Institucional    Autor: Simone Machado   
 

logo_antifumo

A chamada lei antifumo, uma regulamentação sancionada pelo governador José Serra (PSDB) no último mês de maio, proíbe o uso de cigarro e derivados de tabaco em ambientes de uso coletivo, tanto públicos quanto privados, em todo o Estado de São Paulo. Por enquanto, bares, restaurantes e danceterias estão em fase de adaptação, já que a lei entra em vigor em agosto – ainda é possível ver pessoas fumando em alguns restaurantes, por exemplo. Quando a nova lei começar a valer, deverá haver uma mudança grande de comportamento da população, bastante acostumada com a divisão, às vezes precária, entre áreas de fumantes e não-fumantes nos locais. O que se espera com isso, além de acabar com a figura do fumante passivo, é também desestimular o fumo, reduzindo o número de fumantes – só no Brasil, 30% da população adulta fuma. “A redução do tabagismo passivo será muito importante, porque quem está ao lado do fumante também inala toda fumaça e as substâncias tóxicas nela presentes”, explica o pneumologista do Hospital 9 de Julho, Dr. Pedro Medeiros Junior. “Dados da Organização Mundial da Saúde mostram que filhos de pais fumantes têm de cinco a dez vezes mais chances de desenvolver asma, bronquite e alergias respiratórias“, complementa.

A vantagem, atualmente, é que existem alternativas eficientes para ajudar quem fuma a abandonar o vício. A melhor recomendação para quem não consegue parar sozinho, é procurar ajuda médica – o acompanhamento médico e psicológico, junto com a prescrição de alguns medicamentos de auxílio, pode ajudar bastante e ter resultados efetivos. Eles auxiliam a pessoa a driblar a falta das substâncias presentes no tabaco, como a nicotina – é ela a principal responsável pela sensação de bem-estar descrita pelos fumantes. Isso porque a nicotina atinge determinadas partes do encéfalo, desencadeando uma descarga de dopamina, substância que provoca a sensação de prazer. Porém, como ocorre com diversos estimulantes, com o passar do tempo esse efeito só é obtido com doses maiores – e cada pessoa vai aumentando o número de cigarros por dia até atingir seu índice máximo de tolerância, alguns fumando um maço inteiro, outros meio maço por dia. “Esse efeito acontece porque o cigarro é uma droga como qualquer outra, que causa dependência e tolerância. E ela provoca também uma dependência psíquica, que precisa ser trabalhada numa terapia para que a pessoa consiga parar sem ter recaídas“, afirma o médico.

As conseqüências da persistência no fumo aparecem com o tempo, provocadas pelas mais de 4.700 substâncias tóxicas do cigarro. Pode ocorrer enfisema pulmonar, bronquite crônica e o risco de câncer se torna até 20 vezes maior. O cigarro também acelera o envelhecimento dos vasos arteriais e determina o aparecimento de esclerose precoce, aumentando o risco de infarto agudo do miocárdio, acidentes vasculares cerebrais, impotência sexual, úlcera gástrica, Alzheimer e osteoporose. “A maioria das doenças que mais matam no mundo hoje está relacionada ao cigarro“, diz Dr. Pedro Medeiros. Ah, fumantes ainda aparentam ser cinco anos mais velhos do que são!

O estímulo para quem fuma é que, ao parar com o cigarro, a pressão arterial e os batimentos cardíacos caem logo após e o risco de úlcera gástrica também fica reduzido minutos depois que você para de fumar. Após um ano, o risco de doenças do coração cai pela metade. E de tumores na bexiga, cabeça, pescoço e pulmão vão se reduzindo com os anos. Após 15 anos, o risco de AVC volta ao nível de quem não fuma. Portanto, neste caso, tempo é saúde e não vale a pena esperar muito.

 
Página 2 de 212