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Não quebre a magia do Carnaval
Categorias: Institucional Autor: Hospital 9 de JulhoCentro de Referência em Trauma – Hospital 9 de Julho
Categorias: Trauma Autor: Hospital 9 de JulhoO Centro de Trauma do Hospital 9 de Julho possui todos os recursos para prestar o atendimento às vítimas de trauma. Tudo isso aliando tecnologia de ponta, profissionais especializados e atendimento com calor humano.
Veja mais informações abaixo:
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O Hospital 9 de Julho participou hoje do Simulado Integrado de Atendimento a Emergências – 2009, promovido pelo Corpo de Bombeiros e pelo Grupo de Resgate da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo. O evento simulou um incêndio em uma estrutura hospitalar que foi montada no Sambódromo no Anhembi especialmente para esse treinamento. O simulado teve como objetivo a integração das diversas equipes que atuam no atendimento a desastres.
O Hospital 9 de Julho participa desse tipo de evento no sentido de reforçar a sua atuação em medicina de alta complexidade. “Nossa estrutura tem o objetivo de atender traumatizados graves, contribuindo para a assistência desse tipo de ocorrência na cidade de São Paulo. O nosso diferencial nesse processo é ter uma equipe de cirurgiões de trauma de plantão 24 horas no Hospital, responsável tanto pelo atendimento ao paciente quanto pelo acionamento de especialistas de outras áreas. Assim, conseguimos agilizar o atendimento, além de definir as prioridades específicas de tratamento”, afirma o Dr. Renato Poggetti, cirurgião de trauma do Hospital 9 de Julho.
O Hospital 9 de Julho é um dos pioneiros neste tipo de atendimento entre os hospitais privados e está investindo na ampliação de seu pronto socorro, que é a porta de entrada de pacientes com traumas graves. Atualmente, de acordo com o Dr. Poggetti, o trauma é a principal causa de morte até os 40 anos de idade, sendo que, no Brasil, a cada ano, cerca de 130 mil pessoas morrem e outras 450 mil ficam com sequelas graves. No Estado de São Paulo, em torno de 15% do total de mortes ocorre por trauma. Dentro desse contexto, é importante que o atendimento ocorra no menor tempo possível para diminuir as sequelas causadas pelo acidente e aumentar a sobrevida dos pacientes. “A falta de tratamento efetivo e agilidade no Pronto Socorro, Centro Cirúrgico e UTI é a principal causa de sequelas graves e mortes evitáveis em casos de trauma”, completa o Dr. Poggetti.
Em alguns dias iremos disponibilizar vídeos da simulação, mas se você já quiser conferir como foi esse treinamento em conjunto, as nossas fotos já estão no Flickr.
Informação ainda é o melhor remédio contra dor
Categorias: Dor e Neurocirurgia Funcional Autor: Simone Machado
Ela é temida em todas as idades, condições e situações. Quando chega, vem sem pedir licença e toma conta, causando desconforto, irritação e outros inconvenientes. Assim funciona a dor, que pode estar relacionada aos mais variados motivos, mas que devido aos constantes avanços científicos não precisa, necessariamente, estar presente quando o organismo não está bem. Para isso já existem alternativas eficazes, capazes de aliviar o sofrimento e melhorar a qualidade de vida do paciente. Por isso, na hora de tratar da dor, nada melhor que receber antes uma boa dose de informação.
A dor é classificada em dois tipos: a aguda, causada por traumatismo, procedimento cirúrgico ou inflamação, e a crônica, que nem sempre é resultado de uma causa específica, dura mais de três meses e pode acompanhar a pessoa por toda a vida. Estima-se que no Brasil cerca de 30% dos pacientes portadores de dores crônicas não realizam seu tratamento da maneira adequada, principalmente em relação à ingestão de medicamentos. Isso mostra que além de criar soluções para o problema, é preciso fazer com que os tratamentos e novidades também sejam assimilados pela sociedade.
Justamente pela importância do tema, e pelo comprometimento da qualidade de vida que ele traz, a dor é objeto de estudos científicos em todo o mundo, desafiando médicos e profissionais. No Brasil, uma das iniciativas mais recentes foi a 9ª edição do Simbidor – Simpósio Brasileiro e Encontro Internacional sobre dor, que aconteceu em São Paulo. Considerado o maior evento da América Latina sobre atualidades para o tratamento da dor crônica, o Simbidor contou com a participação de 160 profissionais, que apresentaram estudos e coordenaram debates sobre as mais avançadas técnicas e novidades para o tratamento da dor.
“O objetivo é a atualização dos profissionais que trabalham nesta área e a formação dos que estão começando, porque a universidade de Medicina não tem disciplinas sobre tratamento da dor, principalmente da dor crônica”, explica o Dr. Cláudio Corrêa, coordenador do Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho. “Além disso, o estudo da dor tem se desenvolvido muito nos últimos anos, com bastante novidades, tanto nos medicamentos quanto nas tecnologias cirúrgicas”, diz.
Por isso, quando o assunto é dor, a informação e a consulta ao especialista é o melhor remédio!
Lei Seca, álcool e traumas
Categorias: Sua Saúde, Trauma Autor: Hospital 9 de Julho
Apesar da alegria ser a marca registrada das propagandas de bebidas alcoólicas, o consumo exagerado de álcool tem um lado distante dessas imagens. Dentre as várias consequências negativas que aquelas “cervejinhas a mais” podem trazer, o trauma tem destaque considerável. O impacto disso para a saúde de nossa sociedade é enorme, o que explica a repercussão que a Lei Seca teve em sua fase inicial, quando a fiscalização ainda era bem rígida.
Entretanto, além das consequências no trânsito, o álcool pode estar envolvido também em outros tipos de acidentes. De acordo com o Dr. Renato Poggetti, cirurgião responsável pelo Centro de Referência de Trauma do Hospital 9 de Julho, “é frequente termos acidentes de trabalho por causa do álcool, principalmente no caso de profissionais que lidam com equipamentos de risco.” Já outra causa frequente de traumas relacionada ao abuso de álcool é aquela resultante da violência, que atinge tanto a pessoa que tomou “umas a mais” quanto a vítima, que teve o azar de estar na hora e lugar errado.
Além de servir como gatilho para essas situações de risco, o álcool compromete também o atendimento das vítimas. “Muitas vezes, o paciente embriagado apresenta uma agitação que pode dificultar a realização de determinados procedimentos, como a simples colocação de um cateter na veia, por exemplo”, comenta o Dr. Poggetti. No entanto, de acordo com o cirurgião, o principal fator que sofre interferência no atendimento é a avaliação clínica do paciente. “Há comprometimento na avaliação do estado neurológico do indivíduo, pois o álcool altera o nível de consciência e as respostas dele a estímulos. Fica difícil saber se o acidentado está inconsciente por causa do álcool ou por uma lesão cerebral. Ou os dois. Pois a embriaguez pode ser responsável por mascarar um problema mais grave.” O cirurgião salienta ainda que o álcool deve ser a última hipótese a ser considerada durante a investigação das causas para essas alterações orgânicas. “No caso de dúvida, o indivíduo deve ficar em observação até que o efeito do álcool desapareça”, esclareceu.
Estima-se que mais de 50% dos acidentes de trânsito estejam relacionados com o álcool e essa incidência é similar nas vítimas de outros tipos de traumas. “No começo da lei seca, houve queda nas ocorrências de traumas em todos os hospitais. E por isso, acredito que fiscalização não pode diminuir, caso contrário, voltaremos aos mesmos níveis de antes”, afirma o Dr. Poggetti.

O Hospital 9 de Julho orienta a comunidade a respeitar sempre as leis e apoia atitudes governamentais que visam proteger o cidadão, como nesse caso, combatendo o consumo excessivo ou irresponsável do álcool. Por isso, esse post inaugura a série Sua Saúde que visa informar a população para que cada um possa fazer a melhor escolha para o seu bem estar e o da sociedade.



















